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Acessibilidade corporativa: porque os escritórios ainda não são realmente acessíveis e como podemos mudar isso na prática?

Ainda que muitas empresas afirmem oferecer ambientes inclusivos, a maior parte dos escritórios no Brasil está longe de ser, de fato, acessível. Existe uma crença persistente de que o espaço corporativo, por se organizar em torno de mesas, cadeiras e computador, seria naturalmente adequado para qualquer pessoa. A ideia de que “é só tirar a cadeira e uma pessoa em cadeira de rodas consegue trabalhar” sintetiza essa percepção superficial, mas esta visão simplificada ignora justamente aquilo que mais defendemos no Studio Universalis: a acessibilidade não é apenas a ausência de obstáculos, é principalmente presença de autonomia. E a autonomia se constrói nos detalhes. Neste artigo, vamos mostrar por que muitos escritórios continuam reproduzindo barreiras invisíveis e, principalmente, como é possível projetar ambientes corporativos verdadeiramente acessíveis, funcionais e preparados para receber todas as pessoas em condições de igualdade. A falsa impressão de “acessibilidade intuitiva” A suposição de que o escritório já é acessível nasce da crença de que o trabalho intelectual, predominantemente realizado em um único ambiente e sentado, não apresenta exigências espaciais complexas. No entanto, essa visão desconsidera que a acessibilidade é definida por critérios objetivos, ligados à relação ampla com o espaço: faixas de alcance, rotas contínuas, comunicação tátil, autonomia de circulação, previsibilidade e segurança no deslocamento. Nada disso é garantido apenas pela existência de uma mesa. A estação de trabalho, por exemplo, precisa contemplar regulagem de altura, permitindo que pessoas em cadeira de rodas, pessoas baixas ou com mobilidade reduzida ajustem o mobiliário às suas proporções. Além disso, o tampo regulável ou inclinável pode ser determinante para quem possui limitações motoras ou necessidades específicas de ergonomia. Você consegue perceber como a acessibilidade se manifesta em soluções precisas, em estratégias para o espaço, não em improvisos, como remover uma cadeira? A rotina corporativa é vasta, e a acessibilidade precisa acompanhar esse percurso completo. Toda pessoa que utiliza o ambiente de trabalho acessa banheiro, copa ou refeitório, áreas de convivência, recepção e áreas de circulação interna. Esses espaços, porém, são frequentemente negligenciados. Uma instalação sanitária inacessível, por exemplo, não é apenas um problema arquitetônico, é um obstáculo direto à permanência digna no ambiente de trabalho. O mesmo vale para copas e refeitórios onde bancadas são altas demais, comandos estão fora da faixa de alcance ou a circulação é estreita. Um escritório não pode ser considerado acessível se a pessoa tem autonomia apenas na mesa de trabalho, mas depende de ajuda para usar o sanitário, pegar um café ou acessar o bebedouro. Um escritório só é acessível se todos os ambientes permitem uso autônomo. As barreiras que ninguém vê: o problema da invisibilidade Grande parte dos impedimentos encontrados em escritórios são barreiras silenciosas, que passam despercebidas por quem não experimenta o corpo em relação de conflito com o espaço. Isso torna o tema ainda mais desafiador, pois o que é invisível tende a ser naturalizado, e o que é naturalizado deixa de ser questionado. Não é raro encontrarmos as seguintes situações em ambientes corporativos: O problema não está na falta de intenção, mas na ausência de um olhar treinado. É por isso que insistimos que a acessibilidade não deve ser improvisada, mas sim projetada. Como fazer a acessibilidade na prática? Vamos entender mais sobre a rota acessível e a autonomia Para compreender por que os escritórios permanecem inacessíveis, mesmo quando acreditam oferecer inclusão, precisamos falar sobre o conceito de rota acessível. A acessibilidade não é fragmentada, ela é contínua e considera a relação das pessoas com os espaços. Não basta ter um banheiro acessível, uma mesa com regulagem ou um elevador dentro das normas, se o percurso que conecta esses elementos tem barreiras, a autonomia não se concretiza. Uma rota acessível deve garantir que uma pessoa consiga sair da calçada, entrar no prédio, circular, trabalhar, acessar serviços, se alimentar e retornar ao ambiente de maneira independente. Se qualquer trecho desse percurso exige ajuda, há uma ruptura, e essa ruptura representa desigualdade, afinal, quando um espaço exige que alguém dependa constantemente de ajuda, ele está naturalizando um processo de segregação.  Garantir autonomia significa permitir que qualquer pessoa registre o ponto, acesse uma sala, abra uma porta, imprima um documento, prepare um café ou utilize o sanitário sem auxílio. É a autonomia que equaliza o ambiente e o transforma em um lugar onde cada pessoa exerce seu trabalho em plenitude. Como projetar para a autonomia?  Projetamos ambientes corporativos a partir de uma análise técnica rigorosa, mas também profundamente humana. Observamos as rotas, analisamos faixas de alcance, identificamos barreiras invisíveis e verificamos a coerência entre normas, uso real e experiência cotidiana. Algumas perguntas orientam nosso processo: Quando essas respostas são afirmativas, entendemos que a acessibilidade deixa de ser um adendo e se torna parte estrutural do projeto. Escritórios acessíveis não surgem espontaneamente, eles são construídos com intenção Neste artigo te mostramos que a ideia de que o escritório é naturalmente acessível é mais um mito do que uma constatação, porque a acessibilidade corporativa exige técnica, sensibilidade, conhecimento normativo e compromisso ético. Exige intenção.  E é certo que, em ambientes corporativos, esse compromisso não é apenas ético, ele é estratégico. Ambientes acessíveis reduzem o esforço físico e cognitivo necessário para realizar tarefas cotidianas, diminuem o estresse, aumentam a sensação de pertencimento e fortalecem as relações de confiança dentro da organização. Quando as pessoas experimentam autonomia, previsibilidade e conforto no espaço de trabalho, elas passam a operar em sua melhor capacidade, criam melhor, colaboram melhor e se engajam mais. Por isso, os impactos da acessibilidade no bem-estar dos colaboradores são diretos e mensuráveis. Um escritório que elimina barreiras melhora a saúde ocupacional, reduz afastamentos, amplia a produtividade e cria uma cultura muito mais sustentável. No fim, investir em acessibilidade transforma a experiência de cada indivíduo e os resultados do próprio escritório. No Studio Universalis, entendemos que a acessibilidade é uma ferramenta poderosa de performance organizacional. Ambientes que respeitam a diversidade dos corpos e das formas de existir são ambientes que produzem melhor. E é por isso que projetar para a autonomia não é um gesto

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Arquitetura Inclusiva

O que o Desenho Universal tem a ver com sustentabilidade?

