Skip to content
Arquitetura Residencial

Dicas para quem deseja comprar um imóvel na planta

Comprar um imóvel é um passo importante para qualquer pessoa, seja para realizar o sonho da casa própria ou para inaugurar seu espaço comercial. Este momento envolve a busca por bons espaços, adequados aos seus objetivos e com as melhores condições para negociação. Para isso, muitas pessoas investem na compra de imóveis na planta, uma forma vantajosa para realizar este sonho com um preço mais em conta. Ao comprar um imóvel na planta, você o adquire ainda na fase de construção ou projeto, e eles normalmente possuem um preço mais competitivo em relação aos imóveis prontos para usar. Este tipo de compra possui algumas vantagens que vão além do preço mais baixo, como a redução de burocracias com impostos não pagos e documentações atrasadas, já que você será o primeiro(a) proprietário(a). Além disso, muitas construtoras possibilitam que o cliente personalize sua unidade, assim você poderá escolher detalhes importantes que trarão identidade ao seu imóvel. Outro ponto bastante interessante para se levar em consideração é o tempo para se organizar que os imóveis na planta proporcionam. Isso acontece porque projetos em fase de construção demandam maior tempo de espera para entrega do que imóveis prontos. Por ser uma negociação financeiramente mais vantajosa do que a aquisição de um imóvel pronto, no momento da compra muitos não se atentam a detalhes importantes para garantir que este processo seja seguro e para que o espaço atenda a todas as necessidades do seu cotidiano. Por isso, separamos três dicas essenciais para que quem deseja comprar um imóvel na planta possa realizar este investimento sem dores de cabeça. 1) Estude o local. Conheça a vizinhança, os pontos turísticos, meios de transporte público próximos ou vagas de estacionamento, além de conhecer mais sobre a infra-estrutura de serviços como supermercados, farmácias, padarias, entre outros. Seja para fins comerciais ou residenciais, conhecer mais sobre esses fatores pode ajudar a tomar uma decisão mais segura e estratégica que influenciará na valorização do imóvel no longo prazo. 2) Analise o contrato e documentações. Dedique um tempo extra para estudar bem o contrato e as documentações do imóvel. Verifique prazos, tolerâncias de atraso, multas e penalidades para descumprimento de cláusulas e assegure a sua segurança e da construtora no momento da negociação. Algumas situações devem estar previstas no contrato, são elas: 3) Avalie o projeto arquitetônico. Com a orientação de um arquiteto ou arquiteta, analise o projeto detalhadamente, para compreender se o imóvel que está sendo comprado está de acordo com suas necessidades, sejam elas para fins comerciais ou residenciais. Assim, é possível minimizar transtornos e eventuais gastos com adequações posteriores do imóvel. Você também pode fazer visitas às estruturas e estudar os materiais de divulgação Esta dica é especialmente importante ao abordar justamente a longevidade de uso do imóvel. Ao avaliá-lo junto a um(a) profissional capacitado(a), você pode analisar, por exemplo, questões como a acessibilidade dos espaços, que possibilita desde permitir a autonomia das pessoas durante seu envelhecimento, torna o espaço mais adequado para se adequar ao crescimento familiar e até mesmo adequações da rotina, como o potencial trabalho home office. Em resumo, é importante pensar se o imóvel tem os requisitos de acessibilidade para atender os moradores ao longo da vida. A decisão de comprar um imóvel é bastante séria e pode causar muita dor de cabeça se não for planejada corretamente. Por isso, esperamos que essas dicas possam lhe auxiliar neste momento de busca, seja para seu imóvel residencial ou comercial. E se você precisa de apoio para a compra de um imóvel na planta ou deseja realizar a avaliação do imóvel já contratado, conte com o Studio Universalis. Agende uma reunião com um de nossos especialistas pelo e-mail contato@studiouniversalis.com.br ou pelo WhatsApp (31) 98797-2392. Estamos à sua disposição!

Ler post »
Arquitetura Residencial

Antes e depois: o processo de desenvolvimento de uma reforma

Nas últimas semanas temos discutido aqui no blog sobre reformas, mostrando como minimizar possíveis transtornos, apresentando dicas e contando um pouco mais sobre esse universo da arquitetura. Hoje, finalizamos nossa série especial apresentando um pouco mais sobre o processo de desenvolvimento de uma reforma, mostrando o antes e depois de um projeto muito especial realizado pelo Studio Universalis. Esta reforma, executada no ano de 2021, teve como objetivo revitalizar o espaço de um apartamento mexendo o mínimo possível em sua estrutura.  Desde as primeiras conversas, o cliente apresentou o desejo de que fosse uma reforma econômica. Além disso, o prédio de alvenaria estrutural também estabeleceu diversas limitações quanto à modificação do espaço, já que não poderiam ser modificadas as paredes. Confira a seguir um pouco mais sobre como é este processo de desenvolvimento e execução de uma reforma e confira o resultado final do projeto de reforma residencial. Antes: o planejamento de uma reforma Os contatos iniciais para este projeto seguiram o padrão que já desenvolvemos aqui no Studio Universalis, com ênfase nas pessoas e na relação que elas estabelecem com os ambientes. O primeiro passo para compreendermos o que o cliente espera do projeto é uma conversa para entendermos seus principais desejos e necessidades. Nós do Studio Universalis realizamos esta conversa no local em que a obra vai ser feita, pois consideramos muito importante essa conexão entre pessoas e espaços. Neste primeiro momento, a conversa é onde tentamos entender o máximo possível sobre a demanda do cliente: o que ele deseja? O que imagina para os ambientes? Possui alguma referência que possa representar o que ele pensa para o espaço? O objetivo dessa conversa, mais informal, é entender quem são as pessoas, que uso fazem dos espaços, o que esse espaço precisa ter para satisfazer seus desejos e necessidades. Ao longo do projeto realizamos diversas conversas, para delinear uma proposta bem estruturada e relacionada aos desejos de quem irá usufruir dos ambientes. Depois disso, fazemos a medição do espaço e buscamos entender sua estrutura, para desenvolver as soluções mais assertivas. Posteriormente, passamos à etapa de construção do material nos softwares de maquete eletrônica, revisamos as medidas e tiramos as últimas dúvidas com o cliente. Após ter a estrutura estudada e montada, desenvolvemos as primeiras ideias na maquete eletrônica, afinando o projeto aos desejos do cliente. A partir daí surgem novas ideias e revisões, que são muito normais nos projetos de arquitetura. Após fecharmos e aprovarmos as primeiras ideias e soluções, passamos para a busca de acabamentos em lojas e fornecedores, afinando também os custos orçamentários da obra – tendo uma noção dos valores dos acabamentos e fornecimento de matérias primas. Depois da escolha dos materiais, é feito o projeto executivo, com todas as informações que a equipe que irá executar precisa para desenvolver seu trabalho. Um projeto executivo bem feito deve conter as informações técnicas de cada ação, acabamentos, quantidades e permitir à equipe de execução fazer um planejamento técnico da ordem de realização das ações e do tempo, dos recursos necessários para cada atividade e até mesmo dos recursos financeiros, pois, como comentamos em outros materiais, a determinação dos prazos também influencia no custo total da obra. Depois: o espaço reformado O objetivo principal desta reforma foi o de revitalizar os espaços do apartamento  sem grandes transformações em paredes e estruturas, já que o prédio é de alvenaria estrutural e, portanto, não seria possível mexer em sua estrutura. Para isso, pensamos detalhadamente sobre cada ambiente e, junto com o cliente, como poderíamos torná-lo mais bonito e aconchegante. O ambiente da cozinha foi totalmente reformado , e esta ideia surgiu ao longo do processo de revisão do projeto. O cliente foi vendo o potencial que a reforma apresentava e foi adicionando aspectos neste cômodo em específico.    O resultado final é um ambiente moderno, bonito e adequado às movimentações do dia a dia. Outro cômodo bastante interessante deste projeto é o banheiro, pois nele foram aproveitados alguns elementos como os armários, mas foi feita toda a troca de acabamentos. Confira, abaixo, fotos do cômodo antes da reforma: Nos banheiros optamos por soluções mais econômicas. Uma vez que o piso e o azulejo estavam em bom estado de conservação, fizemos apenas a troca do rejuntamento. A bancada do lavatório foi revitalizada com polimento e impermeabilização e trocamos as frentes das gavetas e portas do armário, visto que a estrutura ainda estava em bom estado. Também fizemos a limpeza técnica e a manutenção do box para que ele voltasse a funcionar adequadamente. Desta forma, conseguimos fazer com que estes banheiros passassem a ter seu visual totalmente renovado, com uma boa economia financeira. Nestes cômodos, aproveitamos as portas de vidro já existentes e a estrutura dos armários. Fizemos toda a troca do revestimento, refazendo o rejuntamento e a limpeza do espaço, trocamos as frentes de armários e os pisos e fizemos a troca de maçanetas de portas e dobradiças. O resultado final desse processo é que os banheiros ficaram muito mais confortáveis, com um ar mais moderno e com uma maior sensação de limpeza. Na sala e nos quartos o piso antigo foi substituído por um porcelanato. Usamos o mesmo modelo em todo apartamento, o que aumentou a sensação de amplitude.  Refizemos o forro de gesso da sala para que este tivesse um visual mais moderno e também para que pudéssemos adequar a iluminação ao novo leiaute. E falando em iluminação, há um aspecto importantíssimo dessa reforma, que foi a troca de toda rede elétrica do apartamento. Com o tempo e o uso, os cabos elétricos ressecam e o dimensionamento da rede elétrica passa a não mais atender às necessidades dos moradores, pois com o surgimento de eletrodomésticos novos, a tendência é que as famílias aumentem o seu consumo de energia, pelo uso de novos aparelhos. Assim, decidimos investir na troca de toda fiação do apartamento, assim como a adoção de luminárias com lâmpadas LED, que são muito mais econômicas. Todos os cômodos receberam uma pintura novinha tanto no teto, quanto

