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Acessibilidade corporativa: porque os escritórios ainda não são realmente acessíveis e como podemos mudar isso na prática?

Ainda que muitas empresas afirmem oferecer ambientes inclusivos, a maior parte dos escritórios no Brasil está longe de ser, de fato, acessível. Existe uma crença persistente de que o espaço corporativo, por se organizar em torno de mesas, cadeiras e computador, seria naturalmente adequado para qualquer pessoa. A ideia de que “é só tirar a cadeira e uma pessoa em cadeira de rodas consegue trabalhar” sintetiza essa percepção superficial, mas esta visão simplificada ignora justamente aquilo que mais defendemos no Studio Universalis: a acessibilidade não é apenas a ausência de obstáculos, é principalmente presença de autonomia. E a autonomia se constrói nos detalhes. Neste artigo, vamos mostrar por que muitos escritórios continuam reproduzindo barreiras invisíveis e, principalmente, como é possível projetar ambientes corporativos verdadeiramente acessíveis, funcionais e preparados para receber todas as pessoas em condições de igualdade. A falsa impressão de “acessibilidade intuitiva” A suposição de que o escritório já é acessível nasce da crença de que o trabalho intelectual, predominantemente realizado em um único ambiente e sentado, não apresenta exigências espaciais complexas. No entanto, essa visão desconsidera que a acessibilidade é definida por critérios objetivos, ligados à relação ampla com o espaço: faixas de alcance, rotas contínuas, comunicação tátil, autonomia de circulação, previsibilidade e segurança no deslocamento. Nada disso é garantido apenas pela existência de uma mesa. A estação de trabalho, por exemplo, precisa contemplar regulagem de altura, permitindo que pessoas em cadeira de rodas, pessoas baixas ou com mobilidade reduzida ajustem o mobiliário às suas proporções. Além disso, o tampo regulável ou inclinável pode ser determinante para quem possui limitações motoras ou necessidades específicas de ergonomia. Você consegue perceber como a acessibilidade se manifesta em soluções precisas, em estratégias para o espaço, não em improvisos, como remover uma cadeira? A rotina corporativa é vasta, e a acessibilidade precisa acompanhar esse percurso completo. Toda pessoa que utiliza o ambiente de trabalho acessa banheiro, copa ou refeitório, áreas de convivência, recepção e áreas de circulação interna. Esses espaços, porém, são frequentemente negligenciados. Uma instalação sanitária inacessível, por exemplo, não é apenas um problema arquitetônico, é um obstáculo direto à permanência digna no ambiente de trabalho. O mesmo vale para copas e refeitórios onde bancadas são altas demais, comandos estão fora da faixa de alcance ou a circulação é estreita. Um escritório não pode ser considerado acessível se a pessoa tem autonomia apenas na mesa de trabalho, mas depende de ajuda para usar o sanitário, pegar um café ou acessar o bebedouro. Um escritório só é acessível se todos os ambientes permitem uso autônomo. As barreiras que ninguém vê: o problema da invisibilidade Grande parte dos impedimentos encontrados em escritórios são barreiras silenciosas, que passam despercebidas por quem não experimenta o corpo em relação de conflito com o espaço. Isso torna o tema ainda mais desafiador, pois o que é invisível tende a ser naturalizado, e o que é naturalizado deixa de ser questionado. Não é raro encontrarmos as seguintes situações em ambientes corporativos: O problema não está na falta de intenção, mas na ausência de um olhar treinado. É por isso que insistimos que a acessibilidade não deve ser improvisada, mas sim projetada. Como fazer a acessibilidade na prática? Vamos entender mais sobre a rota acessível e a autonomia Para compreender por que os escritórios permanecem inacessíveis, mesmo quando acreditam oferecer inclusão, precisamos falar sobre o conceito de rota acessível. A acessibilidade não é fragmentada, ela é contínua e considera a relação das pessoas com os espaços. Não basta ter um banheiro acessível, uma mesa com regulagem ou um elevador dentro das normas, se o percurso que conecta esses elementos tem barreiras, a autonomia não se concretiza. Uma rota acessível deve garantir que uma pessoa consiga sair da calçada, entrar no prédio, circular, trabalhar, acessar serviços, se alimentar e retornar ao ambiente de maneira independente. Se qualquer trecho desse percurso exige ajuda, há uma ruptura, e essa ruptura representa desigualdade, afinal, quando um espaço exige que alguém dependa constantemente de ajuda, ele está naturalizando um processo de segregação.  Garantir autonomia significa permitir que qualquer pessoa registre o ponto, acesse uma sala, abra uma porta, imprima um documento, prepare um café ou utilize o sanitário sem auxílio. É a autonomia que equaliza o ambiente e o transforma em um lugar onde cada pessoa exerce seu trabalho em plenitude. Como projetar para a autonomia?  Projetamos ambientes corporativos a partir de uma análise técnica rigorosa, mas também profundamente humana. Observamos as rotas, analisamos faixas de alcance, identificamos barreiras invisíveis e verificamos a coerência entre normas, uso real e experiência cotidiana. Algumas perguntas orientam nosso processo: Quando essas respostas são afirmativas, entendemos que a acessibilidade deixa de ser um adendo e se torna parte estrutural do projeto. Escritórios acessíveis não surgem espontaneamente, eles são construídos com intenção Neste artigo te mostramos que a ideia de que o escritório é naturalmente acessível é mais um mito do que uma constatação, porque a acessibilidade corporativa exige técnica, sensibilidade, conhecimento normativo e compromisso ético. Exige intenção.  E é certo que, em ambientes corporativos, esse compromisso não é apenas ético, ele é estratégico. Ambientes acessíveis reduzem o esforço físico e cognitivo necessário para realizar tarefas cotidianas, diminuem o estresse, aumentam a sensação de pertencimento e fortalecem as relações de confiança dentro da organização. Quando as pessoas experimentam autonomia, previsibilidade e conforto no espaço de trabalho, elas passam a operar em sua melhor capacidade, criam melhor, colaboram melhor e se engajam mais. Por isso, os impactos da acessibilidade no bem-estar dos colaboradores são diretos e mensuráveis. Um escritório que elimina barreiras melhora a saúde ocupacional, reduz afastamentos, amplia a produtividade e cria uma cultura muito mais sustentável. No fim, investir em acessibilidade transforma a experiência de cada indivíduo e os resultados do próprio escritório. No Studio Universalis, entendemos que a acessibilidade é uma ferramenta poderosa de performance organizacional. Ambientes que respeitam a diversidade dos corpos e das formas de existir são ambientes que produzem melhor. E é por isso que projetar para a autonomia não é um gesto

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Imagem ilustrativa de profissionais de saúde utilizando computadores em um ambiente hospitalar moderno, com o texto: 'Fluxos médico-hospitalares: como as novas exigências da ANVISA podem transformar seu negócio em referência de segurança'. Tema relacionado à arquitetura, saúde e estética.
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Fluxos médico-hospitalares: como as novas exigências da ANVISA podem transformar seu negócio em referência de segurança?

