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A fotografia mostra uma loja de roupas com piso de madeira. Na lateral esquerda, uma arara com diversas roupas em cabides, estruturas de madeira branca separam as araras. Ao fundo, uma bicicleta e a porta de vidro do estabelecimento. À frente da imagem, no canto superior esquerdo está a marca do Studio Universalis; abaixo, uma caixa de texto laranja com texto branco escrito "Arquitetura comercial", seguida por caixa branca com texto preto, escrito "Como definir qual o melhor momento para reformar seu estabelecimento comercial?". Nas laterais da imagem, elementos que representam piso tátil aparecem em laranja.
Arquitetura comercial

Como definir qual o melhor momento para reformar seu estabelecimento comercial?

Se você possui um estabelecimento comercial, certamente essa é uma dúvida que  já deve ter passado pela sua cabeça: “Como identificar o melhor momento para reformar o espaço físico do meu comércio?”. Este local, mais do que o espaço onde suas atividades comerciais ocorrem, é o cartão de visitas do seu negócio e o principal ponto de contato com o seu consumidor. Portanto, é imprescindível que ele esteja sempre bem conservado e transmita a imagem da marca de forma adequada ao público e é natural que muitas dúvidas surjam para tomar decisões relacionadas ao espaço.  No material de hoje vamos te explicar os principais benefícios de uma reforma, como analisar o cenário do seu negócio e como tomar a melhor decisão em relação ao momento certo para realizar a reforma. Vamos iniciar entendo quais os motivos que levam à necessidade de uma reforma: a reforma no ponto comercial pode ter diversas motivações: desde finalidades mais práticas, como adequação à normas e reparo de ambientes danificados pelo desgaste natural, até finalidades que visam modificar a aparência do espaço, trazendo novas funcionalidades ou novos ambientes.  Uma reforma bem planejada e executada pode trazer diversos benefícios. Alguns deles são: Mais funcionalidade A reforma pode melhorar a disposição dos itens, de forma a valorizar os produtos e otimizar o uso dos espaços. Também favorece a circulação de pessoas pelo ambiente, fazendo com que os clientes fiquem mais tempo no estabelecimento. Otimização do atendimento O melhor aproveitamento dos espaços facilita na distribuição dos produtos, fazendo com que estejam mais acessíveis aos vendedores e clientes, além de facilitar a dinâmica dentro do comércio. Clima de renovação que contribui para a motivação dos colabores As reformas possibilitam um “clima de renovação”, que é capaz de instigar e motivar os colaboradores. Além disso, a organização do espaço favorece um desempenho mais elevado nas vendas, pois as pessoas trabalham melhor em ambientes bonitos, confortáveis e aconchegantes. Atrair mais clientes O clima de renovação também afeta fortemente os clientes. O simples ato de reformar o espaço instiga o consumidor a entrar para conhecer as novidades. Essas mudanças no espaço físico do seu comércio podem fortalecer a marca do seu negócio.   Avaliando o cenário para tomar a decisão Antes de tomar a decisão de fazer ou não uma reforma, é preciso pensar em algumas questões para evitar preocupações e dores de cabeça, iniciando pela compreensão do espaço físico de um ponto comercial e quais suas finalidades. De forma geral, a arquitetura de um estabelecimento comercial possui dois principais aspectos: A infraestrutura mínima, que deve fornecer as condições para que pessoas que trabalham no negócio consigam exercer suas atividades da forma correta. Neste primeiro núcleo, é necessário atender à legislação vigente e também às normas do corpo de bombeiros, específicas para cada região e tipo de estabelecimento. Este conjunto de elementos é pautado por exigências legais e, por isso, para não correr risco de autuações, é necessário ter a infraestrutura mínima. O segundo núcleo diz respeito ao estado de conservação, aspectos visuais, funcionais e estéticos. O aspecto estético pode ser desenvolvido tanto para causar uma boa impressão ao cliente como para impulsionar o desejo de consumo. Não há uma recomendação universal para todos os estabelecimentos comerciais – há, inclusive, aqueles que não desenvolvem muitos os aspectos deste grupo -, pois ele está muito relacionado ao perfil da gestão e à relação que o estabelecimento possui com seus clientes. É importante, para tomar a decisão de investir ou não em uma reforma, levar em consideração estes dois núcleos. Quando o estabelecimento não atende às normas, já temos um ponto de atenção que indica a necessidade de reformas, pois ele corre o risco de ser autuado e as punições não costumam ser brandas. Além disso, as adequações no espaço devem ser feitas com urgência, correndo o risco de o estabelecimento ser fechado pelo descumprimento da lei. Para avaliar se é o momento certo de investir em uma reforma, olhe para os números e avalie a gestão do seu negócio. Se o estabelecimento não está tendo resultados favoráveis e não houve queda na qualidade dos produtos e serviços, é muito provável que tenha uma relação com o espaço físico e a reforma pode ser uma boa estratégia para reativar o público. Além disso, algumas dicas podem te ajudar a perceber melhor como a reforma afetaria seu negócio em cada momento, e qual a urgência em realizá-la. Analise as normas para pontos comerciais: leis municipais, estaduais e federais, para compreender se o espaço atende às normas. Se for um espaço alugado, é preciso compreender se a reforma é viável de acordo com o contrato de locação. Se forem possíveis as modificações, é preciso agir de acordo com a Lei 8.245/1991, ou Lei do Inquilinato, que define algumas condições para a reforma, dentre elas, a de que o inquilino não pode modificar a forma interna ou externa sem a autorização prévia do proprietário(a) imóvel. Para evitar maiores preocupações e dores de cabeça, é importante a leitura atenta destes materiais. Analise o orçamento disponível: é possível contemplar os gastos de uma reforma com o orçamento que possuímos agora? Se não, em quanto tempo isso será possível? Analise o impacto da reforma no funcionamento do negócio: algumas reformas exigem que a empresa fique fechada, sem produzir. Por isso é importante pensar no quanto essa mudança altera o funcionamento do estabelecimento. Como definir o momento certo para realizar a reforma? Após a ponderação e avaliação do cenário em que seu estabelecimento se encontra, separamos três pontos que determinam que este é o momento certo para que você realize a reforma no seu ponto comercial. O momento certo é quando você percebe que não está atendendo à clientela que deseja; Quando a estrutura física não permite que as pessoas que trabalham no estabelecimento consigam exercer suas funções de forma adequada; ou Quando o estabelecimento não atende às normas e legislações em relação ao espaço físico. A infraestrutura de um estabelecimento comercial, assim como qualquer imóvel, possui um período de

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A fotografia mostra detalhes da decoração de uma sala iluminada pela luz do sol. Uma mesa de madeira com diversos objetos decorativos como velas, cestas de vime, porta retrato e abajur, e um ramo de folhas secas em uma garrafa de vidro. Ao fundo, uma poltrona com almofada e a janela com as persianas abertas. À frente da imagem, caixa de texto laranja com texto branco escrito "Arquitetura residencial", seguida por caixa branca com texto preto, escrito "Dicas para tornar sua casa de férias mais aconchegante". Nas laterais da imagem, elementos que representam piso tátil aparecem em laranja.
Arquitetura Residencial