Ler post »
Arquitetura Residencial

Como realizar obras em condomínio sem grandes transtornos?

Se você mora em condomínio e precisou ou desejou fazer uma obra em seu apartamento, deve ter pensado muito bem antes de tomar esta decisão, certo? Independente de sua complexidade, obras em condomínios demandam um cuidado extra e precisam seguir algumas recomendações para garantir a tranquilidade a todos os moradores e moradoras do edifício. Pensando nisso, esta publicação do blog é especial para quem mora em condomínio e tem planejado realizar uma obra em seu apartamento, ou, ainda, em alguma área social de convívio. Preparamos um material completo, com várias dicas para quem quer garantir a segurança e tranquilidade no decorrer dos processos. Continue a leitura e acompanhe! Dica #1: responsável técnico pela obra Dentre as especificidades de obras em condomínios, uma delas é a necessidade de um profissional responsável técnico pelas modificações. Isso acontece porque pequenas alterações na estrutura do prédio podem pôr em risco a segurança dos moradores, por isso há dispositivos legais que regulamentam estas atividades. Arquitetos e engenheiros podem assinar como responsáveis técnicos pelas obras e isto é uma obrigação legal. Esta definição é pautada pela Norma ABNT 16.280, que determina que toda e qualquer alteração feita no território de um condomínio vertical deve ser notificada ao síndico, além de entregar uma série de documentos, entre eles a ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) no caso dos engenheiros, ou RRT (Registro de Responsabilidade Técnica), para os arquitetos. A Lei dos Condomínios e o Código Civil também trazem algumas regulamentações sobre obras em condomínios. A Lei nº 4.591 de 166 de dezembro de 1964 regulamenta a apresentação do plano de obras em assembleia a todos os condôminos, para que este seja votado e aprovado. Além disso, o(a) síndico(a) é obrigado(a) a fiscalizar o andamento da obra e pedir informações aos responsáveis por sua realização.  Já o Código Civil classifica as obras em condomínios em três tipos:  Necessárias – aquelas que buscam conservar ou impedir a deterioração do espaço;  Úteis – são as que melhoram e facilitam a vida em comunidade e o acesso aos ambientes;  Voluptuárias, focadas no lazer dos moradores e estética do condomínio.  Para cada um dos tipos, o código define algumas especificações a respeito de como proceder e a necessidade ou não de aprovação em assembleia. Este é um ponto muito sério a respeito de obras e reformas em condomínios e precisa ser a primeira questão a se levar em consideração no momento do planejamento, para garantir o bem estar e segurança de todos, além de estar em conformidade com a lei. Dica #2: mantenha contato com o(a) síndico(a) A segunda dica é manter contato com o(a) síndico(a) do condomínio ao longo do processo. Em um primeiro momento, converse com ele para entender um pouco mais sobre a realidade da construção. Busque por documentação que mostre a estrutura do prédio, pois cada tipo possui especificações próprias. Se, por exemplo, o prédio do seu condomínio for de alvenaria estrutural, não é possível mexer nas paredes durante a realização da reforma, e isso certamente tem muitos impactos sobre o projeto e a definição do que será feito. Outra questão importante é conhecer o projeto elétrico e hidráulico da construção, para entender o que pode ser feito e onde podem ser modificadas as estruturas. Após a elaboração do projeto, é preciso avaliar a necessidade de apresentá-lo em reunião de condomínio para sua aprovação em assembleia. Ao longo do processo, é importante manter o síndico informado de todas as alterações e como está o andamento das atividades. Dica #3: compreenda as normas do condomínio A terceira dica tem relação ao funcionamento do condomínio: para que sua obra transcorra da melhor forma possível, você precisa conhecer todas as normativas que regem o funcionamento do espaço. Quais os horários permitidos para mudanças ou carga e descarga de materiais? Há elevadores de serviço disponíveis? É possível utilizar a garagem para descarga de materiais? Como deve ser o fluxo de pessoas e equipamentos ao longo da semana?  Em um primeiro momento, essas perguntas podem não estar tão presentes em sua mente, mas elas são essenciais para organizar todas as ações e evitar transtornos ao longo do processo. Alguns condomínios pedem, por exemplo, o cronograma de obras detalhado, com a definição de cada atividade: quando começa, quando ela está prevista para ser finalizada, quem será a equipe responsável pela sua realização e, até mesmo, uma ficha cadastral de todos os trabalhadores envolvidos na obra. Por isso, é fundamental conhecer as exigências do seu condomínio em relação à realização de obras e reformas. Além disso, é essencial que você mantenha uma boa relação com os vizinhos, avisando quando a obra será realizada, em quais horários as equipes irão entrar no prédio para realizar os serviços, entre outras situações. Essa, inclusive, é nossa dica número 4. Dica #4: mantenha uma boa relação com condôminos Obras em condomínios, se não forem bem organizadas e resolvidas, são situações que podem ocasionar pequenos conflitos e dificultar o trabalho de todos os envolvidos. Por isso, nossa quarta dica é: mantenha uma boa relação com síndico e condôminos. Informe-os sobre os momentos da obra, quando serão utilizados equipamentos mais barulhentos, quando a equipe irá ingressar no prédio. Além da cordialidade, busque também manter os espaços de convívios sempre limpos e bem cuidados, pois sabemos que obras podem deixar o espaço com bastante sujeira. Quaisquer danos nas áreas comuns devem ser imediatamente corrigidos.  Manter uma boa relação com síndicos e vizinhos é uma ótima forma de fazer com que o processo ocorra sem conflitos, ajudando no desenvolvimento do trabalho. Se você pensa em realizar uma obra em seu apartamento, esperamos que estas 4 dicas te ajudem a tirar os planos do papel com tranquilidade e segurança. Se você deseja saber mais sobre o assunto ou, ainda, contar com profissionais especializados para assinarem a responsabilidade técnica de obras em condomínios, conte conosco! Marque uma conversa com a equipe do Studio Universalis pelo e-mail contato@studiouniversalis.com.br ou pelo telefone/WhatsApp (31) 98797-2392, estamos à sua disposição!