Se você já viu novelas como “Beleza Fatal”, talvez se lembre da personagem Lola, que enfrenta dramas para manter sua clínica funcionando. No mundo real, porém, o descuido com detalhes como esse pode custar caro – tanto para a reputação quanto para a segurança dos pacientes. Recentemente, a ANVISA realizou a operação “Estética com Segurança” e o resultado foi alarmante: 30 de 31 clínicas fiscalizadas apresentaram irregularidades graves. Oito delas foram interditadas. Os principais problemas? Produtos mal armazenados, reutilização inadequada de materiais descartáveis, espaços mal planejados e, claro, fluxos de circulação que favorecem a contaminação cruzada. No contexto atual, entender e aplicar corretamente os fluxos médico-hospitalares ANVISA RDC 959/2025 é essencial para transformar seu negócio em referência de segurança e qualidade no atendimento, pois o segredo do sucesso está na atenção aos detalhes e, principalmente, no planejamento dos fluxos dentro do seu espaço. O que mudou com as novas exigências da Anvisa? Em 2025, a ANVISA publicou uma nova resolução (RDC 959/2025) que eleva o padrão de exigência para estabelecimentos de saúde com o objetivo de reduzir riscos de contaminação e garantir ambientes realmente seguros para todos. Estão entre as principais mudanças: Quem precisa se adequar à nova legislação? A RDC 959/2025 impacta diretamente quatro grandes segmentos do setor de saúde, com algumas recomendações específicas.  1. Indústrias de medicamentos e equipamentos médicos Empresas que fabricam medicamentos sintéticos e biológicos, dispositivos médicos e produtos para diagnóstico in vitro agora estão sujeitas a inspeções surpresa e auditorias trimestrais. A rastreabilidade de lotes e a conformidade das instalações também passam a ser itens de avaliação criteriosa; as certificações devem estar atualizadas e devem haver, também, boas práticas de fabricação. 2. Clínicas de estética e centros cirúrgicos Esses estabelecimentos, que muitas vezes operam com mão de obra enxuta e estruturas compactas, precisam agora atender a padrões mais rigorosos em comparação às exigências anteriores. A reutilização de materiais descartáveis está proibida, o armazenamento precisa respeitar temperatura, umidade e validade, e os fluxos internos devem seguir lógica funcional clara, evitando riscos de contaminação. 3. Hospitais e Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) Para essas instituições, a norma exige a implantação de sistemas de gestão de risco que abrangem desde a manutenção de equipamentos de suporte vital até o controle de medicamentos de alto custo. Também se exige que empresas terceirizadas sejam tecnicamente qualificadas e auditadas regularmente. 4. Distribuidoras e centros de armazenagem Com foco em rastreabilidade e condições adequadas de transporte, as distribuidoras agora precisam comprovar que conseguem manter temperaturas ideais (como 2ºC a 8ºC para vacinas), realizar entregas seguras e capacitar constantemente suas equipes. Empresas que não atualizarem suas certificações até novembro de 2025 não poderão comercializar para o SUS. E por que o fluxo correto faz toda a diferença? Como comentamos, diversas foram as mudanças na legislação e muitos aspectos passaram a ser avaliados de forma mais rígida e criteriosa. Mas porque demos destaque especificamente para os fluxos? A resposta é simples: porque o fluxo de circulação dentro de um ambiente de saúde é o ponto-chave da segurança sanitária. Ele é o elemento que conecta, de forma prática, todas as demais exigências da legislação. Sem fluxos bem planejados e executados, mesmo clínicas que utilizam materiais de qualidade, possuem processos de esterilização eficientes e profissionais capacitados podem estar vulneráveis a riscos ocultos de contaminação cruzada. Imagine, por exemplo, um material recém-esterilizado cruzando o mesmo corredor onde resíduos contaminados são transportados; ou pacientes utilizando a mesma entrada de ambientes críticos destinados a procedimentos invasivos… são pequenos detalhes, quase imperceptíveis na rotina, mas que aumentam exponencialmente o risco de infecções e eventos adversos. Além disso, o fluxo correto é determinante para garantir a eficiência operacional, a segurança dos pacientes e a tranquilidade das equipes profissionais, evitando deslocamentos desnecessários, reduzindo o tempo de atendimento e, principalmente, prevenindo que erros comprometam a credibilidade do estabelecimento. Nesse sentido, o projeto arquitetônico é um grande aliado da segurança e da regularidade do seu empreendimento, pois o leiaute bem estruturado prevê: E então, como estruturar o espaço para evitar problemas com a nova legislação? Vamos te apresentar algumas dicas práticas para que você possa pensar a reestruturação de seu estabelecimento: Também temos uma publicação no blog do Studio Universlis para entender melhor as novas determinações da ANVISA. Clique aqui e acesse. Se você quer garantir que sua clínica esteja em conformidade com os fluxos médico-hospitalares ANVISA RDC 959/2025, conte com o apoio do Studio Universalis para adequar seu espaço às normas e valorizar ainda mais o cuidado com os pacientes. Estamos à sua disposição para buscar soluções que atendam às normas vigentes e se adequem a sua realidade, para que você possa se concentrar no que faz de melhor: cuidar das pessoas. Entre em contato conosco: (31) 98797-2392 ou contato@studiouniversalis.com.br Gostou deste conteúdo? Compartilhe com quem também precisa transformar o ambiente de saúde em um exemplo de segurança e sucesso!

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Design de interiores

Adequação de espaços para saúde e estética: entendendo as novas exigências da ANVISA