Dicas para tornar sua casa de férias mais aconchegante

    Quando pensamos em construir ou reformar a casa de férias, geralmente pensamos no quanto aquele espaço irá fazer parte dos nossos momentos de lazer e descanso e nas situações felizes que viveremos junto com a família e amigos. É muito comum que, neste momento de euforia, a gente pense em todos que irão desfrutar destes espaços, mas dificilmente na maneira como eles vão interagir com os ambientes. E esta é a chave para que os espaços sejam realmente aconchegantes: saber quem são as pessoas e como elas irão se relacionar com cada um dos ambientes. Afinal, uma casa aconchegante é mais do que apenas uma casa bonita, ela faz com que as pessoas se sintam bem!  Para uma casa de férias mais aconchegante, estética e funcionalidade se combinam criando um ambiente harmônico e convidativo. De modo geral, é importante pensar em alguns aspectos na hora de organizar seu espaço.  O primeiro deles: o principal objetivo do espaço é ser prático e relaxante, pois é o que todos desejamos para o período de férias. Assim, opte sempre por ambientes com espaço mais amplo, com áreas de circulação desobstruídas para que todos consigam transitar com mais conforto e segurança. Móveis planejados e bem definidos são capazes de conferir conforto e funcionalidade para seu espaço, sem deixar a desejar o aspecto estético. Menos peças e itens decorativos espalhados pelo espaço oferecem praticidade, liberando mais áreas para a circulação, diversão e brincadeiras.  Outro ponto bastante importante é a ventilação. Um erro comum é não incluir a ventilação cruzada em uma casa de férias, seja ela na praia ou no campo. Por permanecer muito tempo fechado, esse tipo de imóvel necessita de portas e janelas maiores e um pé direito mais alto, para evitar o acúmulo de umidade. Estes fatores, além de facilitar na sua manutenção e economia ao longo do tempo, conferem aos visitantes sensações mais agradáveis durante sua estadia.  Levando em consideração a temática “praia, férias e descanso”, os ambientes internos e externos podem ser personalizados para este tipo de ambientação. É interessante, também, explorar sempre que possível o uso de plantas e arranjos, pois, além de dar vida ao ambiente, auxiliam a criar uma atmosfera mais agradável e até mesmo a regular a temperatura. Uma dica é optar por plantas com pouca manutenção, como suculentas, por exemplo, tendo em vista a frequência com que você usa a casa de férias.  Até agora, apresentamos algumas dicas gerais de como você pode otimizar a residência para torná-la mais receptiva. A seguir, apresentamos três dicas para ambientes e uma dica bônus para você tornar sua casa perfeita para o lazer, descanso, e todos os momentos especiais que suas férias merecem. Confira: A porta de entrada: o cartão de visitas A porta da frente é o primeiro elemento que temos contato ao chegar, por isso ela deve fazer com que as pessoas se sintam bem-vindas no espaço. Opte por portas mais amplas, para que as pessoas consigam adentrar a residência sem dificuldade mesmo com malas ou compras de supermercado, por exemplo. No hall de entrada, prefira um espaço amplo para a circulação e invista em uma boa iluminação para acolher os visitantes. É interessante também dispor alguns móveis para que as pessoas consigam deixar objetos pessoais como bolsas ou casacos. É preciso ter bastante cautela para que estes móveis não acabem por obstruir o espaço de circulação, que é o ponto central deste cômodo. A cozinha é o coração da casa Em residências de férias, a cozinha ocupa um espaço de destaque por ser o centro de muitas confraternizações. Para garantir o conforto, além de um bom espaço de circulação que possibilite receber as pessoas e o preparo das refeições, existem alguns elementos que podem contribuir bastante para o sucesso deste espaço: Invista em cadeiras ou banquetas confortáveis. Uma opção é o uso de bancadas em ilha, que dividem o espaço e dinamizam a interação durante a realização destas atividades. É importante observar que a bancada deve possuir uma altura adequada, garantindo o uso, alcance e manipulação independentemente do tamanho do corpo do usuário, postura ou mobilidade.  Outro ponto que pode otimizar a sensação de conforto e que está muito presente na cozinha é a memória olfativa: aromas que relembram os tempos e acontecimentos mais felizes como almoços de família ou férias na casa da avó, por exemplo. Você pode pensar em algumas formas de incluir estes aromas na sua própria cozinha, potencializando a experiência de quem a frequenta. Uma possibilidade pode ser a utilização de vasinhos portáteis (que você pode trazer de casa), com ervas aromáticas e temperos frescos. Caso sua cozinha não tenha muito espaço disponível, uma outra alternativa é pensar em áreas gourmet. Estes espaços são áreas de convivência instaladas nos ambientes de maior privilégio da casa, que unem áreas internas e externas da residência. São uma área de destaque, onde todos se reúnem para passar momentos agradáveis e especiais e muitas vezes possuem um design diferenciado, que busca tornar o ambiente convidativo e aconchegante com muita praticidade. Em nosso blog temos um post sobre este tema e nele nós te contamos tudo para planejar espaços gourmets que garantam o maior conforto possível para todas as pessoas sem a necessidade de grandes transformações estruturais no seu imóvel. Salas de estar e TV Outro ambiente muito utilizado nas casas de férias são as salas. Sejam elas de estar ou TV, integradas ou não à cozinha e aos espaços gourmet, são lugares onde as pessoas se reúnem para conversar, jogar, assistir a um bom filme ou ainda, para quem gosta, um bom jogo de futebol.  Devemos pensar nestes espaços para que o mobiliário, além de conforto, potencialize o uso ao qual o ambiente se destina. No caso das salas de estar, entende-se que é um local onde as pessoas se sentam para conversar. Então, prefira sofás e poltronas com design apropriado para estar sentado, com espumas mais firmes,  dispostos de forma que as pessoas possam se ver – esta é a dica

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A fotografia mostra quatro pessoas sentadas à mesa de um escritório. Todos usam máscaras e têm notebooks à sua frente. À frente da imagem, caixa de texto laranja com texto branco escrito "Arquitetura comercial", seguida por caixa branca com texto preto, escrito "Como serão os espaços de trabalho em 2022?". Nas laterais da imagem, elementos que representam piso tátil aparecem em laranja.
Arquitetura Corporativa

Como serão os espaços de trabalho em 2022?