Ler post »
Arquitetura Residencial

Os principais problemas que você pode enfrentar em uma reforma (e como minimizá-los)

Como já comentamos em outras publicações aqui do blog, as reformas são conhecidas por trazerem diversas incertezas e preocupações. Mas uma coisa é certa: a reforma não precisa ser um sinônimo de problema. Por ser um cenário com muitas variáveis, é normal que ocorram algumas situações mais complicadas e que exigem uma tomada de decisões mais rápida. Por isso, na publicação de hoje vamos falar sobre possíveis problemas que você pode encontrar em uma reforma e como você pode minimizá-los. É importante frisar que as soluções não são um tutorial de como proceder exatamente, pois as questões que envolvem reformas, sobretudo as residenciais, são muito particulares e relacionadas ao contexto da obra e cada uma exige uma solução específica. Mas, sem dúvidas, as sugestões que vamos apresentar aqui podem ser ótimos direcionamentos para que você consiga tomar decisões assertivas em um curto prazo de tempo quando confrontado(a) com desafios semelhantes. De forma geral, há 4 grandes linhas que podem ser “fontes de problemas”: diagnóstico; suprimentos; prazos; provisão financeira. Continue a leitura e compreenda um pouco mais sobre como minimizar transtornos em reformas, atuando preventivamente nestes quatro aspectos que listamos acima.   O problema do diagnóstico Falamos sobre isso no blog da semana passada: um diagnóstico correto sobre os serviços a serem executados na reforma, durante a fase de planejamento da reforma é fundamental para que as fases posteriores transcorram com tranquilidade e para que a compra dos materiais e contratação da mão de obra seja feita de maneira assertiva. Porém, arquitetas(os) e engenheiras(os) não possuem a visão de “raio x” do Superman, e às vezes não é possível identificar os problemas existentes por baixo dos acabamentos e dentro da alvenaria. Uma das maiores dificuldades enfrentadas ao longo do processo de reforma é essa: não sabemos exatamente o que iremos encontrar quando tirarmos o revestimento. Por exemplo, às vezes identificamos que “há um pequeno vazamento na bacia sanitária” e, ao retirar a bacia, percebemos que o vazamento não é tão pequeno assim… e isso exige uma tomada de decisão muito rápida sobre como resolver o problema que não havia sido identificado previamente. Para minimizar estes problemas, a dica é fazer o diagnóstico o mais profundo que conseguir. Quando você estiver nesta etapa diagnóstica, o ideal é contratar profissionais especializados para avaliar condições específicas da residência. Por exemplo, para a reforma de uma casa, o(a) arquiteto(a) pode contratar um engenheiro eletricista para avaliar a parte elétrica da residência, pois com o passar dos anos há o ressecamento natural dos fios, e também o aumento do uso de equipamentos elétricos e eletrônicos que não tínhamos antigamente, o que pode  sobrecarregar a rede elétrica existente, caso ela seja muito antiga.  Uma outra situação: imagine que você deseja fazer uma reforma em sua casa, mas quer manter o piso de madeira de um dos cômodos; nessa situação, provavelmente sua primeira ideia seria fazer a revitalização da madeira. No entanto, dependendo do estado em que esse piso se encontra, a revitalização pode não ter o resultado esperado. Por isso, o ideal é, antes do início da obra, chamar um profissional especializado para fazer a avaliação das condições e verificar por quais processos o material tem a possibilidade de passar sem perder qualidade e/ou se o ideal é trocar o piso.  Esta é a importância de ter profissionais especializados atuando no momento do diagnóstico: ter a visão mais aprofundada possível sobre as reais condições do espaço e fornecer as melhores possibilidades para uma reforma com o mínimo de preocupações. É preciso ter o máximo de certeza sobre estas questões para que o resultado da obra seja o melhor possível.   Os problemas relacionados aos suprimentos Há um aspecto das reformas que pode causar diversos problemas e que muitas vezes não é levada em consideração: o fornecimento de material. Em qualquer tipo de obra, mas em especial nas reformas, a disponibilidade de materiais na quantidade e momento certos é fundamental para não ocasionar perdas de material e de tempo por conta de movimentações desnecessárias e quebras, e principalmente para que a equipe de execução não fique parada por causa da falta de material. Para que isso ocorra, a equipe de execução da obra precisa ter os suprimentos disponíveis com o tempo mais exato possível. No entanto, principalmente durante a pandemia, houve uma quebra na cadeia produtiva no mundo todo, e há setores econômicos que ainda enfrentam este desafio. Por isso, busque se informar sobre o cenário e os prazos dos setores dos quais os materiais serão buscados, de forma a evitar surpresas desagradáveis e prolongamento nos prazos da reforma. E, falando nisso, vamos ao terceiro ponto de atenção:   Problemas relacionados a prazos Os prazos têm forte impacto sobre todos os setores da obra, e quaisquer alterações nos suprimentos ou no diagnóstico podem acarretar em problemas para entregar a obra no período determinado. Mudanças no prazo causam um aumento nos custos fixos, com o aumento do prazo de execução de serviços e a contratação de equipe executora. Além disso, se há atraso na entrega de materiais, por exemplo, é preciso rever os contratos dos prestadores de serviço e pode haver um aumento, também, nos investimentos com pessoal. Em linhas gerais, para evitar maiores problemas relacionados ao tempo de entrega de cada etapa da reforma, suprimentos, prazos e mão de obra devem ser pensados juntos e muito bem administrados.   Provisão financeira O planejamento financeiro é uma das questões mais primordiais da realização de uma reforma: é preciso ter uma reserva financeira adicional, para garantir que todos os imprevistos possam ser resolvidos com tranquilidade. É aqui onde os três pontos anteriores têm impactos diretos, pois quaisquer imprevistos em relação a suprimentos, “surpresas” que não puderam ser diagnosticadas e prolongamento nos prazos implicam em um aumento significativo dos gastos. Por isso, não é interessante começar uma obra com provisão financeira justa e sem organização, pois as chances que os imprevistos fujam do controle é muito alta. . . . Sempre estamos suscetíveis a imprevistos em reformas, mas com estes

Ler post »
Arquitetura Residencial

Arquitetura residencial: Como fazer um bom planejamento para a reforma?