O setor de estética no Brasil, que movimenta bilhões de reais anualmente, encontra-se em um momento de intensa transformação. Nos últimos meses as exigências regulatórias para garantir a segurança e qualidade dos serviços oferecidos em clínicas de estética e fornecedores de suprimentos médicos ficaram mais restritas, e a fiscalização é mais frequente. A recente operação “Estética com Segurança”, conduzida pela Anvisa em fevereiro de 2025, revelou uma realidade preocupante: irregularidades graves foram encontradas em 30 dos 31 estabelecimentos fiscalizados, resultando na interdição de oito clínicas em Belo Horizonte, Brasília, Goiânia e São Paulo. Este cenário acende um alerta não apenas para os profissionais da área, mas também para os consumidores e para os responsáveis pela concepção dos espaços onde esses serviços são realizados.  O que está em jogo? A fiscalização da Anvisa trouxe à tona problemas dos mais variados, como o descarte inadequado de resíduos até o uso de produtos vencidos e equipamentos reutilizados sem a esterilização adequada. Em Belo Horizonte, por exemplo, foram encontrados anestésicos fora da validade e com a distribuição proibida no Brasil. Esses erros, além de representar um prejuízo significativo para as empresas, representam também riscos reais à saúde dos pacientes.  E por trás de todas essas falhas está uma questão mais profunda: a falta de um planejamento adequado que considere as exigências sanitárias, a concepção do espaço e a execução dos procedimentos.  Isso nos leva a refletir sobre o papel da arquitetura e do design na criação de ambientes que atendam às normas e promovam segurança e eficiência. O que é de fato fiscalizado? Quais as mudanças nas regras? A Resolução RDC nº 894/2024, publicada em 28 de agosto de 2024 (consulte o texto completo aqui), estabelece as Boas Práticas de Cosmetovigilância para empresas do setor. A norma, que entra em vigor em agosto de 2025, substituirá a RDC nº 332/2005 e introduz requisitos rigorosos para o monitoramento de eventos adversos relacionados a produtos cosméticos. Entre as mudanças, estão a obrigatoriedade de um Sistema de Cosmetovigilância que inclui coleta, análise e comunicação de incidentes, como alergias ou infecções causadas por procedimentos estéticos. A ANVISA também republicou a Nota Técnica 02/2024 (confira aqui), que orienta profissionais e vigilâncias sanitárias sobre como garantir a conformidade dos serviços. O documento reforça a necessidade de três principais aspectos: Para clínicas que ainda operam sob o modelo antigo, as mudanças são desafiadoras, pois as práticas, consideradas ilegais, colocam pacientes em risco e podem acabar com a imagem da empresa.  Principais irregularidades e como se adaptar às exigências A solução passa pela atualização de processos, mas a arquitetura tem muito a contribuir para espaços em conformidade com a legislação. Veja alguns dos problemas mais comuns encontrados pela fiscalização: Então, como resolver esses aspectos? A arquitetura pode ser uma poderosa aliada na adequação das clínicas às normas da Anvisa, ajudando a criar espaços que promovam segurança, eficiência e conforto. Sabemos que cada espaço possui suas particularidades, e é preciso pensar nas soluções mais adequadas para cada contexto. A seguir, vamos citar algumas sugestões a partir dos problemas que indicamos acima. A falta de fluxos organizados é um dos maiores problemas nas clínicas e, para evitar contaminação cruzada, é essencial projetar áreas separadas para materiais limpos e contaminados. Isso pode ser feito por meio de corredores distintos ou divisórias estratégicas que organizem o trânsito interno da clínica. Além disso, a criação de uma sala específica para esterilização é fundamental. Essa área deve ser equipada com sistemas de ventilação adequados, superfícies lisas e impermeáveis (como bancadas em aço inoxidável) e um fluxo operacional que permita que materiais contaminados entrem por um lado e saiam esterilizados pelo outro. No leiaute da clínica, é indispensável incluir áreas específicas para o armazenamento temporário de resíduos biológicos até que sejam recolhidos por empresas especializadas. Esses espaços devem ser isolados das áreas de atendimento e equipados com coletores apropriados, conforme exigido pelas normas ambientais e sanitárias. Para evitar o uso de produtos vencidos ou armazenados incorretamente, os projetos arquitetônicos devem prever áreas climatizadas para o estoque de medicamentos e cosméticos. Armários refrigerados ou com controle de temperatura garantem que os produtos estejam sempre em condições ideais até o uso. A ausência de pias em locais estratégicos compromete a higiene dos profissionais durante os procedimentos. A legislação prevê que o projeto deve incluir pias lavatórias em todas as salas onde são realizados atendimentos diretos aos pacientes, equipadas com torneiras acionadas por pedal ou sensor para evitar contaminação manual. Paredes e pisos devem ser lisos, impermeáveis e fáceis de limpar para evitar o acúmulo de micro-organismos ou poeira. Além disso, é essencial garantir boa ventilação natural ou mecânica em todas as áreas da clínica para evitar problemas como mofo e infiltrações que possam comprometer a saúde dos pacientes e profissionais. Como demonstramos, a adequação às normas da Anvisa exige um planejamento estratégico que integre funcionalidade ao cumprimento das exigências legais, desde o projeto arquitetônico até a execução das operações diárias da clínica. Investir em um espaço bem planejado não só evita sanções legais como também transmite confiança aos pacientes – um diferencial essencial no mercado estético, cada vez mais competitivo. Se você tem uma clínica e deseja adequá-la às exigências da legislação, ou pensa em expandir sua área de atuação, conte com o Studio Universalis! Somos especialistas em criar espaços funcionais e inovadores que aliam design à conformidade legal. Entre em contato conosco pelo (31) 98797-2392 para saber mais sobre como podemos ajudá-lo nessa transformação.

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Arquitetura comercial

Revendo estratégias: como a arquitetura pode potencializar estratégias para o sucesso comercial?

Ao final de cada ano, muitas empresas se veem imersas em um processo de introspecção estratégica, revisitando suas práticas e planejando os próximos meses: quais foram nossos pontos fortes? Em que aspectos precisamos melhorar para otimizar os resultados no próximo ano? Embora muito da estrutura do negócio seja discutido de forma a repensar estratégias, um aspecto que frequentemente passa despercebido é o impacto dos ambientes físicos sobre as emoções e comportamentos de clientes e equipes. Parece que a estrutura física do espaço e os fluxos das pessoas que os frequentam são elementos imutáveis nessa equação em busca dos melhores resultados, e isso não é verdade. Áreas como a neuroarquitetura, que combina neurociência com design arquitetônico, tem ganhado espaço com insights para transformar espaços em experiências que atraem e engajam clientes e colaboradores. Quer entender melhor como isso pode ser importante para o seu negócio? Então continue nessa publicação. Imagine entrar em um espaço comercial onde a luz natural banha suavemente o ambiente, criando uma sensação de acolhimento e bem-estar…  Estudos indicam que ambientes bem iluminados podem melhorar o humor e aumentar a produtividade. E não é apenas uma questão de estética: é a ciência aplicada ao bem-estar. No entanto, a iluminação não é o único elemento a considerar, já que todos os elementos do ambiente estão conectados na percepção destes aspectos mais subjetivos. Assim, a distribuição de elementos e a configuração do espaço deve facilitar a circulação, evitando congestionamentos e promovendo uma experiência fluida e agradável para os clientes. A arquitetura tem um impacto profundo e muitas vezes invisível sobre a forma como pensamos, sentimos e nos comportamos. Quando começamos a entender o poder considerável que os ambientes construídos têm sobre as relações humanas, poderemos impulsionar nossos espaços de trabalho para promover interações positivas entre o cérebro e o ambiente. Vamos pensar na experiência de compras no shopping: quando adentramos em uma loja, somos imediatamente envolvidos por uma série de estímulos arquitetônicos que, muitas vezes de forma inconsciente, moldam nossas percepções e comportamentos. A arquitetura do espaço, desde a altura do pé-direito até a escolha da iluminação, influencia na forma em como nos sentimos e agimos dentro daquele ambiente. A altura do pé-direito, por exemplo,  pode influenciar nosso estado mental. Ambientes com tetos altos tendem a estimular pensamentos mais abstratos e criativos, permitindo que nossa mente vagueie e explore novas ideias. Em contraste, tetos mais baixos podem criar uma sensação de intimidade e foco, incentivando um pensamento mais analítico e detalhado. Este efeito psicológico sutil pode ser aproveitado para criar diferentes atmosferas dentro da loja, dependendo dos produtos ou experiências que se deseja promover. Em uma área de fast food em uma praça de alimentação de shopping, por exemplo, o design do espaço é cuidadosamente planejado para maximizar a eficiência e minimizar o tempo de permanência dos clientes. Neste contexto, o caixa ou balcão é projetado para ser mais baixo, criando uma sensação de desconforto que incentiva os clientes a realizar suas transações rapidamente e deixar o espaço. Essa estratégia é eficaz em ambientes de alta rotatividade, como praças de alimentação, onde o fluxo contínuo de pessoas é essencial. É interessante destacar que, mesmo com um perfil de alimentação rápida e de alta rotatividade, é possível manter a sofisticação se esta for a proposta do estabelecimento. Um bom exemplo disso é o Madero Burguer, em Congonhas, que oferece uma experiência premium mesmo em um formato de fast food. A empresa adaptou a experiência de consumo ao design do espaço, utilizando bancadas e um ambiente que prioriza a eficiência, atendendo às necessidades dos clientes que buscam qualidade e rapidez, com um fluxo de produção bastante rápido devido à característica do espaço em que se encontra. O fluxo é pensado para que o pedido seja recebido em poucos minutos, o cliente recebe seu pedido em uma sacola de papel, facilitando a logística e seu descarte posterior. Essa atenção aos detalhes na jornada do consumidor demonstra como o design arquitetônico pode ser utilizado para atender diferentes perfis e expectativas em ambientes comerciais. A iluminação é outro elemento poderoso que direciona nossa atenção e influencia nosso estado emocional: em ambientes bem iluminados, especialmente com luz natural, os clientes tendem a se sentir mais energizados e alertas. Estudos mostram que a luz natural pode aumentar as vendas em até 40% ao tornar os produtos mais atraentes e o ambiente mais acolhedor. Por outro lado, uma iluminação suave e indireta pode criar um ambiente relaxante, ideal para lojas que desejam transmitir conforto e exclusividade, mas pode prejudicar a concentração caso seja um espaço que demande foco e atenção. A iluminação contribui também para a diferenciação entre as lojas de varejo: lojas de departamento geralmente optam por layouts mais amplos e abertos, com pé-direito alto e iluminação abundante, criando um ambiente que convida o cliente a explorá-lo e que visa atender a uma ampla gama de consumidores, oferecendo uma variedade de produtos em um espaço que permite fácil navegação e descoberta. Em contraste, lojas direcionadas a um público específico tendem a criar ambientes mais intimistas e personalizados. Elas podem utilizar iluminação mais focada, espaços mais compactos e uma decoração que reflete diretamente a identidade da marca e as preferências do seu público-alvo, criando uma conexão emocional mais forte com os clientes e incentivando uma experiência de compra mais exclusiva. Outro ponto muito importante e por vezes negligenciado: o som ambiente. Esse elemento que muitas vezes é determinado a partir do gosto musical dos gestores, e não pensando nas características do consumidor e da relação que estabelecem com o espaço, tem o potencial para ditar o ritmo emocional dos clientes. Músicas com ritmos acelerados podem aumentar a sensação de urgência e dinamismo, enquanto músicas suaves podem prolongar a permanência dos clientes na loja, aumentando as chances de compra. A escolha cuidadosa da trilha sonora pode até mesmo influenciar as emoções dos consumidores, criando uma experiência de compra mais memorável e ativando conexões emocionais. Por último, mas não menos importante, os aromas também têm um papel importante na