E por que ele é um bom caminho para atender aos requisitos de ESG? Nos últimos anos, temos ouvido cada vez mais sobre ESG, neutralidade na emissão de carbono e construções sustentáveis, principalmente nos últimos meses, quando o Brasil passou a ser o cenário da COP 30 e, à medida que o evento foi se aproximando, o mundo inteiro voltou a discutir seus compromissos ambientais e sociais. Esses termos se tornaram parte do vocabulário de empresas e profissionais de diferentes áreas, mas, na prática, ainda há uma dúvida que persiste: como transformar esses conceitos em ações reais, que façam sentido no dia a dia dos projetos e das pessoas? Para nós, a resposta começa com um olhar mais humano sobre o que significa ser sustentável. Então, há uma pergunta que gostamos de fazer para guiar nossos projetos em meio a tantas siglas e metas: Como garantir que a sustentabilidade também inclua as pessoas? É justamente aí que percebemos a relação entre o Desenho Universal (DU), a perspectiva que orienta todos os projetos do Studio Universalis e que une acessibilidade, eficiência e propósito em uma mesma ideia: projetar para todos, com maior durabilidade e com menos impacto. O Desenho Universal é uma filosofia que propõe ambientes utilizáveis por qualquer pessoa, independentemente de idade, condição física, sensorial ou contexto social.Assim, o DU é, além de uma filosofia que promove a acessibilidade nos ambientes, uma forma de pensar o espaço de maneira sustentável, porque antecipa necessidades, reduz desperdícios e prolonga a vida útil dos ambientes. Já comentamos bastante nos conteúdos do blog sobre como os projetos pensados a partir do Desenho Universal tem uma longevidade muito maior, afinal, um projeto pensado desde o início para se adaptar a diferentes momentos da vida, da infância à velhice, seja para uso comercial ou residencial, demanda menos reformas, menos resíduos e menos consumo de materiais. Isso é a sustentabilidade em prática, diretamente relacionada com as demandas e interesses das pessoas: é fazer mais com menos, e fazer bem para todos. Quer entender melhor como se dá a relação entre essas duas áreas? Então continue a leitura e descubra a seguir. E onde exatamente esses conceitos se encontram? O ESG (do inglês Environmental, Social and Governance) se apoia em três pilares principais, e o Desenho Universal dialoga com todos eles: E é por isso que o Studio Universalis adota o DU como caminho de sustentabilidade. Para nós, o Desenho Universal não é um diferencial, é o ponto de vista a partir do qual cada projeto é pensado, conectando estética, função e impacto social. Assim como nas reflexões que trouxemos em artigos anteriores, sobre a arquitetura bioclimática ou sobre a gestão de resíduos na construção, o DU é parte da mesma teia de responsabilidades, de criar espaços que respeitem o meio ambiente e valorizem as pessoas.  Isso tudo deve ocorrer de forma conjunta, e entendemos que são cenários complexos e que muitas vezes parecem difíceis de encontrar caminhos sólidos. Por isso entendemos o Desenho Universal como uma possibilidade concreta de executar ações visando o desenvolvimento sustentável. Projetar de forma universal significa planejar melhor.  E planejar melhor significa construir com mais consciência, menos desperdício e mais propósito. Na prática, a sustentabilidade está para além da ideia comum de materiais recicláveis, telhas fotovoltaicas ou soluções técnicas, pois ela está também na longevidade social dos espaços. Um ambiente que acolhe diferentes públicos, sem precisar ser constantemente reformado ou adaptado, é um ambiente que dura mais e serve melhor. Quando falamos em ESG, o Desenho Universal é a tradução concreta do equilíbrio entre o humano e o ambiental e é uma forma de garantir que os espaços sigam relevantes, acessíveis e sustentáveis com o passar do tempo. O Desenho Universal se apresenta como uma resposta real e tangível para o desafio de transformar princípios em prática e traduz os valores do ESG em ações cotidianas de projeto, planejamento e construção, criando espaços que reduzem os recursos e impactos ambientais e que ampliam o impacto social positivo para fortalecer a governança responsável. Mais do que uma tendência, o DU representa uma mudança de mentalidade: entender que a verdadeira sustentabilidade nasce quando pensamos no coletivo, quando projetamos para o agora sem comprometer o amanhã. Ao adotar o Desenho Universal como eixo central dos nossos projetos, o Studio Universalis reafirma o compromisso com uma arquitetura que não se limita a atender padrões, mas que inspira novas formas de viver, trabalhar e se relacionar com o espaço.  No fim das contas, construir de forma sustentável é também construir com empatia. E é assim que o Desenho Universal transforma o ESG em uma prática concreta que une estética, funcionalidade e, acima de tudo, humanidade. Quer levar essa visão para os seus projetos? Entre em contato com o Studio Universalis e descubra como o Desenho Universal pode ser o caminho para alinhar sustentabilidade, acessibilidade e propósito em cada espaço. (31) 98797-2392 | contato@studiouniversalis.com.br

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Acessibilidade

Como a arquitetura inclusiva transforma a vida escolar de cada criança?