Quando falamos em reforma residencial, qual é a primeira palavra que vem à sua mente? É muito comum que as pessoas associem essa atividade ao estresse e muitas preocupações, dada a complexidade das situações que são encontradas. No entanto, a reforma não precisa ser um pesadelo e muito menos te deixar com grandes dores de cabeça. É possível fazer com que a obra ocorra bem, com o mínimo de preocupações. Até porque, como vamos explicar neste artigo, os imprevistos são muito comuns nesta modalidade, mas não quer dizer que eles obrigatoriamente sejam um transtorno para o cliente e a equipe executora. Com um bom planejamento e uma equipe responsável qualificada, a reforma residencial pode transcorrer com tranquilidade e o resultado final ser aquele tão sonhado lar! Você quer entender um pouco mais sobre como funciona uma reforma residencial e os passos para minimizar desconfortos e tornar o processo mais tranquilo? Então continue acompanhando esta publicação e entenda tudo sobre um bom planejamento de reforma. E começamos por aqui: o planejamento. Um planejamento bem construído é muito importante pois possibilita realizar as reformas e otimizar orçamentos, prazos e até mesmo tentar antecipar possíveis problemas.  O projeto e seu planejamento nunca são desenvolvidos somente pelo(a) arquiteto(a) responsável, ele é construído junto ao cliente e leva em consideração suas percepções e desejos. Afinal, o cliente é quem irá usufruir dos espaços e precisa tê-los adequados ao seu gosto estético e conforto.   A ação que dá base para o desenvolvimento do plano é o que o cliente deseja. Fazemos uma ou mais reuniões para entender o que as pessoas que vão habitar os espaços desejam, entender o que gostariam e o que não gostariam e, muitas vezes, compartilhar fotos e referências – estes materiais auxiliam a compreender melhor o que o cliente deseja, pois muitas pessoas possuem dificuldades em expressar o que esperam dos espaços de seus lares de forma objetiva. Por mais que sejam essenciais para definir os rumos iniciais do trabalho, estas reuniões ocorrem ao longo de todo o processo, para que seja possível ir ajustando a proposta aos gostos e necessidades. Cores, texturas, materiais e acabamentos: a identidade visual de cada ambiente é pensada entre cliente e arquiteto(a). O diagnóstico e fatores que influenciam no planejamento Dentre as etapas de desenvolvimento do planejamento, o diagnóstico é uma das mais essenciais para encontrarmos as melhores soluções para o espaço. A partir da solicitação do cliente, assim como o uso da palavra na medicina, avaliamos as características do espaço de forma a conhecer mais a fundo sua estrutura, encontrar patologias na construção e ter uma visão mais completa das condições da edificação. Apesar de o uso do termo ser semelhante ao da medicina, o diagnóstico da arquitetura não é tão preciso. Não há a possibilidade de fazer um “raio-X” do imóvel:  há questões estruturais que ficam ocultas e muitas vezes só são conhecidas quando a obra já está em andamento. A probabilidade de imprevistos em reformas residenciais é bastante alta, principalmente em imóveis mais antigos que podem possuir partes da sua infraestrutura comprometidas. Também podem ocorrer problemas na logística de distribuição de materiais: podem ocorrer atrasos e problemas na entrega, o material pode não ter sido produzido por problemas na cadeia produtiva… são inúmeros fatores que podem acabar impactando a realização da reforma. É, de fato, um processo complexo que exige um envolvimento por parte da equipe e do contratante de uma forma bastante intensa, para que o cliente consiga compreender todos os processos e como transcorrem dentro do prazo estipulado. O planejamento deve levar em consideração e deixar essas possibilidades nítidas ao cliente desde o princípio, para evitar maiores transtornos e otimizar a resolução de problemas para a execução das tarefas.  Cabe ressaltar, também, que evitar todos esses obstáculos e imprevistos será sempre o objetivo de profissionais sérios, tanto na equipe de execução quanto no desenvolvimento de projetos, pois tais imprevistos impactam não só o fluxo de trabalho da obra, mas também toda a cadeia produtiva do negócio. Agora que você conhece um pouco mais sobre alguns dos fatores que influenciam o planejamento, imagine esta situação: você contratou a reforma de sua casa e está avaliando o acabamento da sala de estar. Ao ver o revestimento 3D, você fala a(o) arquiteta(o) responsável: “Olha, que bonito que ficou! Vamos colocar naquela outra parede também?”, mudando a ideia inicial planejada para o ambiente. Pode não parecer, mas esta situação bastante comum tem um impacto direto em diversas questões da obra. A chamada mudança de escopo, ou seja, a mudança de objetivos, influencia os prazos e até mesmo o planejamento financeiro da reforma. Isso não quer dizer que a mudança de ideia não possa ocorrer, mas é importante perceber que ela demanda um ajuste no que havia sido acordado anteriormente. De forma geral, imprevistos e emergências impactam no processo como um todo: desde prazos e entrega, custo de material, custo de mão de obra e logística são impactados. E você pode estar se perguntando: “se todos esses imprevistos podem ocorrer, qual a importância do planejamento nesse cenário?” Justamente por ser um quadro tão complexo, a reforma residencial necessita de um projeto bem elaborado. Um bom planejamento, que leva em consideração esses aspectos, é capaz de contornar e minimizar essas situações e tornar a reforma mais tranquila para todos.  Confira a seguir algumas dicas finais para elaborar um planejamento de reforma: Defina os objetivos para sua reforma. Separe as principais referências e seus gostos pessoais para cada ambiente e para o espaço como um todo. Contrate empresas e profissionais capacitados, que prezam pela transparência em todos os processos. Tenha um orçamento estipulado e planeje-se financeiramente: há a possibilidade de gastos extras, para aquilo que não conseguimos enxergar no momento que ocorreu o diagnóstico. Considere os contratempos. Você pensa em reformar os espaços da sua residência e quer saber mais sobre o tema? Entre em contato com nossa equipe! Será um prazer conversar com você para entender suas demandas e buscar soluções para transformar e valorizar

Ler post »
Arquitetura Residencial

Adaptações da casa para o home office: soluções encontradas por nossos seguidores

