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	<title>Uncategorized &#8211; Studio Universalis</title>
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	<description>Um mundo mais justo começa por espaços mais inclusivos</description>
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	<title>Uncategorized &#8211; Studio Universalis</title>
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		<title>Acessibilidade corporativa: porque os escritórios ainda não são realmente acessíveis e como podemos mudar isso na prática?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jessica Martinez]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Dec 2025 14:17:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura Corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura Inclusiva]]></category>
		<category><![CDATA[Design de interiores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ainda que muitas empresas afirmem oferecer ambientes inclusivos, a maior parte dos escritórios no Brasil está longe de ser, de fato, acessível. Existe uma crença persistente de que o espaço corporativo, por se organizar em torno de mesas, cadeiras e computador, seria naturalmente adequado para qualquer pessoa. A ideia de que “é só tirar a cadeira e uma pessoa em cadeira de rodas consegue trabalhar” sintetiza essa percepção superficial, mas esta visão simplificada ignora justamente aquilo que mais defendemos no Studio Universalis: a acessibilidade não é apenas a ausência de obstáculos, é principalmente presença de autonomia. E a autonomia se constrói nos detalhes. Neste artigo, vamos mostrar por que muitos escritórios continuam reproduzindo barreiras invisíveis e, principalmente, como é possível projetar ambientes corporativos verdadeiramente acessíveis, funcionais e preparados para receber todas as pessoas em condições de igualdade. A falsa impressão de “acessibilidade intuitiva” A suposição de que o escritório já é acessível nasce da crença de que o trabalho intelectual, predominantemente realizado em um único ambiente e sentado, não apresenta exigências espaciais complexas. No entanto, essa visão desconsidera que a acessibilidade é definida por critérios objetivos, ligados à relação ampla com o espaço: faixas de alcance, rotas contínuas, comunicação tátil, autonomia de circulação, previsibilidade e segurança no deslocamento. Nada disso é garantido apenas pela existência de uma mesa. A estação de trabalho, por exemplo, precisa contemplar regulagem de altura, permitindo que pessoas em cadeira de rodas, pessoas baixas ou com mobilidade reduzida ajustem o mobiliário às suas proporções. Além disso, o tampo regulável ou inclinável pode ser determinante para quem possui limitações motoras ou necessidades específicas de ergonomia. Você consegue perceber como a acessibilidade se manifesta em soluções precisas, em estratégias para o espaço, não em improvisos, como remover uma cadeira? A rotina corporativa é vasta, e a acessibilidade precisa acompanhar esse percurso completo. Toda pessoa que utiliza o ambiente de trabalho acessa banheiro, copa ou refeitório, áreas de convivência, recepção e áreas de circulação interna. Esses espaços, porém, são frequentemente negligenciados. Uma instalação sanitária inacessível, por exemplo, não é apenas um problema arquitetônico, é um obstáculo direto à permanência digna no ambiente de trabalho. O mesmo vale para copas e refeitórios onde bancadas são altas demais, comandos estão fora da faixa de alcance ou a circulação é estreita. Um escritório não pode ser considerado acessível se a pessoa tem autonomia apenas na mesa de trabalho, mas depende de ajuda para usar o sanitário, pegar um café ou acessar o bebedouro. Um escritório só é acessível se todos os ambientes permitem uso autônomo. As barreiras que ninguém vê: o problema da invisibilidade Grande parte dos impedimentos encontrados em escritórios são barreiras silenciosas, que passam despercebidas por quem não experimenta o corpo em relação de conflito com o espaço. Isso torna o tema ainda mais desafiador, pois o que é invisível tende a ser naturalizado, e o que é naturalizado deixa de ser questionado. Não é raro encontrarmos as seguintes situações em ambientes corporativos: O problema não está na falta de intenção, mas na ausência de um olhar treinado. É por isso que insistimos que a acessibilidade não deve ser improvisada, mas sim projetada. Como fazer a acessibilidade na prática? Vamos entender mais sobre a rota acessível e a autonomia Para compreender por que os escritórios permanecem inacessíveis, mesmo quando acreditam oferecer