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Arquitetura comercial

Reinventando espaços: Como a Arquitetura pode ajudar o varejo de moda presencial na era digital

A revolução digital proporcionada pela ampla adoção dos smartphones com acesso à internet no Brasil, vista na última década, provocou profundas transformações no comportamento de compra dos consumidores brasileiros em todas as faixas de renda, sendo o varejo de moda um dos setores mais afetados por essa mudança. Para conquistar e fidelizar os consumidores, é preciso ir além de uma boa escolha de produtos, pois o consumidor, especialmente as gerações que cresceram com a internet na ponta dos dedos, pode comprar facilmente quase tudo o que precisa sem sair de casa, por preços mais acessíveis e com prazos de entrega cada vez mais curtos, por meio de plataformas de compra online do exterior, como Shein, Aliexpress e Shopee. Um dos principais diferenciais desses e-commerces é possibilitar ao comprador saber exatamente o que está levando para casa antes de adquirir o produto, pois permite que outros usuários compartilhem suas experiências com aquele item específico, diminuindo as chances de frustração de quem está comprando sem pegar o produto nas mãos. Grandes varejistas de moda, como C&A, Renner e Riachuelo, viram seu fluxo de clientes diminuir consideravelmente. Por isso, apostaram em estratégias de integração do “mundo real” com o “virtual”, envolvendo desde o lançamento de coleções exclusivas em parceria com grandes marcas internacionais até a criação de seus próprios apps cheios de funcionalidades, permitindo não apenas a compra online, mas também a experiência de provador virtual e a retirada rápida na loja mais próxima do consumidor. O varejo de moda “fast fashion”, como são conhecidas essas grandes redes, tem grande capilaridade nas camadas mais populares, pois conseguem adaptar sua oferta de produtos de acordo com o perfil do público de cada região em que estão localizadas suas lojas físicas. Além disso, proporcionam condições de pagamento diferenciadas, com prazos mais longos, financiamento próprio e início das parcelas meses após a aquisição do produto. No caso da rede C&A, o consumidor consegue até solicitar pelo WhatsApp que um dos colaboradores se dirija até ele quando estiver dentro de uma das lojas, facilitando ainda mais a experiência do cliente que busca um produto específico e tem dificuldade em encontrar em meio à tamanha variedade de peças e tamanhos. Em contrapartida, o pequeno varejo de moda, normalmente localizado em lojas de rua ou centros comerciais populares, não tem capacidade financeira e nem logística para competir usando as mesmas armas. No entanto, pode utilizar a arquitetura como parte central de sua estratégia de negócios, como, por exemplo, através da criação de espaços temáticos que estimulem experiências sensoriais imersivas ao cliente e o influenciem a antecipar as emoções que ele sentiria apenas depois de usar aquela peça no seu dia-a-dia, tornando mais fácil e rápida a decisão de compra. Atraindo consumidores com experiências sensoriais O marketing sensorial desempenha um papel fundamental na atração de consumidores para esses novos espaços de varejo. Antes de explicarmos como é possível construir atrativos no espaço físico de seu estabelecimento, vamos falar um pouco sobre o conceito do marketing sensorial. Com o objetivo de fornecer um atendimento diferenciado e despertar a necessidade no consumidor de fazer compras baseado em estímulos capazes de causar bem-estar e desejo, o marketing sensorial desenvolve estratégias que estimulem os cinco sentidos do corpo humano. Como benefícios deste tipo de ações, é possível criar e fortalecer os vínculos emocionais com o consumidor, estimular seu desejo de compra, fidelizar e encantá-los, além de explorar seus produtos e a própria proposta de sua loja de maneiras diversificadas e que vão além do óbvio, contribuindo para a construção de uma identidade única de marca. Um exemplo é o estudo apresentado pela Heartbeats International, da Suécia, que mapeou a influência da música nos espaços de varejo. Os resultados são muito interessantes: Empreendedores podem se destacar investindo em elementos que estimulem os sentidos, por exemplo: a escolha cuidadosa de materiais de revestimento pode não apenas criar uma estética atraente, mas também proporcionar texturas agradáveis ao toque. Iluminação estratégica, associada a fragrâncias sutis, pode reforçar a atmosfera desejada. Um exemplo disso é a Melissa, conhecida por suas inovadoras lojas físicas, que incorpora elementos que estimulam a percepção olfativa como uma estratégia de sucesso. Ao adentrar uma loja Melissa, os clientes são imersos em fragrâncias sutis, cuidadosamente selecionadas para reforçar a atmosfera desejada e remeter diretamente ao cheiro característico das sandálias, fortalecendo a percepção da marca. Essa abordagem não apenas cria uma identidade única, mas também estabelece uma conexão emocional com os consumidores, tornando a experiência de compra ainda mais especial. A iluminação estratégica também é um ponto de destaque, pois ela desenha um cenário envolvente, destacando os produtos de forma atraente e convidativa e fazendo com que o consumidor os perceba de outras formas. Cada detalhe arquitetônico deve ser pensado para transmitir a essência da marca, proporcionando um ambiente que vai além do comum e que pode potencializar as vendas. O Design de Interiores como ferramenta estratégica O design de interiores desempenha um papel crucial na criação de ambientes atraentes e funcionais. A disposição inteligente dos produtos, combinada com áreas de descanso confortáveis, transforma a visita à loja em uma experiência agradável. Além disso, é importante considerar a ergonomia, a acessibilidade e a fluidez do espaço para garantir que os consumidores se sintam à vontade enquanto exploram os produtos. Talvez você pense que estas alterações no espaço demandem muitos investimentos, e que sejam soluções possíveis apenas para grandes estabelecimentos. Mas a verdade é que pequenos empreendedores podem aproveitar essa oportunidade para vencer a concorrência de lojas online e se estabelecer como empresas com fortes identidades e posicionamento estratégico. Quer saber como? Acompanhe a seguir. Recomendações práticas para pequenos empreendedores a. Personalização do Ambiente: A chave é adaptar o ambiente ao seu público-alvo. Se você está focando em roupas para um público mais jovem, por exemplo, elementos mais modernos e dinâmicos podem ser incorporados ao design – um exemplo é a loja Gang no sul do país, que tem uma série de playlists específicas para seu público, a disposição das peças e até o aroma da