A pandemia da COVID-19 nos tirou da zona de conforto de uma hora pra outra, afetando a nossa relação com os espaços, em especial os espaços domésticos. Do dia para noite fomos praticamente “expulsos” do nosso ambiente de trabalho, da rotina na academia, dos momentos de lazer e de quase todos os afazeres diários. Com essa nova realidade, foi como se ficássemos “exilados” dentro da nossa própria casa, transformando o ambiente que antes era um espaço para descanso no único lugar possível para vivermos. Assim como os adultos, as crianças também tiveram suas rotinas transformadas e, de repente, a casa que ficava movimentada somente às noites e aos finais de semana, passou a ter uma vida agitada e repleta de atividades todos os dias, em qualquer horário.  Com a necessidade de permanecer em casa, precisamos nos readaptar e também adequar os espaços às nossas mais novas necessidades.  Assim, esse ambiente íntimo que estávamos acostumados a habitar passou a ser também o berço de nossa interação com o mundo, o centro de nossa vida: é o lugar para morar, trabalhar, se divertir, estudar e se exercitar. A maioria das casas não estava preparada para esta nova realidade, nunca havíamos imaginamos antes ter de ficar isolados em casa, realizando todas as atividades em um lugar que antes era destinado apenas ao convívio familiar e social, lazer e descanso.  Lá no início da pandemia, em 2020, lançamos um material no Instagram da Arquiteta Angélica Picceli dando dicas sobre adaptações para otimizar o espaço de sua casa e tornar o home office mais confortável. Após alguns meses, recebemos alguns feedbacks de pessoas que, inspiradas pelos vídeos, realizaram pequenas modificações em suas casas e conseguiram transformar seus ambientes para ter espaços mais confortáveis e tornar a rotina mais agradável. Hoje vamos mostrar algumas destas adaptações e como nossos seguidores conseguiram adaptar espaços como uma varanda gourmet, que fica esquecida no dia a dia, e transformá-la em um ambiente adequado para o trabalho, que proporciona conforto, concentração, auxilia a produtividade e que permite separar o trabalho de suas tarefas pessoais. A varanda gourmet pode ser um espaço de estudos! Encontrar um lugar na casa que possa ser transformado para permitir o estudo de forma confortável pode ser um desafio. Neste exemplo, a varanda gourmet, que normalmente era utilizada apenas aos finais de semana, foi transformada em um espaço de estudo. Com o novo uso, a varanda gourmet tornou-se multifuncional: permite o estudo e trabalho sem interrupções durante a semana, e aos fins de semana e em datas especiais, continua sendo utilizada como ambiente de lazer, pois preserva esta estrutura com churrasqueira – que ficou atrás da mesa. Reparem como o cantinho de estudo foi carinhosamente decorado com plantas, fotos e objetos temáticos, tornando o espaço personalizado, confortável e aconchegante. Isso sem contar a linda vista que se tem da varanda e a iluminação natural privilegiada e muito adequada.   Estações de trabalho que conversam com os espaços O “remoto” se tornou realidade para grande parte dos trabalhadores e estudantes do país e, muitas vezes, mais de uma pessoa da mesma família precisou de um espaço próprio para o trabalho ou estudos. Uma das soluções encontradas por nossos seguidores foi criar estações de trabalho, de acordo com as necessidades dos familiares. O segundo espaço de trabalho da casa foi montado onde ficava o sofá de uma das salas da família e além de funcional e confortável, conversa muito bem com o design do espaço.  Podemos ver que esta estação está ao lado da varanda gourmet, tornando os espaços de trabalho e estudo de cada morador integrados, mas sem prejudicar a produtividade de ambos. Para viabilizar a instalação desta área de trabalho, o sofá da sala de estar foi remanejado para a sala de jantar. Uma forma interessante de aproveitar os móveis e otimizar os espaços a partir das necessidades de todos os moradores, sem abrir mão do conforto e gosto  pessoal. Área infantil – espaços integrados Com as crianças também estando todo o tempo em casa, foi preciso pensar espaços que permitissem que elas estudassem, que pudessem brincar e se divertir e que fossem seguros e confortáveis. O terceiro espaço que nossos clientes adaptaram a partir das dicas da arquiteta Angélica Picceli foi o espaço infantil, possibilitando que a filha do casal tivesse conforto e espaço para se divertir. A estrutura foi desenvolvida na sala de televisão. A pequena pode levar seus brinquedos e materiais escolares e, por serem espaços integrados, pode ficar próxima à família, seus pais podem acompanhar de perto seu crescimento e a filha pode curtir mais intensamente o convívio com eles. Mesmo que os três espaços sejam integrados, possibilitam que cada um tenha seu “cantinho”, seu ambiente, permitindo a privacidade e conforto para a produtividade dos adultos. Mas, ainda assim, os pais conseguem ficar próximos à filha. Estas adaptações são ótimos exemplos de como é possível, sem grandes reformas, ajustar o espaço às novas realidades dos moradores, mesmo que o  apartamento não seja grande. Este exemplo também nos mostra que é possível encontrar o equilíbrio entre os ambientes e  que é preciso olhar com cuidado para nossas casas, entendendo  o que pode ser feito para que todas as atividades de trabalho, estudo, lazer e descanso possam acontecer, de forma que todos os moradores possam conviver e compartilhar suas rotinas em harmonia. Agradecemos imensamente à Thais e ao Leandro, que compartilharam conosco um pouquinho do seu lar. Ficamos muito felizes em poder inspirá-los a encontrar formas para se adaptar a estas novas realidades. Se você realizou alguma modificação em sua casa para adaptá-la à rotina do trabalho ou estudo remoto, mande pra gente! Vamos adorar conhecer as soluções encontradas por vocês. E se você ainda busca a melhor forma de ajustar ou remodelar o seu espaço residencial, chame nossa equipe no WhatsApp (31) 98797-2392 e vamos juntos criar um projeto personalizado para que você tenha o que for preciso em seu lar!

Ler post »
A imagem mostra o projeto de uma residência em software 3D. A casa é vista pela lateral, é branca e tem dois andares. Pode-se ver uma escadaria no canto direito e, ao seu lado, um elevador . Algumas imagens de pessoas foram adicionadas à maquete para mostrar como seria a utilização do espaço. À frente da imagem há um bloco laranja com o texto em branco, escrito "Uma casa para a vida toda". Abaixo, um retângulo branco com o texto em preto escrito "Dúvidas sobre residências acessíveis e como projetar este espaço do zero." Nas laterais, formas em laranja que simulam a superfície de piso tátil.
Arquitetura Residencial