Muitas mudanças ocorreram nos últimos meses na forma com que trabalhamos e até mesmo enxergamos o mundo. Não podemos prever ao certo quais destas mudanças permanecerão em nossa rotina no próximo ano, mas diversas pesquisas têm apontado tendências de comportamento que estão conquistando espaço no mundo corporativo. A principal delas, destacada pela pandemia, é a urgência para repensar os espaços e priorizar as pessoas. Com o isolamento e as medidas de distanciamento social, vimos nosso trabalho cada vez mais próximo da vida pessoal, ambos ocupando, inclusive, o mesmo espaço físico. Com isso, mudamos nossos ambientes e rotinas para que estes dois mundos pudessem conviver em harmonia. Após quase dois anos neste cenário, muitas pessoas e empresas perceberam uma mudança positiva no que diz respeito à produtividade com o trabalho remoto. Diversas pesquisas apontam que a tendência é que o trabalho remoto permaneça na maioria das empresas, seja no formato exclusivamente em home office ou no modelo híbrido, com dias de atividades em casa intercaladas com dias no escritório presencial. A pesquisa realizada pela Fundação Dom Cabral em parceria com a Grant Thornton e a Em Lyon Business School mostra que 58% dos entrevistados consideram-se mais produtivos trabalhando em casa, mas que muitos sentem dificuldade em equilibrar o trabalho com as demandas pessoais. E esta realidade é muito comum para várias empresas. Por isso, é preciso reestruturar nossos espaços e relações interpessoais, para que possamos otimizar a qualidade de vida sem deixar de lado a produtividade. Dentre as principais tendências para o trabalho em 2022, uma pesquisa realizada pela PwC mostrou que o trabalho remoto, a automação de tarefas e um menor número de pessoas trabalhando nos escritórios são os principais pontos a serem mantidos. No geral, diretores executivos de todo o mundo acreditam que haverá uma digitalização ainda maior dos negócios no futuro, e que este processo foi acelerado pela pandemia. Dentre os principais insights apresentados pela pesquisa sobre o trabalho do futuro, estão: O bem-estar dos colaboradores será prioridade em empresas de todos os setores. Há uma preocupação em oferecer aos colaboradores apoio em questões de saúde e segurança, inclusão, bem-estar e apoio financeiro. Os gestores reconhecem os impactos positivos que estes aspectos possuem sobre a produtividade da equipe e também sobre a imagem da marca percebida pelos públicos de interesse. As empresas tendem a investir cada vez mais em tecnologia para otimizar todos os processos. “Resiliência”, que já destacamos como um sentimento chave para compreender os consumidores do futuro, também terá grande importância no mundo dos negócios. As empresas precisam estar preparadas para enfrentar mudanças e, para isso, é preciso modelos de negócios mais dinâmicos e flexíveis. As pessoas estão mudando sua forma de ver o mundo, e isso tem impactos em todos os aspectos, inclusive em suas relações com os espaços. A partir deste cenário, podemos indicar algumas tendências para a arquitetura dos espaços de trabalho nos próximos anos. Espaços que promovam o bem-estar dos colaboradores Para promover o bem-estar dos colaboradores, estas ações também devem estar presentes no espaço físico. Mais do que ser produtivo, é preciso sentir-se confortável. Escritórios com amplo espaço de circulação, que permitam o distanciamento entre as pessoas e garantam o maior nível possível de segurança sanitária são o ideal para este novo cenário. Uma baixa densidade de colaboradores ocupando os mesmo espaços também e ambientes de trabalho flexíveis, que não sejam estáticos e que se adaptem à realidade dos colaboradores são questões apontadas pelos gestores como essenciais para os escritórios de 2022.  Ambientes acolhedores Com um fluxo de trabalho híbrido, mesclando presencial com remoto, a rotina diária se modifica: é preciso pequenas pausas, momentos de descanso e relaxamento. por isso, espaços acolhedores e que proporcionem estas experiências são essenciais e se apresentam como tendências para o período pós-pandemia. Além disso, um dos aspectos mais importantes para garantir a segurança de todos é a circulação de ar. Por isso, espaços com aberturas e janelas que garantam luz natural e boa ventilação são, também, tendências para a arquitetura dos escritórios. Espaços multifuncionais Como apontado pelo resultado da pesquisa, a pandemia mostrou que as empresas precisam de resiliência, sendo flexíveis e se adaptando a mudanças em seus formatos de trabalho e atuação. Por isso, espaços multifuncionais são ótimas opções, pois são capazes de se transformar e otimizar o uso dos ambientes. Nos últimos meses o espaço da casa se tornou, também, o espaço de trabalho. Com a retomada das atividades, ainda que de forma parcial, o ambiente de trabalho vai precisar ter muitos atrativos e ser, de fato, uma experiência única para o colaborador. A arquitetura é a chave para criar ambientes ideais de trabalho, repensando as relações interpessoais e alinhando-os aos valores da empresa para melhorar a performance e a imagem percebida pelos próprios colaboradores e pelo consumidor. Além disso, a arquitetura é capaz de construir espaços mais inclusivos, confortáveis e seguros para todos, auxiliando no retorno às atividades presenciais e promovendo o bem-estar e a saúde. Como você vê os espaços da sua empresa nos próximos anos? Já pensou sobre os impactos que a pandemia trouxe para seu ambiente de trabalho? Compartilhe conosco nos comentários! E lembre-se: se você precisar de apoio para construir um ambiente empresarial mais seguro e confortável para você e seus colaboradores, conte conosco! A equipe especializada do Studio Universalis está à sua disposição. Marque uma conversa conosco através do e-mail contato@studiouniversalis.com.br ou pelo telefone/WhatsApp (31) 98797-2392.

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A fotografia mostra uma mulher sentada à mesa em um restaurante. Com os olhos fechados, ela sorri enquanto saboreia um prato.À frente da imagem, caixa de texto laranja com texto branco escrito "Arquitetura comercial", seguida por caixa branca com texto preto, escrito "Como os espaços podem transmitir sensações e influenciar comportamentos?". Nas laterais da imagem, elementos que representam piso tátil aparecem em laranja.
Arquitetura comercial

Como os espaços podem transmitir sensações e influenciar comportamentos?

Muitas histórias acontecem a partir da nossa interação com os espaços físicos de estabelecimentos comerciais. Vamos a um exemplo: Você decide ir a um restaurante, pois estava com vontade de saborear uma comida mineira. Chegando lá, parece que você estava entrando na casa da sua tia no interior de Minas Gerais: o espaço, a organização dos móveis, as cores e a iluminação, além do aroma irresistível de comida gostosa e bem temperada… A moda de viola que tocava no salão do restaurante fez você lembrar dos domingos alegres de reunião em família, das conversas e cafezinho passado no coador de pano. De repente, o que seria apenas um almoço em um bom restaurante se torna uma  incrível experiência emocional, que faz reviver memórias de sua infância. Já aconteceu algo semelhante com você? Isto não ocorre por acaso. Provavelmente esses lugares foram projetados de maneira a estimular os seus sentidos e as suas emoções, para criar uma experiência de consumo surpreendente e conectada com os seus valores e com aquilo que você realmente aprecia. Muitos estudos demonstram a importância de elementos como as formas dos espaços, seu aspecto estético, cores, iluminação, sons e texturas, como estímulos dos sentidos das pessoas, influenciando seus comportamentos e emoções e levando-as a permanecerem mais ou menos tempo nos lugares, consumirem ou não e estabelecerem fortes conexões com marcas e empresas. Os espaços projetados com estas características têm como ponto central as pessoas – a forma como vivem, seus hábitos e necessidades. Consideram as demandas do usuário: à qual função o ambiente se destina? Qual dimensionamento os espaços devem possuir para que as atividades e  relações sociais que ali serão desenvolvidas possam ocorrer de maneira eficiente, tranquila e igualitária para todas as pessoas? Perguntas como estas são essenciais para que a experiência das pessoas nesses ambientes seja completa, agradável e estimulante e para que histórias de integração com a marca ocorram. É preciso minimizar o eventual estresse, promover o conforto físico e potencializar a capacidade de acolhimento do lugar, valorizando o conforto emocional que eles podem proporcionar.  Além disso, estes espaços são projetados levando em consideração os objetivos do próprio negócio: como os produtos e serviços devem ser consumidos, quem e porquê devem consumí-los. O estabelecimento possui um propósito, e a arquitetura dos espaços deve estar intimamente ligada a ele. Já falamos aqui sobre as principais tendências de comportamento para o consumidor no ano de 2022. Segundo Dominique Oliver, CEO da marca de lifestyle Amaro, antes da pandemia, menos de 5% das compras eram feitas no ambiente online, no Brasil, e, agora, o comércio online já consome 11% das vendas de varejo. Apesar deste aumento significativo das vendas online, o espaço físico continua sendo muito importante para criar experiências agradáveis para o consumidor.  Segundo a tendência de perfis, o consumidor irá prezar, de forma geral, ainda mais pela valorização das pessoas e comunidades, por marcas que valorizem a inclusão e a conexão entre as pessoas e que forneçam experiências agradáveis, imersivas e acolhedoras. E neste ponto, não há nada melhor do que espaços físicos bem planejados, de acordo com os desejos e interesses do público-alvo, para produzir o encantamento através das vivências nos ambientes. Diversos aspectos arquitetônicos podem contribuir para transformar a experiência do consumidor em algo além da própria compra ou consumo, mas em uma experiência com envolvimento emocional, em algo inesquecível. Dentre estes aspectos, a iluminação possui grande importância, pois é capaz de valorizar o ambiente e potencializar as sensações. Costumo dizer que a iluminação está para a arquitetura da mesma forma como a cereja está para o bolo: é ela quem faz o arremate final e valoriza todo o trabalho de projeto e execução do design de qualquer tipo de espaço. Uma iluminação bem feita tem a capacidade de potencializar todas as intenções do projeto e provocar emoções e sensações nas pessoas. No entanto, quando não está adequada ao ambiente, o efeito pode ser desastroso: espaços pouco atrativos e desagradáveis, resultando em lugares onde as pessoas não se sentem confortáveis em estar. Aliada a um projeto arquitetônico bem estruturado, a iluminação é poderosa para influenciar o comportamento de consumo dos clientes. A seguir apresentamos algumas dicas valiosas para que você possa aproveitar ao máximo os espaços de seu estabelecimento e potencializar as experiências de seus clientes.   1 – É preciso ter um foco: pense sobre o perfil do seu negócio e do seu público Para que a iluminação seja uma aliada, é muito importante que seja pensada de acordo com o perfil do seu negócio e do público que ele atende, sob o risco de se criar uma ambientação que espante o seu cliente, ao invés de retê-lo, ou o contrário: as pessoas achem o lugar tão agradável que passem a querer ficar, quando o objetivo era que elas fizessem suas refeições rapidamente e fossem embora.   2 – A iluminação faz parte da decoração Além do perfil do negócio e do público, o segundo ponto de apoio de todo projeto de iluminação é o design do ambiente. Ambos, atuando de forma bem alinhada, servem para valorizar a arquitetura do seu restaurante e ajudar a criar as ambientações e sensações adequadas para o seu negócio acontecer. Mais do que isso, a iluminação faz parte da decoração e cada estilo de design demanda um tipo de luminária e efeitos de iluminação específicos.   3 – Use a iluminação para potencializar a experiência e criar setores, cenários diferenciados e pontos de interesse   A iluminação é uma aliada poderosa na valorização do seu estabelecimento e pode te ajudar a criar setores diferentes, com maior ou menor privacidade, demarcar e sinalizar as áreas de circulação e ainda destacar a arquitetura e objetos de decoração, criando ambientações diferenciadas, o que pode tornar o seu estabelecimento agradável e interessante para o cliente. Além disso, a iluminação também é uma alternativa interessante e que demanda pequenas alterações no ambiente para criar a sensação de novidade no cliente.   Quais sensações você deseja que seu estabelecimento provoque em seus