Embora outubro já tenha passado, ele sempre nos deixa reflexões importantes. É um mês em que o olhar se volta para a educação e para as infâncias, pois é quando celebramos o Dia das Crianças, o Dia dos Professores e diversas outras datas que nos lembram o poder transformador da escola na vida das pessoas. Mas, para além das celebrações, esse também é um momento oportuno para revisitarmos uma pergunta fundamental: será que todas as crianças têm a oportunidade de viver plenamente a experiência escolar? Essa pergunta, aparentemente simples, é o ponto de partida para uma reflexão mais ampla sobre o papel do espaço no processo de aprendizagem. A arquitetura, muitas vezes vista como um aspecto técnico ou funcional, é, na verdade, uma mediadora silenciosa das relações humanas, pois tem o poder de influenciar comportamentos, incentivar interações e, sobretudo, comunicar valores. E quando esses valores são guiados pela inclusão, o espaço deixa de ser apenas um cenário onde a aula acontece e se transforma em uma extensão da própria pedagogia, com um ambiente que educa pelo modo como acolhe, organiza e dá forma às experiências cotidianas. A arquitetura inclusiva nasce exatamente desse entendimento: de que projetar é, também, educar; que desenhar uma escola é desenhar possibilidades de viver, aprender e conviver e que cada escolha espacial influencia diretamente a maneira como cada criança se sente e se reconhece dentro do ambiente escolar.  Vamos entender um pouco mais sobre esse impacto? Arquitetura inclusiva na escola é projetar para todas as infâncias Falar em “todas as infâncias” é reconhecer que não há uma única maneira de ser criança, nem um único corpo, nem um único modo de se mover ou perceber o mundo. Cada infância é um universo singular, e a arquitetura inclusiva nasce justamente do desejo de criar espaços capazes de acolher essas múltiplas formas de existir. Uma escola inclusiva é aquela que entende o espaço como potência de desenvolvimento, não como limitação. Ela reconhece que o aprendizado não acontece apenas nas carteiras ou diante de um quadro, mas também nos caminhos percorridos, nos encontros fortuitos, nas pausas para observar, nas brincadeiras compartilhadas. Com uma arquitetura que convida à convivência, estamos criando o terreno onde o conhecimento pode florescer com liberdade e respeito. Assim, projetar para todas as infâncias significa compreender que cada detalhe do espaço importa: a largura dos corredores, o nível de ruído em uma sala, a temperatura do piso, a legibilidade das sinalizações, a textura das superfícies… Tudo isso comunica algo sobre quem pode, ou não, estar ali. Por isso, o compromisso com a acessibilidade não é apenas técnico, mas profundamente ético. O primeiro passo para aprender com liberdade é ter autonomia A verdadeira aprendizagem começa quando a criança tem a liberdade de explorar o mundo por conta própria. E essa liberdade passa, necessariamente, pela autonomia espacial. Quando uma escola oferece corredores amplos, rampas suaves, portas acessíveis e mobiliário pensado em diferentes alturas e proporções, ela está, sim, cumprindo normas de acessibilidade, mas o impacto real vai muito além de evitar autuações: quando a escola pensa na experiência dos sujeitos, está oferecendo oportunidades de descoberta. A criança que pode circular sozinha entre a sala e o pátio, que pode ir até a biblioteca sem depender de outra pessoa, ou que consegue alcançar o bebedouro com facilidade, sente que o espaço a reconhece enquanto sujeito. E essa sensação de pertencimento é profundamente formadora. Ao perceber que o ambiente responde às suas necessidades e respeita o seu corpo, a criança compreende, de forma implícita, o valor da igualdade e da autonomia, e a arquitetura, nesse sentido, ensina através da experiência cotidiana o significado de independência, respeito e confiança. Quando o espaço inclui, a convivência floresce A inclusão social dentro do ambiente escolar vai muito além de políticas e discursos, pois ela se materializa no modo como o espaço é desenhado e vivido. Quando todos os ambientes são pensados para receber qualquer criança, independentemente de suas condições físicas, cognitivas ou sensoriais, a convivência se torna natural, e não forçada. A arquitetura inclusiva rompe com a lógica da separação, pois ela não cria espaços “especiais” destinados para alguns, mas ambientes comuns que acolhem a todos. Um pátio acessível, uma sala de aula flexível, uma área de lazer nivelada e segura garantem o acesso e inspiram a conexão e o reconhecimento de que pessoas são diversas, e que todas possuem direito a pertencer. É nesse convívio compartilhado que a empatia se constrói. Quando uma criança aprende desde cedo que todos podem ocupar o mesmo espaço, ela leva consigo uma lição sobre respeito e igualdade que ultrapassa os muros da escola. A gente aprende em todos os espaços Aprender é um ato que acontece em movimento.  É no trânsito entre os espaços que as crianças constroem parte importante de suas descobertas e afetos. Por isso, uma arquitetura inclusiva precisa garantir a participação plena em todos esses lugares, e não apenas na sala de aula. Um laboratório acessível, uma biblioteca com prateleiras ao alcance de todos, um refeitório que respeita diferentes modos de sentar e se alimentar, um jardim onde o aprendizado se mistura ao brincar… todos esses elementos fazem parte de uma escola verdadeiramente inclusiva. Quando uma criança pode estar em todos os lugares, ela sente que tem o direito de aprender em qualquer contexto e o espaço deixa de ser um limite e passa a ser um campo de possibilidades. É assim que a arquitetura amplia a mobilidade, o imaginário e a capacidade de se relacionar com o conhecimento de maneira mais rica e integral. Segurança e conforto: a base da confiança Um ambiente seguro não é aquele que impede o movimento, mas aquele que permite o movimento com tranquilidade. A segurança, na arquitetura inclusiva, está profundamente ligada à ideia de confiança no espaço, no corpo e nas próprias possibilidades. Rampas com guarda-corpo, pisos antiderrapantes, boa ventilação, iluminação adequada e materiais confortáveis ao toque podem parecer, numa primeira vista, detalhes estéticos destinados à fase de acabamento do projeto. Mas, se olharmos com

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Acessibilidade

Acessibilidade em espaços de atendimento ao público: como inclusão e estratégia podem andar lado a lado?

No Studio Universalis, acreditamos que projetar espaços é também projetar relações. E quando pensamos em espaços de atendimento ao público, sejam eles órgãos governamentais, lojas, cafés ou hospitais, a acessibilidade não é um elemento “a mais”, uma etapa posterior ou uma adaptação de última hora. Acessibilidade é o princípio, o ponto de partida. É o que define se um espaço serve às pessoas – todas elas – ou apenas a uma parte. E por que isso importa? Porque projetar para todos é um compromisso ético, mas também uma decisão estratégica. Espaços inclusivos acolhem a um número maior de pessoas garantindo a sua autonomia e dignidade, mas também são importantes para comunicar valores, ampliar públicos, evitar riscos legais e elevar a qualidade da experiência vivida. Neste artigo, vamos falar sobre acessibilidade em estabelecimentos comerciais e espaços públicos, com base na legislação brasileira e na experiência prática de quem vive e projeta esses ambientes todos os dias. O que é, afinal, acessibilidade? A acessibilidade não diz respeito apenas a pessoas com deficiência. Ela é, na prática, a capacidade de um ambiente se adaptar à diversidade dos corpos, das idades, das condições de saúde, dos tempos e modos de estar no mundo. Acessibilidade não é, especificamente, um tipo de arquitetura, ela é a arquitetura bem feita, que considera que as pessoas são diferentes  e que isso é uma riqueza, não um problema. Por exemplo, quando um ambiente exige força, agilidade, visão perfeita, leitura rápida ou atenção extrema, ele impõe uma barreira. Essas barreiras são especificamente físicas, mas também simbólicas, pois dizem, sem palavras: “isso não foi feito para você”. A arquitetura inclusiva, por outro lado, se pergunta desde o início: como este espaço pode ser feito para que todas as pessoas o utilizem com facilidade? Por que a acessibilidade deve ser prioridade em espaços de atendimento? Quando falamos sobre acessibilidade, não estamos apenas lidando com uma questão técnica ou com o cumprimento de normas legais, estamos falando sobre como as pessoas vivem o espaço ou, em muitos casos, sobre como são impedidas de vivê-lo. Em espaços de atendimento ao público, a falta de acessibilidade se torna ainda mais grave, pois limita a entrada e nega a participação plena de uma parte significativa da população na vida social, econômica e cultural. A seguir, apresentamos as razões pelas quais tornar seu espaço acessível deve ser prioridade  ética, estratégica e humana. 1. Porque é lei A Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015) e a Lei nº 10.098/2000 não deixam margem para interpretação: todos os espaços de uso coletivo, públicos ou privados, devem garantir acessibilidade desde a entrada até o atendimento final. Isso inclui aspectos físicos (como rampas, banheiros adequados, sinalização), comunicacionais (como linguagem acessível e materiais em braile) e atitudinais (como preparo das equipes para lidar com diferentes tipos de público). Ignorar essas normas é abrir espaço para multas, ações judiciais e interdições, especialmente em empresas, comércios e órgãos públicos. Por isso, a acessibilidade é importante para se manter em conformidade com a legislação. 2. Porque é uma demanda concreta As pessoas não são todas jovens, com capacidade de visão perfeita, com mobilidade plena e sem nenhuma condição limitante. A ideia de um “usuário-padrão” é uma ficção que empobrece o projeto e ignora a realidade. Mais de 18 milhões de brasileiros vivem com algum tipo de deficiência, segundo dados do IBGE. Mas se ampliarmos a ideia de acessibilidade para abranger também idosos, gestantes, pessoas com carrinhos de bebê, obesidade, lesões temporárias, neurodivergências e diferentes níveis de letramento, o número salta para mais da metade da população. Projetar com acessibilidade é, portanto, projetar para a vida real, e não para um padrão idealizado e excludente. 3. Porque é um diferencial competitivo Sim, acessibilidade também é vantagem competitiva. Em um mercado cada vez mais sensível à inclusão e à diversidade, consumidores valorizam marcas e instituições com posicionamentos claros. Um restaurante acessível, por exemplo, atrai pessoas com deficiência, mas também é visto como possível destino para grupos familiares, amigos e cuidadores, ampliando ainda mais o público total.  Empresas e instituições que investem em acessibilidade demonstram responsabilidade social, visão de futuro, respeito à história e à longevidade das pessoas e que também se alinham com consumidores cada vez mais atentos a práticas inclusivas. Por que gestores são decisivos na criação de ambientes inclusivos? Quando falamos em acessibilidade arquitetônica, é comum pensar primeiro nas soluções técnicas: rampas, sinalização tátil, banheiros adequados, são, de fato, essenciais. Mas antes de qualquer traço no papel, existe uma decisão fundamental: a escolha política e estratégica de tornar o espaço acessível. E essa decisão está nas mãos de quem lidera. Gestores, administradores e responsáveis por espaços públicos e privados ocupam uma posição-chave nesse processo, pois são eles que definem prioridades, alocam recursos, aprovam projetos e modelam a cultura institucional. E quando a acessibilidade não é pauta de gestão, ela simplesmente não acontece, ou, quando acontece, surge de forma fragmentada, tardia e pouco eficaz. A ausência de acessibilidade é, muitas vezes, fruto de uma visão limitada do espaço como custo, e não como ferramenta de relacionamento com o público e, quando uma gestão entende que o espaço acessível comunica valores, amplia o alcance, gera pertencimento e fideliza pessoas, entende que a acessibilidade é investimento em imagem, em cidadania e em experiência do usuário. Por isso, tão importante quanto estruturas físicas acessíveis, faz toda a diferença uma gestão que mobilize as equipes, promova treinamentos, revise procedimentos e planeje com visão de futuro, multiplicando conhecimentos e impactando seus liderados, por entender que a acessibilidade é um processo contínuo, que exige escuta, atualização e disposição para aprender com os próprios clientes. No Studio Universalis, temos visto que os projetos mais eficazes são aqueles em que a decisão pela inclusão parte da liderança. Quando gestores enxergam a acessibilidade não como um “extra”, mas como parte intrínseca da missão institucional, o resultado é um ambiente mais habitável, acolhedor e de uso mais equitativo, e empresas, autarquias ou órgãos públicos  muito mais conectados com a realidade das pessoas. Lembre-se: a acessibilidade