Uma casa para a vida toda: dúvidas sobre residências acessíveis

O sonho da casa própria é um dos mais presentes na vida dos brasileiros. Sua conquista é um momento de realização pessoal, onde a concretização deste sonho faz com que pensemos em todos os momentos felizes que aquele espaço irá proporcionar. É comum que pensemos nos bons momentos que iremos passar com quem amamos, no entanto, normalmente não pensamos na forma como nossos pais, filhos e até nós mesmos vamos usar os espaços ao longo da vida, já que tendem a ser utilizados por anos a fio, até mesmo por uma vida inteira. Para que o passar dos anos seja leve e com o menor aborrecimento possível, é preciso que a casa seja pensada e preparada para receber a todos os seus moradores.  Por isso, residências acessíveis são ótimas alternativas para que todos possam usufruir dos espaços por toda a vida com mais autonomia, liberdade e, acima de tudo, conforto. Com uma expectativa de vida do brasileiro cada vez mais alta, é necessário pensar os ambientes para que possam ser utilizados por esta parcela cada vez maior da população. Além disso, os últimos meses têm nos mostrado que, por mais que possamos planejar nossa vida e rotina, há mudanças que não podemos prever e que impactam significativamente a forma com que vivemos e nos relacionamos com as pessoas e com os espaços. Quais as vantagens de um imóvel acessível em relação ao imóvel tradicional? Questões relacionadas à saúde, mudanças no ritmo de vida, a chegada de novos membros na família e até mesmo nosso envelhecimento alteram a forma com que utilizamos os espaços e podem exigir grandes reformas e mudanças no imóvel caso os espaços não sejam propícios a adaptações. A grande vantagem das residências acessíveis ou adaptáveis em relação aos imóveis tradicionais é a de não precisarem ser feitas grandes reformas estruturais, nem mesmo trocar o imóvel quando ocorrerem quaisquer dessas situações, sejam elas previsíveis – como o envelhecimento, por exemplo – ou imprevisíveis – como questões de saúde, mudanças no ritmo de vida, etc. Isso implica uma economia a longo prazo, já que reformas estruturais ou trocas de imóveis demandam um gasto consideravelmente elevado, e os espaços adaptáveis, por possuírem uma estrutura que possibilita as adequações, necessitam apenas de pequenas reformas. Além disso, há uma maior qualidade dos espaços: casas acessíveis têm espaços mais amplos para possibilitar a circulação sem obstruções e, consequentemente, espaços mais confortáveis.  Por ser uma decisão que demanda bastante tempo e pesquisa, é comum que as pessoas tenham muitas dúvidas sobre como decidir pelo melhor imóvel para passarem suas vidas. Com os espaços acessíveis ou adaptáveis não é diferente. Por isso, separamos algumas dúvidas muito comuns que recebemos no Studio Universalis. “Ouvi dizer que o projeto de uma casa acessível é muito mais caro do que um imóvel tradicional. É verdade?” Uma concepção muito comum – e incorreta – é de que projetos arquitetônicos que envolvam a acessibilidade tenham um custo muito mais elevado do que os projetos tradicionais. A estimativa para os projetos acessíveis é de que custem apenas 2% a mais do que os que não levam em conta estas questões. Este custo imediato é muito baixo se comparado aos benefícios, tanto nas questões de reformas quanto no conforto proporcionado. A economia a longo prazo se dá em relação ao envelhecimento, mudança de hábitos e questões relacionadas à saúde – a vida é dinâmica e projetos acessíveis permitem um bom planejamento e adaptação a todas essas mudanças, pois não se torna necessário gastos com reformas estruturais, apenas manutenção. Além disso, quando você faz o projeto residencial há uma grande possibilidade de negociação dos materiais com os fornecedores, com opções de preço muito mais interessantes pelo volume de materiais. Por exemplo, se você deseja que todas as portas de sua residência tenham 80 cm de largura, como recomenda a norma regulamentadora para espaços acessíveis, você consegue maiores descontos por negociá-las em grande quantidade. “É possível projetar casas padrão popular acessíveis?” Sim, é possível! Casas totalmente acessíveis necessitam de um espaço um pouco maior, mas é possível que moradias menores também usufruam dos benefícios de espaços pensados para a vida toda. Como mencionamos, há pouca diferença no custo imediato de imóveis projetados para serem acessíveis em relação aos que não consideram estes aspectos. Além disso, caso não seja possível que o espaço seja 100% acessível, é importante que sua estrutura seja planejada de forma que ele seja facilmente adaptável.  “Meu terreno não é plano, é acidentado. Posso ter um imóvel acessível?” Sim, é possível encontrar soluções para a acessibilidade até mesmo em espaços com terreno acidentado. Neste material comentamos sobre o projeto da Residência Alphaville, projetada em terreno de grande declive e com soluções de acessibilidade em todos os ambientes. “Se eu optar por uma residência acessível, é obrigatório que todos os espaços sejam 100% acessíveis?” Esta dúvida é bastante comum quando conversamos com nossos clientes no escritório. Há, por exemplo, pessoas que não gostariam de ter barras de apoio instaladas em seus banheiros no momento em que solicitam o projeto e, caso este seja o desejo do cliente, as barras não são instaladas, mas haverá espaço na estrutura do imóvel para instalá-las sem maiores transtornos caso seja necessário. A grande questão é projetar a casa de forma a permitir o conforto e possibilitar ajustes futuros. Caso seja necessário em algum momento, a casa já foi projetada de forma a se adaptar facilmente a novas condições.   De forma geral, o primeiro ponto para a construção de uma casa para a vida toda é pensar os espaços a partir das pessoas: é necessário que o arquiteto responsável considere desde o início do planejamento quem irá fazer parte do dia a dia daquele ambiente, quais serão os principais desafios ao longo da vida, seus desejos e o que eles precisam para viver de forma plena porque só assim é possível criar soluções que abracem todas as suas necessidades, garantindo qualidade de vida e economia financeira. A casa deve atender ao estilo de vida de

Ler post »
A fotografia mostra detalhes da decoração de uma sala iluminada pela luz do sol. Uma mesa de madeira com diversos objetos decorativos como velas, cestas de vime, porta retrato e abajur, e um ramo de folhas secas em uma garrafa de vidro. Ao fundo, uma poltrona com almofada e a janela com as persianas abertas. À frente da imagem, caixa de texto laranja com texto branco escrito "Arquitetura residencial", seguida por caixa branca com texto preto, escrito "Dicas para tornar sua casa de férias mais aconchegante". Nas laterais da imagem, elementos que representam piso tátil aparecem em laranja.
Arquitetura Residencial