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A fotografia mostra duas mulheres em escada rolante. Ambas usam máscaras e carregam sacolas de compras. À frente da imagem, caixa de texto laranja com texto branco escrito "Para 2022", seguida por caixa branca com texto preto, escrito "O que esperam os consumidores?". Nas laterais da imagem, elementos que representam piso tátil aparecem em laranja.
Arquitetura comercial

Para 2022: o que esperam os consumidores?

Nos últimos dois anos vimos o mundo mudar: a pandemia nos obrigou a rever nossa forma de vida e nos readaptar a esta realidade. Podemos ver fortes reflexos destas mudanças em nossas vidas pessoais, nas relações com os espaços e também em nossos hábitos de consumo. Nossas relações familiares foram reestruturadas, com todos o tempo todo dentro de casa; os sentimentos de proteção e cuidado com aqueles que amamos têm sido fortes presenças em nosso cotidiano. A pandemia ampliou ainda mais a nossa velocidade de conexão e, por conta do isolamento social, potencializou os índices de contágio emocional digital – quando nos relacionamos e replicamos os sentimentos de quem está próximo.  Também acelerou drasticamente o processo de digitalização das empresas, impulsionando o comércio eletrônico e  também o consumo digital: lives, shows, espetáculos, fazendo com que todos os setores, inclusive o setor artístico e cultural, se adaptassem a este que parecia ser o único espaço possível. Dentre essas mudanças comportamentais, o trabalho remoto se fez muito presente e parece ser uma tendência até mesmo após o fim do período de isolamento, com o modelo híbrido. A casa, antes espaço de descanso, ao longo dos últimos meses passou também a ser um espaço funcional, abarcando escritórios e estações de trabalho para permitir que executemos estas diversas atividades no cotidiano.  Esta nova realidade nos revelou uma série de outras coisas que a partir de agora, com ou sem pandemia, passam a fazer sentido em nossas vidas. As mudanças foram tantas, em tantos aspectos de nossas vidas que, mesmo após o fim deste período, provavelmente não seremos os mesmo de antes. Cada um de nós sentiu e sente estas transformações de formas diferentes, mas há tendências que se apresentam de forma mais ampla no cenário mundial. Enquanto consumidores, percebemos como nossa forma de ver o mundo afeta nossas escolhas. Como empresários e empreendedores, devemos estar atentos aos padrões de comportamento para oferecer ao público experiências alinhadas às suas expectativas.  A WGSN realizou uma pesquisa de tendência para mapear o perfil do consumidor mundial para o ano de 2022. Este relatório auxilia os profissionais do varejo, empresas e marcas de todos os segmentos, a compreender seus públicos e se adaptar a esta nova realidade que exige muita flexibilidade, resiliência, conhecimento e criatividade. A pesquisa aponta que um dos fatores mais relevantes para nosso comportamento futuro, além das questões de saúde, economia e empregabilidade, é a conexão em todos os aspectos. Aparelhos cada vez mais conectados em redes cada vez mais rápidas irão proporcionar consumidores mais ligados uns aos outros e transmitindo sentimentos rapidamente em escala global. Estes últimos meses têm feito com que pensemos e sintamos em muitos aspectos e com a ampliação de nossas conexões, também transmitimos de forma muito mais ampla estes sentimentos. Por isso, a WGSN mapeou os principais sentimentos dos consumidores para 2022. O primeiro dos principais sentimentos é o medo. De acordo com as pesquisas realizadas pela WGSN, o medo foi um sentimento comum em todas as análises regionais e está presente nas mais diversas faixas etárias. Inseguranças em relação à incerteza econômica, desafios políticos, saúde e a preocupação com as consequências geradas pelo aquecimento global são constantes para os consumidores. Resiliência é outro dos sentimentos mais presentes e mais buscados pelos consumidores. A capacidade de resistir, absorver, se recuperar e se adaptar à adversidade ou à mudança está rapidamente se transformando em uma prioridade emocional. No entanto, a reflexão apontada pelo estudo indica: há uma tendência pouco saudável por uma “perseverança” a todo curso, quase como um troféu e não como uma habilidade emocional a ser cultivada. Por isso, o relatório aponta que a reflexão crítica acerca dos desafios a serem superados é a ênfase que se revela como tendência para os consumidores do próximo ano. Por outro lado, há um otimismo muito forte em relação ao futuro: enxergamos o mundo de outras formas e passamos a ver, nele, novas possibilidades.  O consumidor de 2022 também terá outra característica muito marcante: a dessincronização social, com cada um fazendo suas atividades em períodos distintos e seguindo seu próprio ritmo. Este aspecto foi potencializado pelos avanços tecnológicos, que nos permitiram maior comodidade e também flexibilizaram aspectos relacionados à produtividade. Estas mudanças redefiniram a vida urbana das cidades, já que, por exemplo, a jornada de trabalho tradicional está em desuso em diversos centros urbanos e as pessoas cumprem seus horários de forma mais distribuída. Pela escassez dos momentos síncronos, isto é, compartilhados ao mesmo tempo, há uma tendência de o consumidor valorizar cada vez mais espaços que ofereçam experiências únicas e envolventes.   Mas o que os consumidores esperam das marcas e empresas em um futuro próximo? A partir deste cenário geral, os resultados demonstram que há 3 grandes perfis de consumidores, cada um com realidades, expectativas e hábitos de consumo diferentes.  O primeiro grupo é o Comunitário, um grupo com estilo de vida agitado, que busca o equilíbrio entre a carreira e a vida social. São solidários, conscientes e focados na carreira e possuem interesse em marcas que valorizem as questões sociais, principalmente as pessoas e a realidade de suas comunidades. O segundo grupo é dos Estabilizadores. Este perfil geralmente está imerso na rotina de trabalho, com sobrecargas e altas pressões. No entanto, são conscientes destas situações e buscam formas de combatê-las. Querem tranquilidade de não ter opções em excesso e buscam produtos e serviços que forneçam experiências agradáveis, que os façam sentir bem e confortáveis. Os Novos otimistas são o terceiro grande grupo. São aventureiros e buscam defender os valores em que acreditam. Assim, buscam marcas que se adequem a seus conceitos e que proporcionem boas experiências, que possam ser compartilhadas e celebradas com seus pares. Suas principais prioridades são a inclusão e a conectividade, e buscam produtos e serviços que também valorizem estes aspectos. De forma geral, o consumidor em 2022 irá prezar ainda mais pela valorização das pessoas e comunidades, por marcas que valorizem a inclusão e a conexão entre as pessoas e que forneçam experiências agradáveis,