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Arquitetura Corporativa

Como aprimorar o desempenho de sua empresa através dos espaços de trabalho?

Seja qual for a estrutura da empresa, desde ambientes corporativos até espaços industriais, é cada vez mais evidente a importância de se pensar estrategicamente nos espaços de trabalho. A forma como o ambiente físico é projetado pode ter um impacto significativo no desempenho dos colaboradores, na produtividade geral e também no clima organizacional.  Mas você já parou para pensar no quanto algumas decisões simples sobre a estrutura física da empresa podem impactar no seu cotidiano? Neste artigo, exploraremos como pensar os ambientes e mobiliários a partir do uso simples e intuitivo pode potencializar os espaços de trabalho e impactar positivamente as empresas como um todo. Impactos nos espaços de trabalho Os espaços de trabalho bem planejados têm a capacidade de influenciar diversos aspectos importantes para o bom funcionamento de uma empresa. Um ambiente que adota o design universal, focando no uso simples e intuitivo, pode gerar os seguintes impactos: Uso simples e intuitivo: como pôr em prática? A ideia de uso simples e intuitivo corresponde ao terceiro princípio do Design Universal, abordagem que busca criar produtos, ambientes e serviços que sejam utilizáveis e acessíveis para o maior número possível de pessoas, independentemente de suas habilidades, idade, cultura ou características individuais. O objetivo é projetar de forma inclusiva, considerando a diversidade humana em todas as suas formas. Já comentamos sobre os princípios do Design Universal nesse post, caso você queira relembrar sobre o conceito. O terceiro princípio do Design Universal destaca a importância de projetar espaços que sejam fáceis de entender e usar para todas as pessoas. Na arquitetura, isso significa criar ambientes que não exijam esforço ou conhecimento prévio para serem utilizados. Em vez disso, busca-se simplificar o espaço, tornando-o acessível e intuitivo para todos. Um exemplo prático de aplicação do terceiro princípio do Design Universal é a sinalização adequada nos espaços de trabalho. Placas de identificação, pictogramas e mapas bem posicionados e de fácil compreensão garantem que todos os colaboradores possam se orientar sem dificuldade, independentemente de sua experiência, conhecimento ou nível de concentração. Essa abordagem intuitiva evita confusões e perdas de tempo, resultando em um ambiente mais produtivo. Espaços bem sinalizados são essenciais para que os colaboradores compreendam a distribuição dos ambientes e possam se locomover com autonomia. Outro exemplo é a disposição do mobiliário e a acessibilidade dos espaços. Cumprindo as normas de segurança e acessibilidade, como a NBR 9050, é possível garantir que os ambientes sejam adequados para pessoas com deficiência física, idosos e crianças. Espaços de circulação adequados e acessíveis não apenas atendem às exigências legais, mas também promovem um ambiente inclusivo, em que todos se sintam bem-vindos e possam transitar livremente. É preciso que os espaços possam atender a todos os colaboradores, independentemente de suas características. No exemplo acima, um banheiro acessível que segue o princípio do uso simples e intuitivo. O design do layout e do mobiliário também desempenha um papel crucial no uso intuitivo do espaço. Ao considerar o terceiro princípio do Design Universal, procuramos criar ambientes onde as pessoas possam se mover facilmente, sem obstáculos desnecessários. O mobiliário deve ser projetado levando em conta a ergonomia e a diversidade das necessidades dos usuários, garantindo conforto, acessibilidade e funcionalidade. Espaços que permitam o deslocamento livre e desimpedido dos colaboradores, bem como seu acesso aos equipamentos de trabalho de forma segura e sem esforços são muito importantes. A forma como os espaços de trabalho são projetados e organizados pode ter um impacto significativo na produtividade, no desempenho dos colaboradores e no clima organizacional das empresas. Ao pensar nos ambientes a partir de seu uso simples e intuitivo, é possível potencializá-los, tornando-os mais funcionais e adequados às necessidades de todos os colaboradores. Para obter os melhores resultados, é recomendado contar com profissionais habilitados, como arquitetos experientes, que possam desenvolver projetos alinhados às especificidades de cada empresa. Se você deseja tornar os espaços de sua empresa mais otimizados e potencializar o desempenho de sua equipe, conte com o Studio Universalis. Nossa equipe está preparada para encontrar as melhores soluções para os espaços de sua empresa, levando em consideração a integração dos ambientes, fluxos e necessidades específicas. Entre em contato conosco pelo telefone (31) 98797-2392 ou marque uma reunião pelo e-mail contato@studiouniversalis.com.br. Invista no Design Universal e impulsione o desempenho da sua empresa.

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Arquitetura comercial

Como aproveitar as características do espaço de seu estabelecimento para promover seu negócio online?