Dicas para tornar sua casa de férias mais aconchegante

    Quando pensamos em construir ou reformar a casa de férias, geralmente pensamos no quanto aquele espaço irá fazer parte dos nossos momentos de lazer e descanso e nas situações felizes que viveremos junto com a família e amigos. É muito comum que, neste momento de euforia, a gente pense em todos que irão desfrutar destes espaços, mas dificilmente na maneira como eles vão interagir com os ambientes. E esta é a chave para que os espaços sejam realmente aconchegantes: saber quem são as pessoas e como elas irão se relacionar com cada um dos ambientes. Afinal, uma casa aconchegante é mais do que apenas uma casa bonita, ela faz com que as pessoas se sintam bem!  Para uma casa de férias mais aconchegante, estética e funcionalidade se combinam criando um ambiente harmônico e convidativo. De modo geral, é importante pensar em alguns aspectos na hora de organizar seu espaço.  O primeiro deles: o principal objetivo do espaço é ser prático e relaxante, pois é o que todos desejamos para o período de férias. Assim, opte sempre por ambientes com espaço mais amplo, com áreas de circulação desobstruídas para que todos consigam transitar com mais conforto e segurança. Móveis planejados e bem definidos são capazes de conferir conforto e funcionalidade para seu espaço, sem deixar a desejar o aspecto estético. Menos peças e itens decorativos espalhados pelo espaço oferecem praticidade, liberando mais áreas para a circulação, diversão e brincadeiras.  Outro ponto bastante importante é a ventilação. Um erro comum é não incluir a ventilação cruzada em uma casa de férias, seja ela na praia ou no campo. Por permanecer muito tempo fechado, esse tipo de imóvel necessita de portas e janelas maiores e um pé direito mais alto, para evitar o acúmulo de umidade. Estes fatores, além de facilitar na sua manutenção e economia ao longo do tempo, conferem aos visitantes sensações mais agradáveis durante sua estadia.  Levando em consideração a temática “praia, férias e descanso”, os ambientes internos e externos podem ser personalizados para este tipo de ambientação. É interessante, também, explorar sempre que possível o uso de plantas e arranjos, pois, além de dar vida ao ambiente, auxiliam a criar uma atmosfera mais agradável e até mesmo a regular a temperatura. Uma dica é optar por plantas com pouca manutenção, como suculentas, por exemplo, tendo em vista a frequência com que você usa a casa de férias.  Até agora, apresentamos algumas dicas gerais de como você pode otimizar a residência para torná-la mais receptiva. A seguir, apresentamos três dicas para ambientes e uma dica bônus para você tornar sua casa perfeita para o lazer, descanso, e todos os momentos especiais que suas férias merecem. Confira: A porta de entrada: o cartão de visitas A porta da frente é o primeiro elemento que temos contato ao chegar, por isso ela deve fazer com que as pessoas se sintam bem-vindas no espaço. Opte por portas mais amplas, para que as pessoas consigam adentrar a residência sem dificuldade mesmo com malas ou compras de supermercado, por exemplo. No hall de entrada, prefira um espaço amplo para a circulação e invista em uma boa iluminação para acolher os visitantes. É interessante também dispor alguns móveis para que as pessoas consigam deixar objetos pessoais como bolsas ou casacos. É preciso ter bastante cautela para que estes móveis não acabem por obstruir o espaço de circulação, que é o ponto central deste cômodo. A cozinha é o coração da casa Em residências de férias, a cozinha ocupa um espaço de destaque por ser o centro de muitas confraternizações. Para garantir o conforto, além de um bom espaço de circulação que possibilite receber as pessoas e o preparo das refeições, existem alguns elementos que podem contribuir bastante para o sucesso deste espaço: Invista em cadeiras ou banquetas confortáveis. Uma opção é o uso de bancadas em ilha, que dividem o espaço e dinamizam a interação durante a realização destas atividades. É importante observar que a bancada deve possuir uma altura adequada, garantindo o uso, alcance e manipulação independentemente do tamanho do corpo do usuário, postura ou mobilidade.  Outro ponto que pode otimizar a sensação de conforto e que está muito presente na cozinha é a memória olfativa: aromas que relembram os tempos e acontecimentos mais felizes como almoços de família ou férias na casa da avó, por exemplo. Você pode pensar em algumas formas de incluir estes aromas na sua própria cozinha, potencializando a experiência de quem a frequenta. Uma possibilidade pode ser a utilização de vasinhos portáteis (que você pode trazer de casa), com ervas aromáticas e temperos frescos. Caso sua cozinha não tenha muito espaço disponível, uma outra alternativa é pensar em áreas gourmet. Estes espaços são áreas de convivência instaladas nos ambientes de maior privilégio da casa, que unem áreas internas e externas da residência. São uma área de destaque, onde todos se reúnem para passar momentos agradáveis e especiais e muitas vezes possuem um design diferenciado, que busca tornar o ambiente convidativo e aconchegante com muita praticidade. Em nosso blog temos um post sobre este tema e nele nós te contamos tudo para planejar espaços gourmets que garantam o maior conforto possível para todas as pessoas sem a necessidade de grandes transformações estruturais no seu imóvel. Salas de estar e TV Outro ambiente muito utilizado nas casas de férias são as salas. Sejam elas de estar ou TV, integradas ou não à cozinha e aos espaços gourmet, são lugares onde as pessoas se reúnem para conversar, jogar, assistir a um bom filme ou ainda, para quem gosta, um bom jogo de futebol.  Devemos pensar nestes espaços para que o mobiliário, além de conforto, potencialize o uso ao qual o ambiente se destina. No caso das salas de estar, entende-se que é um local onde as pessoas se sentam para conversar. Então, prefira sofás e poltronas com design apropriado para estar sentado, com espumas mais firmes,  dispostos de forma que as pessoas possam se ver – esta é a dica

Ler post »
A fotografia mostra a sala de estar de uma residência. Da esquerda para a direita, uma lareira com tijolos à vista, parede e janelas brancas e um sofá cinza, com uma família sentada. O homem brinca com o filho pequeno, segurando-o. A mulher abraça a menina pequena e todos riem. À frente da imagem, caixa de texto laranja com texto branco escrito "Arquitetura residencial", seguida por caixa branca com texto preto, escrito "Como será a casa após a pandemia?". Nas laterais da imagem, elementos que representam piso tátil aparecem em laranja.
Arquitetura Residencial

Arquitetura residencial: a casa após a pandemia

Adquirir um imóvel é um momento muito importante em nossas vidas e representa uma grande conquista. O sonho da casa própria é um grande objetivo para a maior parte dos brasileiros, e investimos tempo e dedicação para escolher o local ideal para chamar de lar. Nos relacionamos fortemente com os espaços que frequentamos, mas é em nossa casa que os sentimentos mais especiais afloram. É, afinal, neste espaço que nos relacionamos com nossos familiares, compartilhamos momentos, histórias e desenvolvemos parte de nossa identidade ao longo da vida.  A pandemia da COVID-19 impactou drasticamente todos os setores da sociedade e a nossa relação com os espaços domésticos também foi bastante afetada. Com a necessidade de permanecer em casa, precisamos nos readaptar e também adequar os espaços às nossas mais novas necessidades, como trabalho, por exemplo. Assim, esse ambiente íntimo que estávamos acostumados a habitar passou a ser também o berço de nossa interação com o mundo e as mudanças que vêm ocorrendo neste período parecem ter reflexos duradouros. É o que aponta a pesquisa realizada pela “A Vida no Centro”, que mapeou as principais tendências comportamentais quando o assunto é nossa relação com os espaços privados e urbanos. A pesquisa mostra que uma das principais transformações é que a casa se tornou o centro de nossa vida: é o lugar para morar, trabalhar, se divertir, estudar e se exercitar. Passando mais tempo em casa, redescobrimos os espaços e passamos a realizar atividades de forma diferente. Como aponta a pesquisa, uma das principais mudanças foi a redescoberta do coração da casa: a cozinha. Segundo os dados, 67% dos pesquisados passaram a cozinhar mais em casa, sendo que 7,2% aprenderam a cozinhar justamente neste período. A grande maioria das pessoas, 76%, pretende continuar comendo em casa mesmo com a reabertura dos restaurantes. Para possibilitar o maior conforto e versatilidade do espaço, a cozinha deve ser ampla e versátil, seja como cômodo único ou em conjunto com uma área gourmet. A casa também se tornou o local para atividades físicas, e essa tendência promete permanecer na rotina das pessoas. Mesmo com a retomada das atividades presenciais, os exercícios em casa parecem ser uma ótima alternativa para o ritmo corrido do dia a dia. Neste período a casa se tornou o centro de nossa vida e de todas essas atividades e, por isso, foi e tem sido necessário repensar o “morar”. A consolidação do trabalho remoto, aliado às demais atividades, fez com que fosse preciso repensar o espaço doméstico a partir dos usos que seriam necessários. Os espaços acolhedores agora, mais do que nunca, também precisam ser funcionais, para permitir que executemos estas diversas atividades no cotidiano. Como indica a pesquisa, a experiência de trabalhar em casa foi percebida como positiva por trabalhadores e empresas e é esperado que essa seja uma realidade também para o período pós-pandemia, com a adoção do modelo híbrido, ou seja, alguns dias de trabalho remoto e outros de trabalho presencial.  Este cenário nos fez perceber cada vez mais a importância de, ao escolher o espaço que servirá como nossa morada, deve ser possível adaptá-lo às necessidades que surgirão em nossas vidas. Assim como não pudemos prever a pandemia e tivemos que repensar nosso espaço residencial, não podemos prever o que irá ocorrer. Por isso, residências com plantas arquitetônicas adaptáveis são essenciais para permitir que tenhamos espaços cada vez mais amigáveis ao longo da vida. Já abordamos em outros materiais aqui no blog como é mais fácil e barato construir um projeto arquitetônico acessível do zero do que realizar futuras intervenções ao longo do tempo. Projetos inclusivos são pensados a partir das pessoas e dos possíveis usos que farão dos espaços; com a orientação de arquitetos especializados, é possível unir design e funcionalidade, construindo espaços acessíveis e duradouros para todas as pessoas. Para que isso seja possível, o arquiteto ou arquiteta especializado em arquitetura inclusiva considera, desde o início do planejamento, todas as pessoas que irão fazer parte do dia a dia daquele ambiente. Inclui, em seu processo, quais serão os usos comuns e possíveis desafios que enfrentarão ao longo da vida pois, ao projetar espaços a partir do conceito de desenho universal, estes espaços podem permanecer funcionais por muitos anos, com a garantia de conforto, bem-estar e qualidade de vida, além de uma considerável economia financeira. Design e funcionalidade não são termos antagônicos, muito pelo contrário! Após a compreensão de todas as características que são necessárias para que o imóvel se torne o ideal para todos os moradores, o profissional de arquitetura combina estas funcionalidades aos recursos de design, tornando os espaços com o estilo e gosto pessoal do cliente. Afinal, as relações que estabelecemos com os espaços são únicas, e a casa precisa expressar a vida e ser reflexo de todos que nela residem. O isolamento social nos fez ver o mundo de outras formas. A casa, que para muitos era apenas um lugar para recarregar as energias para viver a vida do lado de fora, se mostrou como potência para que todas as atividades aconteçam. Nos últimos meses, houve um aumento da procura por casas em relação a apartamentos, e quem buscava especificamente por apartamentos preferia imóveis maiores, com varanda, com amplo espaço de circulação e vista desimpedida.  Estamos nos relacionando de formas diferentes com os espaços. E você, como vê sua casa após a pandemia?