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A fotografia mostra a sala de estar de uma residência. Da esquerda para a direita, uma lareira com tijolos à vista, parede e janelas brancas e um sofá cinza, com uma família sentada. O homem brinca com o filho pequeno, segurando-o. A mulher abraça a menina pequena e todos riem. À frente da imagem, caixa de texto laranja com texto branco escrito "Arquitetura residencial", seguida por caixa branca com texto preto, escrito "Como será a casa após a pandemia?". Nas laterais da imagem, elementos que representam piso tátil aparecem em laranja.
Arquitetura Residencial

Arquitetura residencial: a casa após a pandemia

Adquirir um imóvel é um momento muito importante em nossas vidas e representa uma grande conquista. O sonho da casa própria é um grande objetivo para a maior parte dos brasileiros, e investimos tempo e dedicação para escolher o local ideal para chamar de lar. Nos relacionamos fortemente com os espaços que frequentamos, mas é em nossa casa que os sentimentos mais especiais afloram. É, afinal, neste espaço que nos relacionamos com nossos familiares, compartilhamos momentos, histórias e desenvolvemos parte de nossa identidade ao longo da vida.  A pandemia da COVID-19 impactou drasticamente todos os setores da sociedade e a nossa relação com os espaços domésticos também foi bastante afetada. Com a necessidade de permanecer em casa, precisamos nos readaptar e também adequar os espaços às nossas mais novas necessidades, como trabalho, por exemplo. Assim, esse ambiente íntimo que estávamos acostumados a habitar passou a ser também o berço de nossa interação com o mundo e as mudanças que vêm ocorrendo neste período parecem ter reflexos duradouros. É o que aponta a pesquisa realizada pela “A Vida no Centro”, que mapeou as principais tendências comportamentais quando o assunto é nossa relação com os espaços privados e urbanos. A pesquisa mostra que uma das principais transformações é que a casa se tornou o centro de nossa vida: é o lugar para morar, trabalhar, se divertir, estudar e se exercitar. Passando mais tempo em casa, redescobrimos os espaços e passamos a realizar atividades de forma diferente. Como aponta a pesquisa, uma das principais mudanças foi a redescoberta do coração da casa: a cozinha. Segundo os dados, 67% dos pesquisados passaram a cozinhar mais em casa, sendo que 7,2% aprenderam a cozinhar justamente neste período. A grande maioria das pessoas, 76%, pretende continuar comendo em casa mesmo com a reabertura dos restaurantes. Para possibilitar o maior conforto e versatilidade do espaço, a cozinha deve ser ampla e versátil, seja como cômodo único ou em conjunto com uma área gourmet. A casa também se tornou o local para atividades físicas, e essa tendência promete permanecer na rotina das pessoas. Mesmo com a retomada das atividades presenciais, os exercícios em casa parecem ser uma ótima alternativa para o ritmo corrido do dia a dia. Neste período a casa se tornou o centro de nossa vida e de todas essas atividades e, por isso, foi e tem sido necessário repensar o “morar”. A consolidação do trabalho remoto, aliado às demais atividades, fez com que fosse preciso repensar o espaço doméstico a partir dos usos que seriam necessários. Os espaços acolhedores agora, mais do que nunca, também precisam ser funcionais, para permitir que executemos estas diversas atividades no cotidiano. Como indica a pesquisa, a experiência de trabalhar em casa foi percebida como positiva por trabalhadores e empresas e é esperado que essa seja uma realidade também para o período pós-pandemia, com a adoção do modelo híbrido, ou seja, alguns dias de trabalho remoto e outros de trabalho presencial.  Este cenário nos fez perceber cada vez mais a importância de, ao escolher o espaço que servirá como nossa morada, deve ser possível adaptá-lo às necessidades que surgirão em nossas vidas. Assim como não pudemos prever a pandemia e tivemos que repensar nosso espaço residencial, não podemos prever o que irá ocorrer. Por isso, residências com plantas arquitetônicas adaptáveis são essenciais para permitir que tenhamos espaços cada vez mais amigáveis ao longo da vida. Já abordamos em outros materiais aqui no blog como é mais fácil e barato construir um projeto arquitetônico acessível do zero do que realizar futuras intervenções ao longo do tempo. Projetos inclusivos são pensados a partir das pessoas e dos possíveis usos que farão dos espaços; com a orientação de arquitetos especializados, é possível unir design e funcionalidade, construindo espaços acessíveis e duradouros para todas as pessoas. Para que isso seja possível, o arquiteto ou arquiteta especializado em arquitetura inclusiva considera, desde o início do planejamento, todas as pessoas que irão fazer parte do dia a dia daquele ambiente. Inclui, em seu processo, quais serão os usos comuns e possíveis desafios que enfrentarão ao longo da vida pois, ao projetar espaços a partir do conceito de desenho universal, estes espaços podem permanecer funcionais por muitos anos, com a garantia de conforto, bem-estar e qualidade de vida, além de uma considerável economia financeira. Design e funcionalidade não são termos antagônicos, muito pelo contrário! Após a compreensão de todas as características que são necessárias para que o imóvel se torne o ideal para todos os moradores, o profissional de arquitetura combina estas funcionalidades aos recursos de design, tornando os espaços com o estilo e gosto pessoal do cliente. Afinal, as relações que estabelecemos com os espaços são únicas, e a casa precisa expressar a vida e ser reflexo de todos que nela residem. O isolamento social nos fez ver o mundo de outras formas. A casa, que para muitos era apenas um lugar para recarregar as energias para viver a vida do lado de fora, se mostrou como potência para que todas as atividades aconteçam. Nos últimos meses, houve um aumento da procura por casas em relação a apartamentos, e quem buscava especificamente por apartamentos preferia imóveis maiores, com varanda, com amplo espaço de circulação e vista desimpedida.  Estamos nos relacionando de formas diferentes com os espaços. E você, como vê sua casa após a pandemia?

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Acessibilidade

Como escolher o espaço ideal para a realização de eventos e garantir o acesso de todas as pessoas?