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Acessibilidade

Acessibilidade na prática: 5 dicas para Arquitetos e Engenheiros 

Você sabe que um bom projeto arquitetônico vai muito além da estética: envolve técnica, funcionalidade, conforto e, cada vez mais, inclusão.  Mas quando o tema é acessibilidade, muitos arquitetos e engenheiros se deparam com a mesma situação: sabem que é necessário, mas não têm tempo ou segurança para aplicar todos os requisitos técnicos com precisão, afinal, são muitos detalhes, muitas normas, e pouco espaço para erro. Se isso soa familiar, fique tranquilo, você não está sozinho. E é exatamente aí que o Studio Universalis pode entrar como parceiro estratégico para potencializar o que você já faz de melhor. A acessibilidade ainda é tratada por muitos como uma “etapa obrigatória”, algo que se encaixa no fim do projeto, meio na pressa. O problema é que, quando tratada assim, ela muitas vezes complica processos que poderiam ser muito mais simples.  No Studio Universalis, temos experiência prática em design universal e acessibilidade ambiental. A gente olha para o projeto com um foco técnico e humano ao mesmo tempo. E o que mais vemos é o quanto pequenas decisões arquitetônicas podem causar grandes impactos na vida das pessoas e no sucesso do projeto. Por isso, separamos algumas orientações que, quando incorporadas desde o início, fazem diferença real para seus clientes e para o valor percebido do seu trabalho. Dicas essenciais para tornar seus projetos mais acessíveis (e mais completos) 1. Atenção às medidas: cada centímetro conta Parece óbvio, mas não é: em se tratando de acessibilidade, cada centímetro conta, e muitas vezes as medidas não são tratadas com o cuidado necessário. Uma circulação de 90 cm de verdade, sem obstáculos ou qualquer tipo de barreira, possibilita que as pessoas se locomovam com autonomia. Quando pensamos em corredores e passagens, estamos falando de movimento em linha reta — e qualquer elemento que possa estreitar esse corredor, pode comprometer a autonomia e o deslocamento de quem usa cadeira de rodas, bengalas ou mesmo de quem empurra um carrinho de bebê. Muitas vezes, sem o olhar detalhado para as medidas, um corredor aparentemente de 90 cm parece suficiente, até que você percebe que há um pilar ou saliência na alvenaria que comprometem essa medida.  Na prática, é o tipo de ajuste que evita retrabalho, adaptação posterior e, claro, constrangimentos para quem usa o espaço. 2. Atente-se ao espaço para mobilidade Não basta “caber” em um espaço, é preciso poder circular. Na arquitetura, precisamos possibilitar que diferentes corpos se movam com liberdade e, por isso, na acessibilidade, a disponibilidade de espaços é essencial! Cozinhas, banheiros, varandas… todos os espaços precisam de área útil de verdade, que permita movimentação e uso confortável dos ambientes por pessoas com diferentes corpos, idades e habilidades. Isso exige um pouco mais de planejamento, mas gera resultados muito mais funcionais, especialmente para idosos, gestantes, pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. No fim, não se trata apenas de projetar seguindo a norma, mas sim de criar espaços que funcionem para todos. 3. Contrastes visuais como valorização do espaço e segurança Sabemos que a paleta neutra, com tons muito próximos entre si, pode estar em alta, mas é preciso atenção e cuidado para que ambientes monocromáticos não se tornem um pesadelo para as pessoas que irão fazer uso daquele espaço. Contrastes bem pensados nos pisos, paredes, batentes e mobiliário ajudam na orientação espacial e tornam os espaços mais seguros, sem perder elegância. Dá pra ser funcional e bonito, sim. E essa adequação possibilita ambientes mais seguros para pessoas com daltonismo, labirintite ou baixa visão, que, sem o contraste visual adequado acabam tendo a navegação nos ambientes dificultada e um aumento  no risco de acidentes. Contrastes bem aplicados valorizam o espaço e trazem mais segurança, sem comprometer o projeto. 4. Alturas que  respeitam a diversidade Um ponto chave na acessibilidade é o alcance. Um balcão a 1,20 m pode ser lindo, mas também pode representar uma barreira para alguém em cadeira de rodas. O mesmo vale para interruptores, janelas, pias e mobiliário fixo. Mesas com altura entre 73 cm e 85 cm e interruptores entre 1,00 m e 1,10 m do piso são medidas que tornam os espaços funcionais para o maior número de pessoas possível. Esses detalhes e ajustes simples permitem que todos que farão uso dos espaços tenham controle sobre o ambiente. 5. Detalhes que importam: maçanetas, barras, corrimãos É fácil esquecer, mas são os detalhes que possibilitam que um ambiente seja verdadeiramente acessível. Maçanetas tipo alavanca são mais acessíveis para quem tem artrite, para quem tem deficiência nos membros superiores, para quem está com o braço engessado ou até mesmo para quem está com as mãos ocupadas. Além disso, é importante avaliar sempre o espaço de aproximação da porta: sem isso, o acesso já começa comprometido. Barras de apoio bem posicionadas garantem segurança e usabilidade real em banheiros. A norma sugere as medidas adequadas, para que o uso seja possível respeitando a diversidade de corpos e habilidades. Escadas muitas vezes são necessárias em projetos e, nesses casos, é importante pensar em corrimãos duplos pois assim é possível que adultos, idosos e crianças possam usar as escadas com mais confiança e segurança. Além disso, os corrimãos são elementos essenciais para que pessoas com deficiência visual possam utilizar a escada e se localizar entre os andares. Se você perceber, são ajustes simples que não geram grandes custos, mas que geram uma diferença enorme na experiência do usuário. Acessibilidade é autonomia, segurança e conforto. E, no fim das contas, é isso que o seu cliente espera de um projeto completo. Você não precisa saber tudo, só precisa de um bom parceiro A verdade é que a maioria dos profissionais da arquitetura e engenharia não teve formação técnica aprofundada em acessibilidade. E tudo bem, cada um tem sua especialidade. E é por isso que o Studio Universalis existe: para ser um apoio técnico confiável, capaz de traduzir a norma em soluções viáveis, bonitas e eficientes. Nosso entendimento vai muito além da norma: sabemos aplicar, adaptar e colaborar. Com consultorias, treinamentos e suporte personalizado, damos conta da parte