Você decide sair para tomar um café e, ao chegar no estabelecimento, percebe um espaço temático, muito bem ornamentado e com uma ambientação incrível. Você pensa que seus amigos adorariam conhecer este espaço e compartilha uma fotografia do ambiente em suas redes sociais. Fazer stories, postar fotos, compartilhar os locais que visitamos com nossos amigos… com as redes sociais cada vez mais presentes em nossas vidas, percebemos o quanto estamos ligados às imagens e conteúdos visuais. Estes registros fazem parte do nosso dia a dia e se tornaram um hábito contemporâneo. Como consumidores, podemos perceber mais facilmente essa tendência a registrar os ambientes e nossas experiências. Mas você sabia que é possível aproveitar esse hábito como uma estratégia comercial muito eficiente para atrair novos consumidores para seu estabelecimento? Esse é o objetivo dos espaços instagramáveis: criar mais do que um ponto de venda, mas sim ambientes, produtos e experiências únicas para o consumidor, com visuais impactantes e que valem o clique. No blog de hoje vamos te explicar porque os espaços instagramáveis são alternativas interessantes para atrair e fidelizar clientes e como você pode pensar em um ambiente destes para seu estabelecimento. O que é um espaço instagramável? Um espaço instagramável é um ambiente pensado especialmente para despertar nas pessoas o desejo de tirar fotografias. Desde o projeto, até a decoração e escolha dos elementos que irão compor seu visual, este espaço é planejado para ser visualmente interessante e instigar as pessoas. O nome, claro, tem origem a partir da rede social Instagram, plataforma que se tornou uma das mais utilizadas no mundo e referência no compartilhamento de imagens para sua rede de amigos e contatos. Espaços instagramáveis são mais do que uma estrutura de ponto de venda, mas representam uma estratégia de mercado, muito utilizados para diferenciar-se da concorrência em áreas onde há uma disputa por mercado mais acirrada.  O principal objetivo destes ambientes é serem atrativos, para que os consumidores fotografem o local de maneira espontânea, compartilhando suas experiências de forma positiva nas redes sociais e recomendando os produtos e serviços da empresa na rede.  Mas por que esta estratégia é tão importante? Vivemos em um mundo cada vez mais conectado e a internet possui um papel muito importante em nossas relações interpessoais.  Este processo de digitalização foi muito acelerado nos últimos meses, com as medidas de distanciamento social, o trabalho remoto e o uso cada vez maior de tecnologias em atividades cotidianas. O Instagram, em especial, se consolidou como uma rede de compartilhamento de imagens que já faz parte de nossa rotina: de acordo com o Blog Hootsuite, 1,1 bilhão de pessoas utilizam o Instagram a cada mês. A taxa de interação com os conteúdos publicados é de 2,2% (em nível de comparação, o Facebook apresenta atualmente uma taxa de interação de 0,22%). Ou seja: estamos online, compartilhamos conteúdo e interagimos com o que nossos contatos também compartilham. Com a retomada das atividades presenciais, as pessoas buscam cada vez mais por novas experiências,  ambientes diferenciados, aconchegantes e que as façam se sentir bem de alguma forma. Mas, além disso, as pessoas querem compartilhar essas experiências positivas com seus amigos e parentes. E é neste cenário que reside a principal importância das estratégias de ambientes instagramáveis. O principal benefício de contar com estes espaços é apostar na divulgação orgânica, com publicações autênticas e gratuitas, feitas pelos seus clientes. Isso ajuda o empreendimento a alcançar um público maior e mais diversificado, sem a necessidade de investimentos em anúncios pagos, por exemplo. Além disso, essa estratégia fortalece a percepção positiva do estabelecimento por apostar no comportamento micro influenciador de cada um, valorizando a recomendação e a indicação de amigos. É uma ação bastante interessante, considerando que o brasileiro valoriza mais as opiniões de outros consumidores postadas online do que os espaços comprados de mídia, como anúncios patrocinados. Dicas para montar espaços instagramáveis em seu estabelecimento Agora que você conheceu um pouco mais sobre a estratégia de espaços instagramáveis e qual a sua importância, vamos te apresentar algumas dicas por onde você pode começar a pensar para  implementar esta estratégia em seu estabelecimento. O primeiro ponto de atenção: todas as ações devem ser feitas levando em consideração a identidade da sua marca, estilo próprio e também o perfil de seus consumidores.  Utilize o mobiliário de forma inteligente e invista em móveis multifuncionais que reflitam a originalidade do seu empreendimento. Os espaços multifuncionais facilitam a mudança dos ambientes em determinados períodos, o que ajuda a manter a sensação de novidade no consumidor. Pense nos ambientes para fotos bem iluminados e com cores atrativas. Também é importante pensar na distribuição dos ambientes de acordo com os serviços prestados, para que não prejudiquem o fluxo de atendimento do estabelecimento. Invista em espaços com temáticas fixas ou relacionados a datas especiais que estejam ligados à atuação de sua empresa. Dica bônus: após montar seu espaço instagramável, estimule as ações de compartilhamento online nas próprias redes da empresa, com hashtags específicas ou compartilhando as fotos dos clientes que postarem usando a tag de localização. A estratégia de espaços mais atrativos pode ser complementada com ações de marketing e outras renovações no seu estabelecimento, de forma a aliar a digitalização da empresa com a experiência física e sensorial dos consumidores. E aí, você já conhecia essa estratégia? Conte pra gente nos comentários! Ah, e se quiser saber mais sobre o assunto ou, ainda, como montar ambientes instagramáveis no seu estabelecimento, conte conosco! A Equipe do Studio Universalis está à sua disposição, para buscar as melhores soluções para seu negócio. Contate-nos pelo e-mail  contato@studiouniversalis.com.br ou pelo telefone/WhatsApp (31) 98797-2392.  

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Arquitetura Corporativa

Como os espaços de trabalho podem impactar na produtividade e criatividade do time?

A inovação é essencial para qualquer empresa que deseja se destacar no cenário atual. Uma equipe motivada e criativa é capaz de encontrar as melhores soluções e pensar sempre em novas alternativas para alavancar o negócio. Mas a inovação no espaço de trabalho vai muito além das questões envolvendo o relacionamento entre os funcionários, pois há vários fatores que a influenciam. Dentre os principais fatores que impactam a inovação e a criatividade, está o espaço físico da organização: é necessário ter um ambiente que seja confortável, aberto para inovações e criatividade e que estimule os colaboradores.  Um estudo da Association of Executive Search and Leadership Consultants (AESC) (em português, Associação de Pesquisa Executiva e Consultores de Liderança) demonstra que os espaços projetados especificamente para as necessidades da empresa e dos colaboradores têm ganhado espaço e mostrado reflexos positivos na interação e satisfação entre todos. Os benefícios de ambientes projetados para permitir que as pessoas sejam mais inovadoras e criativas são percebidos em todos os setores das empresas: Amplia a possibilidade de desenvolvimento; Facilita a solução de problemas e conflitos, até mesmo os mais antigos; Melhora a comunicação interna; Aumenta a produtividade; Aumenta o índice de vendas; Reduz custos; Promove o senso de pertencimento e pode melhorar a imagem transmitida pela empresa aos seus públicos de interesse.   Criatividade ou inovação? Para alcançar todos esses benefícios, é preciso compreender as relações entre criatividade e inovação. Para muitos, estes conceitos se confundem, mas eles não são sinônimos, apesar de estarem fortemente relacionados: A criatividade é a habilidade de pensar diferente, ver as questões sobre diferentes aspectos e encontrar relações entre conceitos que aparentemente são desconectados. A inovação envolve a aplicação prática deste raciocínio criativo, sua manutenção na organização e a efetivação desse processo de “pensar diferente” da melhor forma possível na estrutura da empresa. Assim, a criatividade é a principal força por trás de empresas inovadoras. E como é possível estimulá-la através dos espaços físicos da empresa? É o que vamos te apresentar a partir de agora!   Dicas para estimular a criatividade e inovação a partir dos espaços físicos Pense na privacidade e qualidade acústica do espaço, de acordo com as atividades que são desempenhadas. Se os colaboradores realizam reuniões por chamada de vídeo, por exemplo, é interessante disponibilizar cabines privativas para que eles consigam conversar sem tantas interferências do barulho externo. A iluminação dos ambientes também é um ponto de atenção, que interfere na percepção de conforto e na produtividade dos colaboradores. Espaços com aberturas e janelas que garantam luz natural e boa ventilação são alternativas interessantes para a arquitetura dos escritórios, por permitirem a circulação do ar e aproveitarem a luz do sol durante o dia. Espaços acolhedores e confortáveis são características cada vez mais valorizadas pelos colaboradores, principalmente no retorno às atividades presenciais após vários meses trabalhando de casa. Investir em mobiliário ergonômico, adequado às necessidades dos mais diversos biotipos, disponibilizar um amplo espaço de circulação e que permita o distanciamento social também pode contribuir para a sensação de conforto e acolhimento. A estrutura também pode ser pensada para possibilitar pequenas pausas e descansos, com espaços de socialização como área de café, cozinha ou jardim interno, por exemplo. Espaços multifuncionais são ótimas opções, pois são capazes de se transformar e otimizar o uso dos ambientes, permitindo a flexibilidade e adaptação a mudanças nos formatos de trabalho e atuação. Além disso, a flexibilidade do uso pode auxiliar no processo criativo, pois pensar os espaços de formas diferentes instiga as pessoas a cultivar esta ação, vendo as coisas sob outras perspectivas. É essencial que os ambientes sejam planejados tendo como base a cultura da empresa, para que sejam capazes de refletir a identidade organizacional. Escritórios administrativos pedem uma organização espacial  diferente de estúdios de design ou agências de publicidade, por exemplo. Por isso, os projetos são questões particulares de cada empresa, adequados à sua forma de trabalho, às suas cores e ao tom de voz da marca, para fornecer uma imagem mais sólida e estimular o sentimento de pertencimento. O chamado “clima organizacional”, ou seja, a percepção que os colaboradores possuem de sua experiência na empresa, não envolve apenas questões psicológicas, mas também é influenciado por aspectos físicos. Este conceito, muito comentado nos últimos anos, é o que explica as sensações e percepções que temos sobre determinado ambiente de trabalho, e que nos faz sentir mais ou menos à vontade para ali permanecer, interagir e agir, relacionando as interações humanas, as relações de poder, a cultura da empresa e seu espaço físico, que interferem diretamente na satisfação do colaborador e, por consequência, na sua produtividade. Neste artigo te apresentamos algumas dicas sobre como estimular a inovação e criatividade do seu time através de soluções arquitetônicas. Esperamos que esse material tenha sido útil para você se inspirar e pensar em novas formas para seu escritório.  Se você quiser saber mais sobre o assunto, tirar aquele projeto de reforma do papel ou até mesmo investir na construção de seu espaço personalizado, fale com nossa equipe! Você pode nos contatar pelo e-mail contato@studiouniversalis.com.br ou pelo telefone/WhatsApp (31) 98797-2392. Nossa equipe especializada está à sua disposição!