Ler post »
Acessibilidade

Espaços gourmet: comemorações de fim de ano mais acessíveis sem grandes transformações estruturais

Com o avanço da vacinação e a retomada de atividades presenciais em todo o Brasil, os encontros familiares têm passado a ocorrer com maior frequência e mais segurança. Os feriados de final de ano e o período de férias se aproximam e, com isso, muitas pessoas já se preparam para receber os familiares e amigos para as comemorações. Entre os preparativos, os ambientes da casa são repensados para acomodar a todos da melhor forma possível, afinal, esse é um momento importante para estreitar os laços e criar uma experiência inesquecível, aproveitando ao máximo as celebrações e as pessoas que amamos. Mas como pensar em novos ambientes sem reformar as estruturas da casa? Ao preparar um espaço perfeito para receber os familiares e amigos no fim de ano, espaços gourmets surgem como uma boa opção, por possibilitarem ressignificar ambientes da casa e torná-los ainda mais aconchegantes sem a necessidade de grandes reformas. Estes espaços são áreas de convivência instaladas nos ambientes de maior privilégio da casa. São uma área de destaque, onde todos se reúnem para passar momentos agradáveis e especiais. Muitas vezes possuem um design diferenciado, que busca tornar o ambiente convidativo e aconchegante com muita praticidade.  O espaço gourmet resgata o hábito familiar de se reunir enquanto prepara as principais refeições, dando vida ao ditado popular brasileiro que diz que “a cozinha é o coração da casa”. É pensado para aproximar todos os convidados, promovendo a interação entre todas as pessoas envolvidas. Para isso, a estrutura física do ambiente deve ser pensada de forma a acomodar todas as pessoas. É preciso, portanto, pensar os espaços a partir das pessoas e a arquitetura acessível fornece diversas possibilidades de fazê-lo sem a necessidade de grandes transformações estruturais em seu imóvel. Como definir a área para o espaço gourmet? Espaços gourmet possuem a característica de serem muito versáteis em relação ao local, pois existem diversas opções de onde e como construí-los. É necessário pensar nos locais disponíveis que você possui. Abaixo, listamos algumas características que são importantes no momento de planejar uma área de convivência que acomode as pessoas da melhor forma possível. Funcionalidade Um dos princípios do espaço gourmet é que seja um espaço funcional, pois, além de uma área social e de convivência, também envolve a preparação e manuseio de alimentos. Não deve ser abarrotado de móveis e/ou objetos, pois deve prezar pelo trânsito livre e desobstruído de pessoas. Versatilidade É importante planejar este espaço de forma que possa ser utilizado de formas.  Planejar ambientes multifuncionais possibilita que seus benefícios sejam aproveitados ao máximo. Além disso, é interessante também optar por um mobiliário versátil, que possa abarcar os usos das mais diversas formas. Uso de bancada Uma das características mais conhecidas das áreas gourmet é o uso de bancadas em ilha, que são utilizadas para preparar os alimentos e bebidas, organizar utensílios e tornar o ambiente mais funcional. Bancadas em ilha são uma opção interessante, pois elas dividem o espaço e dinamizam a interação durante a realização destas atividades. É importante observar que a bancada deve possuir uma altura adequada, garantindo o uso, alcance e manipulação independentemente do tamanho do corpo do usuário, postura ou mobilidade. Também deve possuir espaço suficiente para aproximação e utilização por todas as pessoas, sem prejudicar a circulação. Algumas soluções Além desses elementos, algumas medidas podem auxiliar a acomodar melhor todas as pessoas, proporcionando uma experiência ainda mais agradável aos convidados. Ao escolher o espaço que receberá a área gourmet, dê preferência por cômodos que possuam portas de acesso mais amplas, que garantam a passagem de idosos e pessoas com mobilidade reduzida, por exemplo. Ao dispor o mobiliário em sua área gourmet, mantenha um amplo espaço de circulação, sem interrupções e obstáculos, principalmente nos corredores de acesso. Caso haja irregularidades ou desníveis no piso, é importante que sejam removidos ou minimizados. Se isto não for possível, sinalize de forma bastante nítida, utilizando, se possível, mais de uma forma de sinalização. Além da área de convivência, planeje também o espaço dos banheiros. Medidas como barras de apoio, acessórios e bacia sanitária na altura adequada são importantes para garantir o conforto e acesso de todos. Opte por espaços livres, sem barreiras ou obstáculos que possam obstruir e/ou dificultar o acesso.   Recepcionar os amigos e familiares nas comemorações de fim de ano é algo sempre muito agradável. Ao planejar os espaços considerando as pessoas e os possíveis usos que possam fazer deles, é uma forma a mais de demonstrar seu carinho e cuidado. Pensar em espaços mais inclusivos dentro de casa significa falar de espaços que foram pensados para todos, em todos os períodos da vida, ou seja: jovens, crianças, idosos, gestantes, pessoas com ou sem deficiência, entre outros.  Neste artigo, apresentamos algumas sugestões para que você planeje seu espaço gourmet de forma a acomodar todas as pessoas sem a necessidade de transformações estruturais em sua residência. Entretanto, não há uma receita única para a adaptação dos espaços existentes, já que cada residência possui suas características. Cada caso precisa ser avaliado de maneira individual, para que as soluções sejam projetadas levando em consideração suas particularidades.  Se você quer saber mais a respeito deste assunto ou, ainda, como adaptar seu espaço residencial e torná-lo mais acessível, agende um horário com Angélica Picceli, nossa especialista, através do e-mail contato@studiouniversalis.com.br ou pelo WhatsApp (31) 98797-2392.

Ler post »

Categorias