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Acessibilidade

As relações entre as pessoas e os espaços: novas perspectivas no Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência

O Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, celebrado em 21 de setembro, é uma data que reforça a importância de promover a inclusão e garantir os direitos das pessoas com deficiência em nosso país. Contudo, essa reflexão também abre espaço para uma discussão pouco abordada: como a acessibilidade, quando planejada a partir do uso das pessoas, pode se tornar um poderoso diferencial competitivo para empresas e espaços comerciais. Aqui no Studio Universalis, partimos da premissa de que a arquitetura deve ser desenhada para todos. Mais do que cumprir regulamentações, acreditamos que projetar ambientes acessíveis é um investimento estratégico que traz benefícios diretos para as empresas, tanto no que se refere à eficiência operacional quanto à construção de uma imagem positiva perante o mercado. Quando os espaços são pensados a partir das necessidades reais das pessoas que irão utilizá-los, isso impacta diretamente na produtividade, segurança e no relacionamento entre marca e consumidor. A verdadeira acessibilidade não pode ser vista como um ajuste superficial. Ela precisa ser integrada desde o início do processo de criação, considerando o perfil dos usuários que irão interagir com o ambiente. Em projetos corporativos e industriais, por exemplo, essa abordagem estratégica resulta em espaços que trazem inúmeros benefícios: facilitam o fluxo de trabalho e garantem que todos, independentemente de suas habilidades físicas, cognitivas ou sensoriais, possam participar plenamente de suas atividades, o que é revertido em maior produtividade e ganhos para todo o time de colaboradores. Empresas que abraçam essa visão têm a oportunidade de se destacar, mostrando que se preocupam com seus colaboradores, clientes e parceiros. Para além de cumprir as leis de acessibilidade, o planejamento personalizado dos espaços demonstra um compromisso com a inclusão e a diversidade, fatores que impactam diretamente a reputação corporativa e a atração de novos talentos. Por isso, acreditamos que empresas que investem em espaços acessíveis estão, também, otimizando seus processos. Ambientes bem projetados promovem maior produtividade, reduzem os riscos de acidentes e garantem um ambiente de trabalho mais saudável e colaborativo. É importante considerar as diferentes formas de interação das pessoas com os espaços, o tempo que estão em contato com eles e quais os impactos que geram em sua rotina, seja como colaboradores, parceiros ou clientes. Espaços agradáveis, acolhedores e bem pensados de acordo com o perfil dos públicos se destacam na percepção de quem com eles interage. Os escritórios de arquitetura têm uma função central na promoção da acessibilidade, pois são eles que, desde o início dos projetos, podem integrar soluções inclusivas que atendam às necessidades de uma diversidade de usuários. Ao pensarmos na acessibilidade como parte fundamental de seus projetos, deixamos de vê-la como uma imposição normativa e passamos a enxergá-la como uma oportunidade de inovação, criando ambientes que acolham a todos de forma eficiente e segura. Em nosso portfólio, diversos projetos empresariais e comerciais foram desenhados a partir da lógica da acessibilidade e personalização, mostrando que é possível pensar em ambientes de todos os perfis de forma adaptada aos usos feitos pelas pessoas. Desde clínicas de saúde, como a Fluence, até espaços de coworking, como a Conexus, nosso objetivo é transformar o ambiente de trabalho em um espaço onde todas as pessoas possam desenvolver suas atividades de forma plena e eficiente. Nesse Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, convidamos empresas e profissionais a refletirem sobre o papel da acessibilidade, que deve ser parte integrante do processo criativo e do planejamento, garantindo que os espaços sejam funcionais para todos. Isso envolve compreender profundamente quem são os usuários, quais são suas necessidades diárias e como eles interagem com os ambientes em que vivem e trabalham. Ao longo do tempo, essa abordagem inclusiva transforma-se em um diferencial competitivo, trazendo valor não apenas para as empresas, mas também para a sociedade como um todo. Por aqui, seguimos comprometidos em continuar promovendo a acessibilidade, projetando cada ambiente a partir das necessidades das pessoas, proporcionando uma interação plena e significativa. Acreditamos que a arquitetura, quando pensada para todos, transforma os espaços e as relações entre as pessoas e as empresas. Se você busca soluções empresariais ou residenciais acessíveis, ou se é um arquiteto ou engenheiro interessado em consultorias sobre o tema, entre em contato conosco pelo e-mail contato@studiouniversalis.com.br ou telefone (31) 98797-2392. Estamos à disposição!