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A fotografia mostra detalhes da decoração de uma sala iluminada pela luz do sol. Uma mesa de madeira com diversos objetos decorativos como velas, cestas de vime, porta retrato e abajur, e um ramo de folhas secas em uma garrafa de vidro. Ao fundo, uma poltrona com almofada e a janela com as persianas abertas. À frente da imagem, caixa de texto laranja com texto branco escrito "Arquitetura residencial", seguida por caixa branca com texto preto, escrito "Dicas para tornar sua casa de férias mais aconchegante". Nas laterais da imagem, elementos que representam piso tátil aparecem em laranja.
Arquitetura Residencial

Dicas para tornar sua casa de férias mais aconchegante

    Quando pensamos em construir ou reformar a casa de férias, geralmente pensamos no quanto aquele espaço irá fazer parte dos nossos momentos de lazer e descanso e nas situações felizes que viveremos junto com a família e amigos. É muito comum que, neste momento de euforia, a gente pense em todos que irão desfrutar destes espaços, mas dificilmente na maneira como eles vão interagir com os ambientes. E esta é a chave para que os espaços sejam realmente aconchegantes: saber quem são as pessoas e como elas irão se relacionar com cada um dos ambientes. Afinal, uma casa aconchegante é mais do que apenas uma casa bonita, ela faz com que as pessoas se sintam bem!  Para uma casa de férias mais aconchegante, estética e funcionalidade se combinam criando um ambiente harmônico e convidativo. De modo geral, é importante pensar em alguns aspectos na hora de organizar seu espaço.  O primeiro deles: o principal objetivo do espaço é ser prático e relaxante, pois é o que todos desejamos para o período de férias. Assim, opte sempre por ambientes com espaço mais amplo, com áreas de circulação desobstruídas para que todos consigam transitar com mais conforto e segurança. Móveis planejados e bem definidos são capazes de conferir conforto e funcionalidade para seu espaço, sem deixar a desejar o aspecto estético. Menos peças e itens decorativos espalhados pelo espaço oferecem praticidade, liberando mais áreas para a circulação, diversão e brincadeiras.  Outro ponto bastante importante é a ventilação. Um erro comum é não incluir a ventilação cruzada em uma casa de férias, seja ela na praia ou no campo. Por permanecer muito tempo fechado, esse tipo de imóvel necessita de portas e janelas maiores e um pé direito mais alto, para evitar o acúmulo de umidade. Estes fatores, além de facilitar na sua manutenção e economia ao longo do tempo, conferem aos visitantes sensações mais agradáveis durante sua estadia.  Levando em consideração a temática “praia, férias e descanso”, os ambientes internos e externos podem ser personalizados para este tipo de ambientação. É interessante, também, explorar sempre que possível o uso de plantas e arranjos, pois, além de dar vida ao ambiente, auxiliam a criar uma atmosfera mais agradável e até mesmo a regular a temperatura. Uma dica é optar por plantas com pouca manutenção, como suculentas, por exemplo, tendo em vista a frequência com que você usa a casa de férias.  Até agora, apresentamos algumas dicas gerais de como você pode otimizar a residência para torná-la mais receptiva. A seguir, apresentamos três dicas para ambientes e uma dica bônus para você tornar sua casa perfeita para o lazer, descanso, e todos os momentos especiais que suas férias merecem. Confira: A porta de entrada: o cartão de visitas A porta da frente é o primeiro elemento que temos contato ao chegar, por isso ela deve fazer com que as pessoas se sintam bem-vindas no espaço. Opte por portas mais amplas, para que as pessoas consigam adentrar a residência sem dificuldade mesmo com malas ou compras de supermercado, por exemplo. No hall de entrada, prefira um espaço amplo para a circulação e invista em uma boa iluminação para acolher os visitantes. É interessante também dispor alguns móveis para que as pessoas consigam deixar objetos pessoais como bolsas ou casacos. É preciso ter bastante cautela para que estes móveis não acabem por obstruir o espaço de circulação, que é o ponto central deste cômodo. A cozinha é o coração da casa Em residências de férias, a cozinha ocupa um espaço de destaque por ser o centro de muitas confraternizações. Para garantir o conforto, além de um bom espaço de circulação que possibilite receber as pessoas e o preparo das refeições, existem alguns elementos que podem contribuir bastante para o sucesso deste espaço: Invista em cadeiras ou banquetas confortáveis. Uma opção é o uso de bancadas em ilha, que dividem o espaço e dinamizam a interação durante a realização destas atividades. É importante observar que a bancada deve possuir uma altura adequada, garantindo o uso, alcance e manipulação independentemente do tamanho do corpo do usuário, postura ou mobilidade.  Outro ponto que pode otimizar a sensação de conforto e que está muito presente na cozinha é a memória olfativa: aromas que relembram os tempos e acontecimentos mais felizes como almoços de família ou férias na casa da avó, por exemplo. Você pode pensar em algumas formas de incluir estes aromas na sua própria cozinha, potencializando a experiência de quem a frequenta. Uma possibilidade pode ser a utilização de vasinhos portáteis (que você pode trazer de casa), com ervas aromáticas e temperos frescos. Caso sua cozinha não tenha muito espaço disponível, uma outra alternativa é pensar em áreas gourmet. Estes espaços são áreas de convivência instaladas nos ambientes de maior privilégio da casa, que unem áreas internas e externas da residência. São uma área de destaque, onde todos se reúnem para passar momentos agradáveis e especiais e muitas vezes possuem um design diferenciado, que busca tornar o ambiente convidativo e aconchegante com muita praticidade. Em nosso blog temos um post sobre este tema e nele nós te contamos tudo para planejar espaços gourmets que garantam o maior conforto possível para todas as pessoas sem a necessidade de grandes transformações estruturais no seu imóvel. Salas de estar e TV Outro ambiente muito utilizado nas casas de férias são as salas. Sejam elas de estar ou TV, integradas ou não à cozinha e aos espaços gourmet, são lugares onde as pessoas se reúnem para conversar, jogar, assistir a um bom filme ou ainda, para quem gosta, um bom jogo de futebol.  Devemos pensar nestes espaços para que o mobiliário, além de conforto, potencialize o uso ao qual o ambiente se destina. No caso das salas de estar, entende-se que é um local onde as pessoas se sentam para conversar. Então, prefira sofás e poltronas com design apropriado para estar sentado, com espumas mais firmes,  dispostos de forma que as pessoas possam se ver – esta é a dica