As festas de fim de ano mobilizam o setor de eventos, um dos mais atingidos durante a pandemia. Com o avanço da vacinação e a retomada gradual das atividades, o fim do ano de 2021 promete comemorações, reunindo pessoas queridas para celebrar a virada, seguindo todos os protocolos de segurança e cuidados. Pessoas e empresas do setor se mobilizam para promover as melhores experiências a seus convidados. Ao planejar estes encontros deve-se levar em consideração o máximo conforto possível para o maior número de pessoas. Como comentamos frequentemente aqui no blog, a arquitetura inclusiva é capaz de aliar estética, funcionalidade e conforto, para otimizar as experiências de todas as pessoas. Por isso, espaços acessíveis são ótimas soluções para planejar confraternizações agradáveis e aproveitar as datas especiais com quem você ama. O que levar em consideração no momento de escolher o espaço ideal? A arquitetura dos espaços é um dos principais aspectos para se considerar durante o planejamento do evento. A seguir, trazemos algumas sugestões importantes para quem pretende organizar celebrações, sejam elas de grande ou pequeno porte. Leve em consideração o público estimado e a capacidade do local. Para garantir amplo espaço de circulação e considerar os possíveis imprevistos, escolha um local capaz de comportar um número de pessoas um pouco maior do que a sua lista de convidados. Verifique a acústica do espaço e quais os equipamentos necessários. O aspecto sonoro contribui para uma ambientação favorável. Por isso, é importante verificar se a distribuição do som se dá da maneira correta e quais equipamentos serão necessários para garantir esta qualidade. Escolha um espaço com localização de fácil acesso e boa infraestrutura. É preciso avaliar a estrutura física do local, se o salão, bar ou restaurante possui ambientes adequados às exigências legais para proporcionar conforto ao maior número de pessoas.   Espaços acessíveis potencializam a experiência dos convidados. Como pensar a acessibilidade em eventos? Autonomia é palavra-chave quando falamos do espaço, seja em uma estrutura montada para um evento de grande porte ou no aluguel de espaço privado para a realização de pequenas celebrações. Os ambientes precisam proporcionar autonomia a todos os convidados, para que possam circular livremente, sem obstruções, e usufruir de todos os bons momentos da confraternização. Para isso, é preciso levar em consideração toda a estrutura do local: corredores, portas, banheiros, estacionamentos, etc., e pensar nas possibilidades de usos destes espaços. Em relação ao piso, você deve evitar qualquer tipo de piso desnivelado. Se houver pequenos desníveis (entre 5 mm e 15 mm), realize pequenas adaptações para garantir a circulação entre um nível do piso e outro. Diferenças maiores são consideradas degraus e precisam ser niveladas com rampas – que possuem instruções específicas, de acordo com sua extensão, para a inclinação correta. Atente-se também aos corredores de circulação, que devem ser amplos. Evite tapetes decorativos que possam dificultar a movimentação de crianças, idosos, pessoas que fazem uso de cadeiras de rodas, bengalas e muletas. Em todos os ambientes, sinalize quaisquer degraus, pisos desnivelados, elevadores e obstáculos. Lembre-se que, independentemente de seu evento estar sendo realizado em espaço alugado ou cedido, a responsabilidade de garantir o acesso é dos organizadores. Por isso, é essencial disponibilizar banheiros adequados às normas de acessibilidade.  Garantir o acesso ao local do evento é essencial. Por isso, o evento deve oferecer vagas de estacionamento e disponibilizar um local para embarque e desembarque dos veículos, facilitando a entrada das pessoas. O espaço do evento contribui fortemente para a experiência dos convidados. Por isso, é imprescindível pensar na acessibilidade em relação às comidas e bebidas. Mesas devem ter altura suficiente para que pessoas em cadeiras de roda consigam encaixar a cadeira na parte de baixo. Além disso, a mesa e os itens devem estar ao alcance do braço.  Se as comidas e bebidas estiverem disponibilizadas apenas em uma mesa central, esta deve permitir a aproximação e utilização por todas as pessoas. Lembre-se de disponibilizar outras mesas menores e/ou suportes para apoio de copos e alimentos, possibilitando a livre comunicação de pessoas que se comunicam pela linguagem de sinais.  Se o evento tiver um menu, você pode disponibilizar também uma versão em braile.  Espaços acessíveis oferecem mais conforto e otimizam a experiência de todos os participantes do evento. Se você deseja saber mais sobre o assunto, recomendamos a leitura do Guia de Acessibilidade em Eventos desenvolvido coletivamente por diversas instituições, e que serviu como referência para a elaboração deste material. Acesse o guia completo clicando aqui. Cabe ressaltar que estas soluções que indicamos acima são essenciais para todos os estabelecimentos, por conta de exigências legais. Além disso, se você é proprietário de restaurante, bar ou salão comercial, tenha em mente que projetar espaços acessíveis ou realizar a adequação dos já existentes pode significar um grande diferencial competitivo para seu estabelecimento.  Se você deseja projetar espaços acessíveis e inclusivos, que aliem a estética à funcionalidade para proporcionar experiências mais imersivas e inesquecíveis em seu estabelecimento, agende um horário com nossa especialista, a arquiteta Angélica Picceli, através do e-mail contato@studiouniversalis.com.br ou pelo WhatsApp (31) 98797-2392.

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Fotografia de uma mesa de recepção. A mesa é de madeira e mostra uma placa com "Reception" ("recepção", em inglês) e, ao fundo, uma campainha no formato sino de mesa. À frente da imagem, caixa de texto laranja com texto branco escrito "Acessibilidade e turismo", seguida por caixa branca com texto preto, escrito "Como soluções de acessibilidade podem impulsionar hotéis e pousadas?". Nas laterais da imagem, elementos que representam piso tátil aparecem em laranja.
Acessibilidade

Acessibilidade e turismo: Como soluções de acessibilidade podem impulsionar hotéis e pousadas?

Não é novidade que a rede hoteleira busca, em meio a um cenário de concorrência acirrada, novas formas de se diferenciar e destacar no mercado. Dentre as inovações, investir em um bom atendimento e espaços hospitaleiros e acessíveis têm se mostrado como pontos essenciais para encantar o público consumidor. Como preveem especialistas, 2022 será um ano de retomada nos setores turísticos, com principal ênfase no turismo doméstico. Com este cenário, os empreendedores do setor hoteleiro podem esperar um maior fluxo de pessoas. A partir do avanço da vacinação e da retomada gradual das atividades, os consumidores possuem novos comportamentos e, também, novas prioridades. Uma pesquisa de tendência lançada recentemente pela rede de Hotéis e Resorts Hilton revelou que, nas próximas temporadas, os turistas devem buscar bem-estar e uma experiência diferenciada em todos os aspectos da estadia. Além disso, a pandemia potencializou a relação com as marcas, e os consumidores apresentam uma tendência ainda maior de buscar marcas que estejam alinhadas aos seus valores. Questões como sustentabilidade, conforto e acessibilidade têm grande destaque como importância para o consumidor que busca as redes de hotéis e pousadas. Os empreendimentos hoteleiros que buscam destacar-se no cenário competitivo podem apostar em soluções de acessibilidade pois, além de contribuir para a inclusão social, ambientes acessíveis promovem uma experiência mais agradável e fidelizadora. Além disso, passam a atender um número ainda maior de consumidores, como, por exemplo, o público idoso, que cresce consideravelmente e merece a atenção dos hoteleiros. Para promover a acessibilidade a todos os públicos, os espaços e equipamentos devem ser projetados de forma a facilitar seu acesso e utilização. Existem diversas regulamentações legais que dão conta destes aspectos e, com a orientação de arquitetos(as) especializados(as), os estabelecimentos podem implementar soluções acessíveis sem abrir mão do aspecto estético. Na verdade, as ações de acessibilidade arquitetônica podem potencializar a questão estética, promovendo ambientes planejados de forma a garantir maior conforto e bem-estar e criando experiências imersivas e envolventes.   O que diz a legislação brasileira sobre acessibilidade em hotéis e pousadas? As definições da legislação brasileira sobre acessibilidade na rede hoteleira não são recentes. Apesar de existirem há pelo menos 17 anos, há um desconhecimento acerca de suas determinações. É preciso difundir suas informações e transformar este conhecimento em ações práticas para a implementação de espaços mais inclusivos. O Decreto 5.296, de dezembro de 2004, estabelece que os hotéis construídos após a data de sua aprovação fossem projetados através dos conceitos do desenho universal. Ou seja, concebendo seus ambientes, programas e serviços de forma a serem usados por todas as pessoas, sem necessidade de adaptação ou de projeto específico.  A Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (também conhecida como Estatuto da Pessoa com Deficiência) apresenta esta determinação de forma mais específica. A Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, tem como objetivo assegurar e promover, em condições de igualdade, o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoa com deficiência, visando à sua inclusão social e cidadania.  O documento prevê que hotéis, pousadas e similares devem ser construídos observando-se os princípios do desenho universal, além de adotar todos os meios de acessibilidade, seguindo as recomendações técnicas da NBR 9050:2015.  Os estabelecimentos já existentes devem disponibilizar, pelo menos, 10% (dez por cento) de seus dormitórios acessíveis, garantindo, no mínimo, 1 (uma) unidade acessível por estabelecimento. Além disso, a Lei prevê que os dormitórios devem ser localizados em rotas acessíveis (ou seja, percursos sem interrupções, sinalizados e que englobam todos os elementos que compõem a acessibilidade).  Apesar de complexas, estas medidas podem ser aplicadas em projetos de estabelecimentos de todos os portes. Arquitetos especializados, com amplo conhecimento da legislação, projetam estes espaços aconchegantes, alinhados às demandas da lei e atrativos para os consumidores.    Por que é importante estar atento à acessibilidade hoteleira? É um reforço positivo para a imagem da marca Como indicado pela pesquisa de tendências do ramo hoteleiro, os consumidores buscam cada vez mais marcas que defendam valores que consideram importantes. Assim como a sustentabilidade, por exemplo, a acessibilidade é uma pauta importante e, ao demonstrar, com ações reais, o quanto seu hotel ou pousada estão engajados para receber todos os hóspedes, o estabelecimento terá um reforço positivo da imagem percebida pelo público.   Amplia as possibilidades de público Ao investir em acessibilidade, os estabelecimentos podem atender a um número maior de pessoas de uma maneira ainda mais satisfatória. A partir da aplicação destas soluções os espaços passam a ser mais convidativos para pessoas com deficiência, pessoas com mobilidade reduzida, idosos e seus acompanhantes. O que representa, também, um acréscimo no faturamento da empresa.   É necessário estar em conformidade com a legislação Como demonstramos, existem diversas leis e normas que regem a acessibilidade dos espaços e dispositivos e é obrigação dos estabelecimentos estarem em conformidade com a legislação. Projetos executados sob a orientação de arquitetos especializados em arquitetura inclusiva podem beneficiar os espaços de forma a adequá-los às normas locais e nacionais e promover as melhores experiências aos consumidores. Se você possui um hotel ou pousada e deseja implementar a arquitetura inclusiva como parte da sua estratégia comercial, para se diferenciar neste cenário competitivo, entre em contato com nossa especialista Angélica Picceli pelo e-mail contato@studiouniversalis.com.br ou pelo telefone (31) 98797-2392.