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Arquitetura comercial

O que desejam os consumidores e como projetar espaços mais atrativos

Nós somos feitos das experiências que vivemos e colecionamos memórias afetivas dos encontros com pessoas, lugares, e dos sentimentos que vivenciamos… Tudo em nossa vida é carregado de emoções e sentimentos e nossa relação com os espaços não poderia ser diferente. Pense naquele jantar inesquecível que você teve, ou em um almoço de domingo em um restaurante que lembrava o aconchego da casa da sua avó… Que características estes espaços tinham e que despertaram seu interesse? As cores, os aromas, os sons e os sabores são capazes de despertar memórias e fortalecer nossas relações com o que estamos experienciando. Provavelmente esses lugares que te marcaram, ainda que tenham como origem estabelecimentos muito distintos, foram projetados de maneira a estimular os seus sentidos e as suas emoções, para criar uma experiência de consumo surpreendente e conectada com os seus valores e com aquilo que você realmente aprecia. Há diversos estudos que demonstram que as formas, cores, texturas e aromas dos lugares têm forte impacto no comportamento das pessoas, até mesmo influenciando o que pensam a respeito de marcas ou estabelecimentos. Mas como é possível criar este tipo de conexão? A resposta é simples: pensando os espaços a partir das pessoas. Se estamos tão conectados emocionalmente com o mundo que nos cerca, pensar nos espaços a partir das pessoas é a chave para criar ambientes agradáveis e capazes de proporcionar as melhores lembranças.  Os empreendimentos que exploram estas relações conhecem o consumidor, sabem o que ele valoriza e exploram as formas, cores, iluminação e estética de seus espaços de forma a expressar o que de fato agrada o cliente.  Cientes da influência que os espaços exercem sobre as pessoas, estes estabelecimentos são capazes de fazer com que seus consumidores permaneçam mais ou menos tempo, de influenciar seu consumo e até mesmo a relação que estes estabelecem com a marca. Os espaços são essenciais para criar esta relação. E você sabia que a acessibilidade nos ambientes de seu estabelecimento pode ser a chave para potencializar as experiências dos clientes e torná-los ainda mais encantados pela sua marca? Ambientes que são projetados a partir dos princípios da acessibilidade são espaços de alta qualidade, naturalmente mais amplos e possibilitam que as pessoas tenham comodidade e possam circular livremente. Mas como as características de espaços acessíveis podem potencializar as relações do consumidor com os espaços? Segundo a tendência de perfil e comportamento para o ano de 2022, o consumidor irá prezar, de forma geral, ainda mais pela valorização das pessoas e comunidades, por marcas que valorizam a inclusão e a conexão entre as pessoas e que forneçam experiências agradáveis, imersivas e acolhedoras.  E neste ponto, não há nada melhor do que espaços físicos bem planejados, de acordo com os desejos e interesses do público-alvo, para produzir o encantamento através das vivências nos ambientes. Características que estão presentes nos espaços projetados a partir do Design Universal, que prezam pela utilização dos ambientes e mobiliários da melhor forma possível por todas as pessoas. Além disso, quando pensamos sobre as características dos espaços, podemos ir à fundo no que desejam os consumidores brasileiros: quando questionados sobre os espaços  que preferem frequentar, 82% dos consumidores apontaram que buscam espaços abertos, com ampla possibilidade de circulação e bem ventilados.  Com os cuidados necessários por conta da pandemia, os brasileiros passaram a se preocupar também com a possibilidade de distanciamento entre as mesas e amplas áreas de circulação – 76% dos respondentes da pesquisa assinalaram que esta é uma de suas prioridades ao buscarem espaços para frequentar. Todas estas questões de conforto e segurança estão muito presentes nos espaços acessíveis: confortáveis, favorecem todas as medidas de distanciamento e proteção, protocolos indispensáveis para a saúde e segurança de todos. Ou seja, ambientes bem distribuídos e espaços qualificados são o que buscam os brasileiros. E estes espaços de alta qualidade são possíveis a partir da perspectiva do Design Universal: ambientes multifuncionais, que garantem à administração do espaço a possibilidade de aproveitar ao máximo seus mobiliários e instalações, oferecendo soluções diversificadas e inovadoras aos seus consumidores. Por isso, lhe pergunto: que experiência você deseja que seu estabelecimento comercial proporcione a seus clientes? Como consumidores, buscamos uma experiência agradável, seja nas atividades do dia a dia ou nas datas comemorativas, nos momentos especiais. Uma das formas mais impactantes de cativar os clientes é através de espaços bem planejados. Mas você sabia que é possível fazer ainda mais? Para potencializar as sensações, ambientes pensados a partir das pessoas são a chave para criar momentos agradáveis e capazes de proporcionar as melhores lembranças.  Através dos mesmos princípios do Design Universal e da acessibilidade nos espaços você pode proporcionar uma experiência inesquecível para ainda mais clientes.  Com a aplicação destas soluções, os espaços passam a ser mais convidativos para pessoas com deficiência, pessoas com mobilidade reduzida, idosos e seus acompanhantes. O que representa, também, um acréscimo no faturamento da empresa. Espaços inclusivos ampliam as possibilidades para o seu negócio.  Eles potencializam sua marca, tornando seu estabelecimento capaz de atender bem a um número muito maior de pessoas.  Além disso, há outro fator muito relevante: o valor de marca, percebido pelo consumidor. Empresas que investem em acessibilidade e inclusão são percebidas de forma mais valiosa pelos consumidores, vistas como marcas que os valorizam e que possuem compromisso com o bem estar da sociedade como um todo. A percepção que o público tem sobre sua marca influencia na forma como o consumidor pensa, sente e age em relação à sua empresa e tem influência direta no seu comportamento de compra, até mesmo na forma com que ele percebe os preços praticados e na relação da empresa com a concorrência. Esta característica que chamamos de ampliação do público é um dos grandes benefícios que a acessibilidade dos ambientes pode proporcionar ao seu negócio, tanto no médio quanto longo prazo: com a possibilidade de atender de maneira mais satisfatória a um número ainda maior de clientes, há um fortalecimento na imagem positiva do empreendimento, passando a ser reconhecido como um espaço capaz

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Acessibilidade

Acessibilidade atitudinal e arquitetônica: sua importância na construção de espaços mais inclusivos