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A fotografia mostra uma mulher sentada à mesa em um restaurante. Com os olhos fechados, ela sorri enquanto saboreia um prato.À frente da imagem, caixa de texto laranja com texto branco escrito "Arquitetura comercial", seguida por caixa branca com texto preto, escrito "Como os espaços podem transmitir sensações e influenciar comportamentos?". Nas laterais da imagem, elementos que representam piso tátil aparecem em laranja.
Arquitetura comercial

Como os espaços podem transmitir sensações e influenciar comportamentos?

Muitas histórias acontecem a partir da nossa interação com os espaços físicos de estabelecimentos comerciais. Vamos a um exemplo: Você decide ir a um restaurante, pois estava com vontade de saborear uma comida mineira. Chegando lá, parece que você estava entrando na casa da sua tia no interior de Minas Gerais: o espaço, a organização dos móveis, as cores e a iluminação, além do aroma irresistível de comida gostosa e bem temperada… A moda de viola que tocava no salão do restaurante fez você lembrar dos domingos alegres de reunião em família, das conversas e cafezinho passado no coador de pano. De repente, o que seria apenas um almoço em um bom restaurante se torna uma  incrível experiência emocional, que faz reviver memórias de sua infância. Já aconteceu algo semelhante com você? Isto não ocorre por acaso. Provavelmente esses lugares foram projetados de maneira a estimular os seus sentidos e as suas emoções, para criar uma experiência de consumo surpreendente e conectada com os seus valores e com aquilo que você realmente aprecia. Muitos estudos demonstram a importância de elementos como as formas dos espaços, seu aspecto estético, cores, iluminação, sons e texturas, como estímulos dos sentidos das pessoas, influenciando seus comportamentos e emoções e levando-as a permanecerem mais ou menos tempo nos lugares, consumirem ou não e estabelecerem fortes conexões com marcas e empresas. Os espaços projetados com estas características têm como ponto central as pessoas – a forma como vivem, seus hábitos e necessidades. Consideram as demandas do usuário: à qual função o ambiente se destina? Qual dimensionamento os espaços devem possuir para que as atividades e  relações sociais que ali serão desenvolvidas possam ocorrer de maneira eficiente, tranquila e igualitária para todas as pessoas? Perguntas como estas são essenciais para que a experiência das pessoas nesses ambientes seja completa, agradável e estimulante e para que histórias de integração com a marca ocorram. É preciso minimizar o eventual estresse, promover o conforto físico e potencializar a capacidade de acolhimento do lugar, valorizando o conforto emocional que eles podem proporcionar.  Além disso, estes espaços são projetados levando em consideração os objetivos do próprio negócio: como os produtos e serviços devem ser consumidos, quem e porquê devem consumí-los. O estabelecimento possui um propósito, e a arquitetura dos espaços deve estar intimamente ligada a ele. Já falamos aqui sobre as principais tendências de comportamento para o consumidor no ano de 2022. Segundo Dominique Oliver, CEO da marca de lifestyle Amaro, antes da pandemia, menos de 5% das compras eram feitas no ambiente online, no Brasil, e, agora, o comércio online já consome 11% das vendas de varejo. Apesar deste aumento significativo das vendas online, o espaço físico continua sendo muito importante para criar experiências agradáveis para o consumidor.  Segundo a tendência de perfis, o consumidor irá prezar, de forma geral, ainda mais pela valorização das pessoas e comunidades, por marcas que valorizem a inclusão e a conexão entre as pessoas e que forneçam experiências agradáveis, imersivas e acolhedoras. E neste ponto, não há nada melhor do que espaços físicos bem planejados, de acordo com os desejos e interesses do público-alvo, para produzir o encantamento através das vivências nos ambientes. Diversos aspectos arquitetônicos podem contribuir para transformar a experiência do consumidor em algo além da própria compra ou consumo, mas em uma experiência com envolvimento emocional, em algo inesquecível. Dentre estes aspectos, a iluminação possui grande importância, pois é capaz de valorizar o ambiente e potencializar as sensações. Costumo dizer que a iluminação está para a arquitetura da mesma forma como a cereja está para o bolo: é ela quem faz o arremate final e valoriza todo o trabalho de projeto e execução do design de qualquer tipo de espaço. Uma iluminação bem feita tem a capacidade de potencializar todas as intenções do projeto e provocar emoções e sensações nas pessoas. No entanto, quando não está adequada ao ambiente, o efeito pode ser desastroso: espaços pouco atrativos e desagradáveis, resultando em lugares onde as pessoas não se sentem confortáveis em estar. Aliada a um projeto arquitetônico bem estruturado, a iluminação é poderosa para influenciar o comportamento de consumo dos clientes. A seguir apresentamos algumas dicas valiosas para que você possa aproveitar ao máximo os espaços de seu estabelecimento e potencializar as experiências de seus clientes.   1 – É preciso ter um foco: pense sobre o perfil do seu negócio e do seu público Para que a iluminação seja uma aliada, é muito importante que seja pensada de acordo com o perfil do seu negócio e do público que ele atende, sob o risco de se criar uma ambientação que espante o seu cliente, ao invés de retê-lo, ou o contrário: as pessoas achem o lugar tão agradável que passem a querer ficar, quando o objetivo era que elas fizessem suas refeições rapidamente e fossem embora.   2 – A iluminação faz parte da decoração Além do perfil do negócio e do público, o segundo ponto de apoio de todo projeto de iluminação é o design do ambiente. Ambos, atuando de forma bem alinhada, servem para valorizar a arquitetura do seu restaurante e ajudar a criar as ambientações e sensações adequadas para o seu negócio acontecer. Mais do que isso, a iluminação faz parte da decoração e cada estilo de design demanda um tipo de luminária e efeitos de iluminação específicos.   3 – Use a iluminação para potencializar a experiência e criar setores, cenários diferenciados e pontos de interesse   A iluminação é uma aliada poderosa na valorização do seu estabelecimento e pode te ajudar a criar setores diferentes, com maior ou menor privacidade, demarcar e sinalizar as áreas de circulação e ainda destacar a arquitetura e objetos de decoração, criando ambientações diferenciadas, o que pode tornar o seu estabelecimento agradável e interessante para o cliente. Além disso, a iluminação também é uma alternativa interessante e que demanda pequenas alterações no ambiente para criar a sensação de novidade no cliente.   Quais sensações você deseja que seu estabelecimento provoque em seus

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