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Fotografia da inauguração do Projeto Pelô Acessível. A imagem lateral mostra, de forma aproximada, um homem em cadeira de rodas atravessando a passarela acessível instalada no Pelourinho. O homem usa uma camisa listrada verde e calças jeans. À sua frente, uma mulher em cadeira de rodas também atravessa a passarela. A frente da imagem, caixa de texto laranja com texto branco escrito "Turismo e patrimônio histórico", seguida por caixa branca com texto preto, escrito "Como a acessibilidade pode estimular o aumento de demanda no setor turístico". Nas laterais da imagem, elementos que representam piso tátil aparecem em laranja.
Acessibilidade

Turismo e patrimônio histórico: como a acessibilidade pode estimular o aumento de demanda no setor turístico

Com o avanço da vacinação e as perspectivas positivas para o turismo nacional no ano de 2022, as pessoas já começam a preparar suas viagens planejando os roteiros e programações. Neste momento pesquisamos os melhores hotéis, pousadas e também os espaços culturais e atrações que iremos acompanhar, fazendo planos para aproveitar o período da melhor forma possível. Estas experiências e relações com os espaços são importantíssimas na vida de todos, afinal, os lugares com os quais as pessoas têm contato possuem forte influência sobre suas vidas. No entanto, inúmeros são os equipamentos culturais e de lazer que não podem ser utilizados por todas as pessoas: espaços em más condições de acesso e circulação, que não possuem acessibilidade, acabam por impossibilitar que idosos e pessoas com deficiências e/ou mobilidade reduzida os visitem.   Mas por quê a acessibilidade em patrimônios históricos é importante? Laura Martins, criadora do blog Cadeira Voadora, comentou na live que realizamos no Mês da Acessibilidade:  “Quando tiramos da pessoa com deficiência a oportunidade de frequentar os mais diversos lugares, onde ela pode aprender, onde ela pode conhecer outras visões de mundo, a gente está tirando muito mais do que a gente pensa… a gente está tirando a possibilidade de formar personalidades”.  Laura Martins, blogueira e escritora Espaços acessíveis garantem o acesso à história, cultura, à arte e muitos outros elementos essenciais para a construção de nossas identidades. Muitos destes espaços são patrimônios tombados, mas isso não pode ser um impedimento para que haja acessibilidade, dada sua importância social. As intervenções que buscam promover a acessibilidade e melhor mobilidade nos patrimônios tombados têm impacto positivo de grande alcance, qualificando estes espaços e valorizando a circulação de pessoas, aumentando o uso desses equipamentos e favorecendo o contato com elementos culturais importantes para a identidade regional e nacional.   Acessibilidade e patrimônio – marcos legais que devem ser cumpridos De acordo com o IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, órgão responsável pela preservação e divulgação do patrimônio material e imaterial do país, discutir sobre a mobilidade e acessibilidade em áreas tombadas é essencial na gestão do patrimônio, pois, ainda que o país possua uma legislação bem delineada sobre as questões de acessibilidade nos espaços, há muito o que se feito para garantir que as leis sejam cumpridas. O principal desafio é fazer cumprir estas regulamentações e realizar as intervenções necessárias para garantir o acesso de todas as pessoas de forma conjunta à preservação do espaço. Para que as medidas sejam compatíveis, devem ser planejadas e realizadas de forma a manter as características do patrimônio. Para isso, arquitetos especializados devem fornecer as orientações necessárias para garantir a acessibilidade e melhor mobilidade nos conjuntos urbanos tombados de forma preservar sua estrutura.   O que pode ser feito em relação à acessibilidade nestes ambientes? Para que as ações sejam compatíveis, devem ser planejadas e realizadas de forma que não produzam descaracterização do patrimônio cultural. O Brasil é referência nas leis de acessibilidade, e, no entanto, há muito que ser melhorado em relação às ações de acessibilidade nestes espaços.  Cabe ressaltar que a acessibilidade deve ser pensada de forma interdisciplinar, pois é um conceito que, como destacamos em outros materiais aqui no blog, envolve diversas dimensões. É preciso pensar no deslocamento até chegar ao espaço cultural, como ônibus com plataforma elevatória, calçadas adequadas, com rebaixamentos para proporcionar o acesso ao espaço e também proporcionar uma sinalização e comunicação completa e adequada para que todos consigam chegar às atrações turísticas. O fato de o prédio ser tombado não pode ser impedimento para a adoção de soluções de acessibilidade, pois diversas são as possibilidades que podem ser utilizadas de acordo com a estrutura do patrimônio, para torná-lo mais acessível. Algumas alternativas podem auxiliar para tornar o espaço mais acessível para todas as pessoas, como: Se há mesas, bancadas ou balcões no ambiente, estes devem ter altura adequada para que pessoas sentadas ou em pé consigam utilizá-los. Os ambientes devem ter amplo espaço de circulação e ser bem iluminados. Plataformas elevatórias podem ser utilizadas para ambientes com escadas ou desníveis no piso. Espaços anexos são ótimas soluções para a instalação das plataformas elevatórias caso a estrutura do patrimônio seja limitante. Banheiros acessíveis com amplo espaço, barras de apoio e  peças sanitárias adequadas. Em relação às exposições e demais elementos culturais, é importante pensar na sua percepção sempre por mais de um sentido: o uso de escrita tátil em Braille, de audiodescrição e obras em alto relevo são essenciais para que o maior número possível de pessoas consiga ter acesso aos equipamentos. Em relação à comunicação, a presença de intérpretes de LIBRAS e o uso de legendas em peças audiovisuais também são essenciais.   É importante que o site também seja acessível pois, antes de ir até o destino, as pessoas buscam informações na internet. O acesso à informação é fundamental e, por isso, a construção do site e a organização dos conteúdos precisa ser acessível, para que quem deseja visitar o espaço compreenda as informações. É importante também explicitar qual o nível de acessibilidade daquele espaço, se possui meia entrada para pessoa com deficiência e seu acompanhante, por exemplo, e também se existem equipamentos de áudio ou comunicação tátil. Por conta da complexidade e dos diversos níveis de acessibilidade, é muito difícil encontrar equipamentos de lazer e patrimônios culturais que sejam completamente acessíveis. Este é um processo que deve ser planejado com a orientação de profissionais especializados e alguns lugares conseguem chegar muito próximos ao nível ideal.   Pelourinho, um exemplo em solo brasileiro Um exemplo positivo é o Pelourinho, em Salvador – BA. O conjunto urbanístico e arquitetônico no centro histórico de Salvador foi declarado Patrimônio Cultural da Humanidade, pela Unesco em 1985 e em 2012 passou pelo Projeto “Pelô Acessível”, que estabeleceu uma rota acessível no local. Dentre as intervenções no espaço, foi promovido o alargamento de calçadas, de forma a contemplarem a legislação brasileira, passarelas e travessias para cruzar a rua, recuperação e nivelamento de ruas e construção de rampas