Para desenvolver ambientes mais inclusivos, é preciso pensar na acessibilidade de forma interdisciplinar, levando em consideração todas as dimensões que envolvem essa definição. O primeiro passo neste processo é o ato de querer fazer a diferença, pois ele irá impulsionar a remoção de barreiras. Devemos perceber o outro sem preconceitos, estigmas e estereótipos e, para além disso, compreendê-lo como indivíduo, com características próprias, reconhecer suas possibilidades e limitações para, a partir disso, planejar as ações. Assim, desenvolver a acessibilidade atitudinal representa um aspecto essencial, que permeia todos os outros sentidos e que direciona todas as ações de adaptação, inclusive dos espaços. Desenvolver a acessibilidade atitudinal proporciona, além de um ambiente mais favorável à inovação e diversidade, diversos outros benefícios para as empresas e instituições. Atitudes favoráveis, aliadas às soluções espaciais, facilitam o processo de inclusão, promovendo o acesso a ambientes confortáveis e apropriados para as necessidades de todas as pessoas. De acordo com uma pesquisa realizada pelo Sebrae SP, o investimento em aspectos espaciais das lojas, assim como na acessibilidade dos ambientes, pode aumentar as vendas em até 40%.  Mas como fazer isso? Trabalhar aspectos atitudinais e espaciais pode parecer um desafio para os estabelecimentos comerciais, mas representa diversas oportunidades de ampliar o negócio e melhorar o clima organizacional. Em relação à estrutura física da empresa, é preciso pensá-la a partir do Desenho Universal, permitindo que todas as pessoas usufruam dos espaços com segurança e autonomia. Para isso, o papel do arquiteto é essencial, planejando os ambientes de forma humanizada, a partir das pessoas, de suas particularidades e dos usos que farão dos espaços. Destacamos em alguns materiais no blog como a adaptação de espaços comerciais pode ser feita sem a necessidade de reformas estruturais e citamos alguns exemplos de como a acessibilidade pode impulsionar a experiência do consumidor no setor de varejo.  O mobiliário e os equipamentos devem proporcionar a maior autonomia, conforto e independência possível a todos, e principalmente para as pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. O mobiliário e os equipamentos, de forma geral, são elementos complementares ao espaço físico e portanto também devem ser planejados para garantir a todos o direito de ir e vir, de se comunicar e usufruir de todos os ambientes livremente e com o máximo de independência possível.  Além da acessibilidade arquitetônica, é preciso prover a acessibilidade na sinalização e comunicação e orientar os colaboradores sobre a importância destes aspectos. É preciso compreender porque estas soluções existem e o que significam, de forma plena, para que os colaboradores possam aprimorar seu atendimento e atender aos consumidores da melhor forma.  É preciso que as pessoas compreendam não apenas as normas técnicas, mas para quê servem e o que representam. É necessário repensar, também, as próprias atitudes. Conforme a entrevista do professor Josemar Araújo para a Agência IBGE de Notícias (2017), quando se pergunta a alguém se algum local é acessível, a resposta é positiva caso neste espaço exista uma rampa de acesso ou qualquer outra medida arquitetônica implementada de forma avulsa, independente de ser adequada às normas ou não. O professor, que é cego, destaca que espaços arquitetônicos devem ser projetados de forma acessível, mas que é necessário também que as pessoas compreendam a sua importância e funcionalidades. Sem a conscientização das pessoas, muitos equívocos podem ocorrer, como a utilização de adaptações para outras finalidades. Assim, tão importante quanto a acessibilidade no espaço físico é a acessibilidade atitudinal. É necessário sensibilizar as pessoas, investir na capacitação da equipe e deixar os combinados procedimentais nítidos para todos os colaboradores. Com profissionais preparados, envolvidos e com o conhecimento sobre estas questões, é possível implementar as mudanças em processos internos e promover a inclusão em estabelecimentos de todos os setores. Por isso, a arquitetura desempenha papel fundamental na experiência do cliente, pois é peça-chave na construção desta relação e das histórias que acontecem a partir da interação com produtos e/ou serviços. É a relação entre os espaços e as pessoas que irá constituir um ambiente (no sentido mais amplo da palavra) acessível.   Para ampliar as possibilidades de negócios e promover a inclusão através de espaços mais acessíveis, conte com profissionais especializados para fornecer a orientação de adaptação dos ambientes e a capacitação da equipe. Agende um horário com Angélica Picceli, especialista em Arquitetura Acessível do Studio Universalis, através do e-mail contato@studiouniversalis.com.br ou pelo WhatsApp (31) 98797-2392.

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Arquitetura Residencial

Como tornar ambientes residenciais mais acessíveis sem grandes transformações estruturais no imóvel

Na arquitetura e no urbanismo, a acessibilidade tem sido uma preocupação constante nas últimas décadas. O termo representa a possibilidade de que qualquer pessoa, possuindo ou não algum tipo de deficiência ou capacidade de locomoção reduzida, consiga alcançar e utilizar espaços, mobiliários, equipamentos e que tenha garantido seu direito de ir e vir com autonomia e independência. A acessibilidade também garante a segurança e integridade física de todas as pessoas, em especial daquelas com deficiência ou mobilidade reduzida, assegurando a todos o direito de usufruir dos ambientes, convivendo em sociedade em um clima de normalidade, sem que haja necessidade de adaptações ou soluções de design específicas para esta ou aquela pessoa. Não é possível prever o futuro, mas pensar a longo prazo é uma forma de encontrarmos novas oportunidades de diferenciação no mercado, já que nos  tornamos capazes de antecipar os problemas dos  consumidores e, assim, fornecer uma solução inovadora para suas necessidades. Ao planejar a infraestrutura que um edifício residencial oferece, pensar na experiência que o consumidor terá ao longo da vida é indispensável para qualquer empreendimento que esteja empenhado em garantir autonomia e independência aos seus moradores e visitantes.  No entanto, em edifícios mais antigos é mais comum encontrarmos estruturas que não foram pensadas levando a acessibilidade em consideração, incluindo desde as áreas comuns até as privativas. Tornar um apartamento ou residência mais acessível é algo que pode ser possível mesmo em locais que não foram pensados para tal; obviamente, pode ser que não seja  total, mas alguma acessibilidade já é melhor do que nenhuma. Quando falamos em acessibilidade é importante diferenciarmos o que é acessível do que é visitável. No primeiro caso, falamos de ambientes que podem ser utilizados em sua totalidade por pessoas com as mais variadas características físicas, habilidades motoras ou sensoriais. Já no segundo caso, nos referimos a espaços que permitem a visitação, mas que não oferecem a possibilidade de utilização plena com autonomia. Contemplar a acessibilidade de forma parcial pode ser melhor do que nenhuma acessibilidade, desde que o maior número de necessidades das pessoas que vão morar naquele local possa ser atendido da melhor maneira possível. Para exemplificar este aspecto, apresentamos abaixo um projeto que nossa arquiteta, Angélica Picceli, desenvolveu em 2010 no Laboratório Adaptse da Escola de Arquitetura da UFMG, sob coordenação do Prof. Dr. Marcelo Pinto Guimarães.  A proposta era desenvolver um projeto para adaptação do apartamento onde um senhor e seus filhos moravam, sendo que um dos rapazes utilizava uma cadeira de rodas para se locomover pela casa.  A análise da planta original do apartamento mostrou que os espaços eram inacessíveis para uma pessoa em cadeira de rodas e que a relação deste morador com o espaço era difícil e estressante. A residência não possuía, também, o suporte necessário para a realização das atividades cotidianas com autonomia por todas as pessoas. Para melhorar a  autonomia e bem-estar do rapaz, algumas intervenções foram propostas. De forma geral, foi sugerido o aumento da largura dos corredores em toda a residência, para propiciar a manobra da cadeira de rodas. Nos dormitórios, os armários embutidos foram retirados para permitir a colocação de portas mais largas (as passagens antigas tinham apenas 72 centímetros de largura). Todo o mobiliário e o leiaute dos dormitórios foi redesenhado para permitir espaço suficiente para a manobra da cadeira de rodas. Nas salas de estar e jantar, foi proposta a substituição do mobiliário existente por outro com dimensões e design mais adequados, que permitissem a livre e segura circulação de todas as pessoas no ambiente, bem como espaço para a aproximação e uso dos móveis, equipamentos e outras facilidades. A sala de estar recebeu a TV e passou a ser um espaço de convívio para a família. No dormitório suíte, a porta foi substituída por outra com maior largura e respeitando o espaço de 30 cm próximo à maçaneta – necessário para a aproximação em cadeira de rodas. Desta forma, o acesso a este ambiente ficou garantido.  O banheiro social foi ampliado e recebeu todos os equipamentos necessários para garantir sua utilização por todos os moradores da casa. Barras de apoio foram instaladas, além de bacia sanitária com altura adequada e dispositivo de acionamento da descarga acessíveis, chuveiro com desviador e a instalação de acessórios em altura adequada para o alcance manual de todos os usuários. Os revestimentos também foram trocados para proporcionar melhor contraste de cores entre piso e parede, proporcionando uma sensação de tridimensionalidade do ambiente mais equilibrada. Este detalhe, que muitas vezes é ignorado, é capaz de  tornar o espaço mais confortável para todas as pessoas. Prédios antigos podem não possuir acessibilidade, mas com projetos de reformas há a possibilidade de incluí-la, ainda que parcialmente. Às empresas do ramo da construção civil, pensar nestas possibilidades e oferecer projetos residenciais mais acessíveis é uma ótima estratégia de negócios, pois possibilita atender a um número ainda maior de consumidores e construir uma base de clientes fidelizada, que terá suas expectativas atendidas – ou, até mesmo, superadas – por muito tempo.  Indo além, pensar em arquitetura inclusiva dentro de casa significa falar de espaços que foram pensados para todos os moradores daquele lugar, em todos os períodos da vida, ou seja: jovens, crianças, idosos, gestantes, pessoas com ou sem deficiência, entre outros. Assim, a estrutura arquitetônica da casa precisa oferecer condições para que todas estas pessoas, com suas características e habilidades físicas possam habitá-la. Entretanto, não há uma receita para a adaptação de espaços existentes. Cada caso precisa ser avaliado de maneira individual, para que as soluções sejam projetadas levando em consideração suas particularidades.  Se você quer saber mais a respeito deste assunto ou, ainda, como adaptar seu espaço residencial e torná-lo mais acessível, agende um horário com Angélica Picceli, nossa especialista, através do e-mail contato@studiouniversalis.com.br ou pelo WhatsApp (31) 98797-2392.