inclusão, precisamos falar sobre o conceito de rota acessível. A acessibilidade não é fragmentada, ela é contínua e considera a relação das pessoas com os espaços. Não basta ter um banheiro acessível, uma mesa com regulagem ou um elevador dentro das normas, se o percurso que conecta esses elementos tem barreiras, a autonomia não se concretiza. Uma rota acessível deve garantir que uma pessoa consiga sair da calçada, entrar no prédio, circular, trabalhar, acessar serviços, se alimentar e retornar ao ambiente de maneira independente. Se qualquer trecho desse percurso exige ajuda, há uma ruptura, e essa ruptura representa desigualdade, afinal, quando um espaço exige que alguém dependa constantemente de ajuda, ele está naturalizando um processo de segregação.&#160; Garantir autonomia significa permitir que qualquer pessoa registre o ponto, acesse uma sala, abra uma porta, imprima um documento, prepare um café ou utilize o sanitário sem auxílio. É a autonomia que equaliza o ambiente e o transforma em um lugar onde cada pessoa exerce seu trabalho em plenitude. Como projetar para a autonomia?&#160; Projetamos ambientes corporativos a partir de uma análise técnica rigorosa, mas também profundamente humana. Observamos as rotas, analisamos faixas de alcance, identificamos barreiras invisíveis e verificamos a coerência entre normas, uso real e experiência cotidiana. Algumas perguntas orientam nosso processo: Quando essas respostas são afirmativas, entendemos que a acessibilidade deixa de ser um adendo e se torna parte estrutural do projeto. Escritórios acessíveis não surgem espontaneamente, eles são construídos com intenção Neste artigo te mostramos que a ideia de que o escritório é naturalmente acessível é mais um mito do que uma constatação, porque a acessibilidade corporativa exige técnica, sensibilidade, conhecimento normativo e compromisso ético. Exige intenção.&#160; E é certo que, em ambientes corporativos, esse compromisso não é apenas ético, ele é estratégico. Ambientes acessíveis reduzem o esforço físico e cognitivo necessário para realizar tarefas cotidianas, diminuem o estresse, aumentam a sensação de pertencimento e fortalecem as relações de confiança dentro da organização. Quando as pessoas experimentam autonomia, previsibilidade e conforto no espaço de trabalho, elas passam a operar em sua melhor capacidade, criam melhor, colaboram melhor e se engajam mais. Por isso, os impactos da acessibilidade no bem-estar dos colaboradores são diretos e mensuráveis. Um escritório que elimina barreiras melhora a saúde ocupacional, reduz afastamentos, amplia a produtividade e cria uma cultura muito mais sustentável. No fim, investir em acessibilidade transforma a experiência de cada indivíduo e os resultados do próprio escritório. No Studio Universalis, entendemos que a acessibilidade é uma ferramenta poderosa de performance organizacional. Ambientes que respeitam a diversidade dos corpos e das formas de existir são ambientes que produzem melhor. E é por isso que projetar para a autonomia não é um gesto</p>
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		<title>Fluxos médico-hospitalares: como as novas exigências da ANVISA podem transformar seu negócio em referência de segurança?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[christian]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Jun 2025 15:50:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Design de interiores]]></category>
		<category><![CDATA[Estética e Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se você já viu novelas como &#8220;Beleza Fatal&#8221;, talvez se lembre da personagem Lola, que enfrenta dramas para manter sua clínica funcionando. No mundo real, porém, o descuido com detalhes como esse pode custar caro – tanto para a reputação quanto para a segurança dos pacientes. Recentemente, a ANVISA realizou a operação &#8220;Estética com Segurança&#8221; e o resultado foi alarmante: 30 de 31 clínicas fiscalizadas apresentaram irregularidades graves. Oito delas foram interditadas. Os principais problemas? Produtos mal armazenados, reutilização inadequada de materiais descartáveis, espaços mal planejados e, claro, fluxos de circulação que favorecem a contaminação cruzada. No contexto atual, entender e aplicar corretamente os fluxos médico-hospitalares ANVISA RDC 959/2025 é essencial para transformar seu negócio em referência de segurança e qualidade no atendimento, pois o segredo do sucesso está na atenção aos detalhes e, principalmente, no planejamento dos fluxos dentro do seu espaço. O que mudou com as novas exigências da Anvisa? Em 2025, a ANVISA publicou uma nova resolução (RDC 959/2025) que eleva o padrão de exigência para estabelecimentos de saúde com o objetivo de reduzir riscos de contaminação e garantir ambientes realmente seguros para todos. Estão entre as principais mudanças: Quem precisa se adequar à nova legislação? A RDC 959/2025 impacta diretamente quatro grandes segmentos do setor de saúde, com algumas recomendações específicas.  