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Fotografia de poste metálico com o símbolo internacional do acesso em azul sobre fundo branco. Atrás ao poste, uma superfície de vidro reflete a figura de uma mulher empurrando um carrinho de bebê. A frente da imagem, caixa de texto laranja com texto branco escrito "Acessibilidade e espaços urbanos", seguida por caixa branca com texto preto, escrito "Mais oportunidades com cidades mais inclusivas.". Nas laterais da imagem, elementos que representam piso tátil aparecem em laranja.
Acessibilidade

Acessibilidade e espaços urbanos: mais oportunidades com cidades mais inclusivas

De acordo com a legislação brasileira, é necessário garantir o acesso de todas as pessoas à educação, saúde, trabalho, esporte, cultura e infraestrutura urbana, tanto em espaços públicos quanto privados. No dia a dia, ao transitar pelas calçadas nos deparamos com uma estrutura muitas vezes comprometida, falta de acessibilidade e poucos espaços para deslocamento. Além de afetar a paisagem da cidade, é algo que pode causar diversos transtornos para qualquer pessoa. De acordo com a Constituição Federal, no geral, o proprietário do imóvel, residencial ou comercial, é o responsável pela reforma e conservação das calçadas. Ao poder público, cabe a fiscalização e a conservação da via pública.   Mas por que a acessibilidade em espaços públicos é importante? Espaços urbanos bem cuidados e acessíveis facilitam o dia a dia de todas as pessoas. A acessibilidade em espaços urbanos propõe um olhar sobre a facilidade com que cada pessoa consegue se deslocar pela cidade para fazer o que deseja ou precisa. Está, portanto, ligada às oportunidades disponíveis a todas as pessoas: espaços e transportes urbanos em condições adequadas permitem que a  população tenha a seu alcance educação, oportunidades de trabalho, lazer, cultura, enfim, todas as possibilidades que a cidade oferece. Ao ampliar o número de pessoas com acesso aos equipamentos de lazer e estabelecimentos comerciais, paisagens urbanas acessíveis favorecem o desenvolvimento da cidade como um todo, inclusive impactando na atividade turística, proporcionando aos visitantes e moradores uma experiência mais agradável e acolhedora. Quando falamos de turismo, muitas pessoas podem pensar apenas em pontos consagrados como atrações turísticas, e muitas vezes não percebem a importância dos espaços urbanos para a construção de um ambiente atrativo. Ruas, calçadas, parques, praças e até mesmo pontos de ônibus e outros transportes coletivos podem se tornar fatores positivos e até impulsionar a atividade turística. O setor do turismo estima um crescimento significativo para o ano de 2022, e as viagens dentro do país se mostram como as principais tendências de destino. Pensar no deslocamento e acesso aos espaços é ponto chave para ampliar essas possibilidades. E não é apenas a instalação de uma rampa, que tornará a acessibilidade possível. Para cidades mais acessíveis, é preciso o planejamento dos espaços a partir das pessoas e dos possíveis usos que poderão fazer de todos ambientes – sejam eles ambientes urbanos tais como parques, praças e as ruas, ou ainda os prédios públicos e privados. De acordo com o ranking Connected Smart Cities 2021, as cidades brasileiras com melhor mobilidade urbana são São Paulo (SP), seguida por Florianópolis (SC) e Curitiba (PR). A capital paulista possui meios de transporte públicos e não-públicos com os serviços básicos de acessibilidade, como ônibus com elevadores para transportar cadeiras de rodas e táxis com bagageiros maiores para caber a cadeira. Como Laura Martins escreve em seu blog, o Cadeira Voadora, é preciso que todos compreendam a importância de se projetar espaços acessíveis, para que o projeto e a implantação destas soluções sejam realmente efetivas. Não raro, encontramos soluções de acessibilidade que parecem adequadas, mas que na realidade não são. Laura exemplifica este tipo de situação com o caso de uma “faixa de pedestre acessível” que não garante a travessia segura para todas as pessoas. Você pode saber mais sobre esse caso lendo a matéria no blog Cadeira Voadora, basta clicar aqui.   Como podem ser pensadas as soluções de acessibilidade para cidades mais inclusivas? A seguir, apresentamos algumas sugestões que podem tornar as cidades mais inclusivas e aconchegantes, proporcionando acessibilidade para fomentar todas as suas atividades, e, em especial, o turismo. Calçadas largas, regulares e com piso em boas condições minimizam o risco de quedas e facilitam a circulação de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.   O rebaixamento da calçada  junto às faixas de travessia de pedestres é outro elemento importante para melhorar as condições de acesso e locomoção.   A faixa de pedestres deve estar em boas condições, com o piso regular. O semáforo deve ser bem sinalizado, de preferência fazendo o uso de dispositivos sonoros; Outro ponto muito importante é que o semáforo deve possuir tempo suficiente para permitir a travessia segura de todas as pessoas.   Piso tátil instalado corretamente, para indicar o caminho a ser percorrido e também rebaixamentos em calçadas, obstáculos sobre o passeio, plataformas e quaisquer desníveis.    Estas são algumas das inúmeras ações para tornar os espaços urbanos mais acessíveis. É necessário adaptar a paisagem das cidades para que a vida social seja funcional e confortável e para tornar o espaço urbano mais agradável a todas as pessoas.  Cabe ressaltar, também, que espaços públicos e privados têm a responsabilidade de permitir o uso e acesso de todas as pessoas a seus ambientes, e todos nós podemos contribuir para a manutenção e também fiscalização destes espaços junto às prefeituras. É a integração entre os âmbitos públicos e privados que garante espaços mais inclusivos. Por isso, é importante que todos participem deste processo, pois cidades mais acessíveis são mais confortáveis para todas as pessoas e possibilitam o desenvolvimento humano e também econômico. Conte com profissionais especializados para fornecer soluções arquitetônicas capazes de potencializar essa integração e construir espaços funcionais, únicos e adequados às demandas de acessibilidade. Agende um horário com Angélica Picceli, especialista em Arquitetura Acessível do Studio Universalis, através do e-mail contato@studiouniversalis.com.br ou pelo WhatsApp (31) 98797-2392.

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