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Arquitetura comercial

Salão de beleza inclusivo: por que investir em acessibilidade é altamente rentável para o segmento de beleza e estética

O Brasil ocupa a quarta posição no mercado global de beleza, segundo pesquisa realizada pela Euromonitor, estando atrás somente da China, EUA e Japão. O setor está em constante expansão e, mesmo em momentos de crise, o brasileiro destina uma parcela considerável de sua renda mensal (cerca de 20 a 30%) para salões de beleza, clínicas de estética e serviços relacionados, sendo considerada uma das populações mais preocupadas com a imagem.  Segundo o SEBRAE, o segmento figura como o terceiro no ranking de maior volume de empresas, em comparação a todas as atividades econômicas do país. Só na região Sudeste estão localizados 276 mil salões, o que representa cerca de 56% do total do país.  Com tanta concorrência, é preciso se destacar para manter vivo o negócio. Repensar os espaços e investir no ambiente para aprimorar a experiência do cliente é uma estratégia comercial que permite a diferenciação e agrega valor à prestação dos serviços. Aliando arquitetura acessível com o design de interiores, o espaço pode ser ressignificado e seu potencial ampliado. Repensar os espaços é uma solução inovadora que pode romper com os padrões adotados pela concorrência, diferenciar seu negócio e torná-lo referência no segmento de atuação.  A fim de conferir identidade e autenticidade ao salão, uma sugestão é a criação de espaços temáticos – esta tática, que já é adotada por diversos estabelecimentos no país, é um grande diferencial no ramo. Mas, para isso, é necessário conhecer as preferências do público-alvo e, como forma de otimizar o investimento, planejar ambientes multifuncionais, para que seus benefícios sejam aproveitados ao máximo. Espaços específicos, como os dedicados para o Dia da Noiva, por exemplo, podem ser pensados para atuar de maneira multifuncional, podendo ser utilizados como um espaço Spa/lounge ou até mesmo para cursos ou treinamentos. Independentemente da temática, ao planejar a disposição dos elementos no ambiente, deve-se pensar nas diversas utilidades que abarcam e qual será sua utilização pelos ocupantes do espaço. Os móveis e objetos devem se adaptar aos usos do momento e são peça chave para transformar a percepção do cliente, e, consequentemente, sua experiência. Para que o espaço temático tenha sucesso, é preciso pensar nas necessidades às quais se destina, na sua funcionalidade. Mas também entram em consideração os gostos e estilos dos proprietários e o perfil do público ao qual se deseja atender. As formas, cores e texturas do ambiente devem interagir harmoniosamente com o espaço, valorizando todos os recursos disponíveis no lugar. Adotar soluções de arquitetura inclusiva e acessível, mais do que atender à legislação, é uma estratégia inteligente para o negócio, pois espaços projetados dentro desta premissa aliam aspectos estéticos, emocionais e funcionais, resultando em ambientes   dinâmicos e versáteis, que podem ser facilmente adaptados para todos os processos e atividades do salão, inclusive àquelas atividades não previstas ou eventuais.   Sem deixar de lado o conforto, o aconchego e a beleza, os espaços acessíveis incorporam os valores de inclusão e reforçam a sensação de acolhimento, garantindo a diferenciação do estabelecimento. Algumas dicas podem ser destacadas: No balcão de atendimento, a altura deve ser adequada para pessoas de todas as estaturas, considerando que o atendimento possa ser realizado em pé ou sentado. Na área de lavagem e corte de cabelos, a bancada com poltronas removíveis facilita seu deslocamento para que acomode cadeiras de rodas, lavatórios sem cadeira acoplada e com bacia ajustável também garantem condições de uso adequadas para as pessoas mais baixas, como as crianças, por exemplo. No estacionamento, as vagas acessíveis devem ser reservadas próximo às portas, e de preferência, serem largas, com amplo espaço livre para a circulação de pessoas em cadeiras de rodas, andadores e obesos. Em salões de beleza com dois ou mais andares é fundamental a existência de um elevador que permita às pessoas terem acesso a todos os serviços oferecidos no estabelecimento, nos diversos andares, incluso idosos, pessoas com mobilidade reduzida, mães com carrinhos de bebê, entre outras.  A existência de um sanitário acessível para atender a todos é impressindível. Por fim, mas não menos importante, o piso não pode ser esquecido e deve privilegiar materiais antiderrapantes, que sejam fáceis de limpar e permitam que pessoas com todos os tipos de características se desloquem com segurança e autonomia entre os ambientes. Para diferenciar o seu negócio de beleza da concorrência é essencial inovar e atender bem a todos, principalmente em um país que ainda trata a acessibilidade como exceção, porque certamente espaços que vão além do tradicional atraem pessoas que hoje não se veem bem atendidas. Para encontrar soluções inovadoras e atrativas que promovam uma experiência mais envolvente e imersiva ao seu cliente, agende uma reunião com Angélica Picceli, arquiteta especialista em acessibilidade do Studio Universalis através do e-mail contato@studiouniversalis.com.br ou pelo WhatsApp/telefone (31) 98797-2392. Obs: Conteúdo produzido com referências do blog Cadeira Voadora, no artigo a seguir: Salão de beleza acessível em Belo Horizonte: O Seu Salão

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