1. Indústrias de medicamentos e equipamentos médicos Empresas que fabricam medicamentos sintéticos e biológicos, dispositivos médicos e produtos para diagnóstico in vitro agora estão sujeitas a inspeções surpresa e auditorias trimestrais. A rastreabilidade de lotes e a conformidade das instalações também passam a ser itens de avaliação criteriosa; as certificações devem estar atualizadas e devem haver, também, boas práticas de fabricação. 2. Clínicas de estética e centros cirúrgicos Esses estabelecimentos, que muitas vezes operam com mão de obra enxuta e estruturas compactas, precisam agora atender a padrões mais rigorosos em comparação às exigências anteriores. A reutilização de materiais descartáveis está proibida, o armazenamento precisa respeitar temperatura, umidade e validade, e os fluxos internos devem seguir lógica funcional clara, evitando riscos de contaminação. 3. Hospitais e Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) Para essas instituições, a norma exige a implantação de sistemas de gestão de risco que abrangem desde a manutenção de equipamentos de suporte vital até o controle de medicamentos de alto custo. Também se exige que empresas terceirizadas sejam tecnicamente qualificadas e auditadas regularmente. 4. Distribuidoras e centros de armazenagem Com foco em rastreabilidade e condições adequadas de transporte, as distribuidoras agora precisam comprovar que conseguem manter temperaturas ideais (como 2ºC a 8ºC para vacinas), realizar entregas seguras e capacitar constantemente suas equipes. Empresas que não atualizarem suas certificações até novembro de 2025 não poderão comercializar para o SUS. E por que o fluxo correto faz toda a diferença? Como comentamos, diversas foram as mudanças na legislação e muitos aspectos passaram a ser avaliados de forma mais rígida e criteriosa. Mas porque demos destaque especificamente para os fluxos? A resposta é simples: porque o fluxo de circulação dentro de um ambiente de saúde é o ponto-chave da segurança sanitária. Ele é o elemento que conecta, de forma prática, todas as demais exigências da legislação. Sem fluxos bem planejados e executados, mesmo clínicas que utilizam materiais de qualidade, possuem processos de esterilização eficientes e profissionais capacitados podem estar vulneráveis a riscos ocultos de contaminação cruzada. Imagine, por exemplo, um material recém-esterilizado cruzando o mesmo corredor onde resíduos contaminados são transportados; ou pacientes utilizando a mesma entrada de ambientes críticos destinados a procedimentos invasivos… são pequenos detalhes, quase imperceptíveis na rotina, mas que aumentam exponencialmente o risco de infecções e eventos adversos. Além disso, o fluxo correto é determinante para garantir a eficiência operacional, a segurança dos pacientes e a tranquilidade das equipes profissionais, evitando deslocamentos desnecessários, reduzindo o tempo de atendimento e, principalmente, prevenindo que erros comprometam a credibilidade do estabelecimento. Nesse sentido, o projeto arquitetônico é um grande aliado da segurança e da regularidade do seu empreendimento, pois o leiaute bem estruturado prevê: E então, como estruturar o espaço para evitar problemas com a nova legislação? Vamos te apresentar algumas dicas práticas para que você possa pensar a reestruturação de seu estabelecimento: Também temos uma publicação no blog do Studio Universlis para entender melhor as novas determinações da ANVISA. Clique aqui e acesse. Se você quer garantir que sua clínica esteja em conformidade com os fluxos médico-hospitalares ANVISA RDC 959/2025, conte com o apoio do Studio Universalis para adequar seu espaço às normas e valorizar ainda mais o cuidado com os pacientes. Estamos à sua disposição para buscar soluções que atendam às normas vigentes e se adequem a sua realidade, para que você possa se concentrar no que faz de melhor: cuidar das pessoas. Entre em contato conosco: (31) 98797-2392 ou contato@studiouniversalis.com.br Gostou deste conteúdo? Compartilhe com quem também precisa transformar o ambiente de saúde em um exemplo de segurança e sucesso!</p>
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